COME TO ME

terça-feira, 30 de março de 2010

VÊEM MAS NÃO CRÊEM...AS PRAGAS DO EGITO COMPROVADAS HOJE

Deu na web e na imprensa:

Pesquisadores acreditam terem encontrado evidências dos verdadeiros desastres naturais das dez pragas do Egito, que levou Moisés a libertar os israelitas da escravidão no livro bíblico Êxodo.

Mas ao invés de explicá-los como decorrentes de um ato de Deus, os cientistas afirmam que as causas das pragas podem ser atribuídas a uma cadeia de fenômenos naturais provocados por mudanças no clima e as catástrofes ambientais que aconteceram há centenas de quilômetros de distância.
Eles compilaram evidências convincentes que oferecem novas explicações para as pragas bíblicas, que será apresentada em uma nova série a ser transmitida no canal de televisão Nacional Geographic no domingo de Páscoa. Os arqueólogos acreditam amplamente que as pragas ocorreram numa antiga cidade de Pi-Ramsés no Delta do Nilo, capital do Egito durante o reinado do faraó Ramsés, o Segundo, que governou entre 1.279 aC e 1.213 aC.

A cidade parece ter sido abandonada há 3.000 anos atrás e cientistas afirmam que as pragas poderiam oferecer uma explicação para este abandono. Climatologistas que estudaram o clima antigo descobriram uma mudança drástica no clima da região, que ocorreu no final do reinado de Ramsés, o Segundo. Ao estudar estalagmites em cavernas egípcias, os climatologistas foram capazes de reconstruir um registro dos padrões de tempo usando os traços de elementos radioativos contidos na formação calcária. Eles descobriram que esses fatos coincidiram com o reinado de Ramsés. Antes havia um clima quente e úmido, mas depois o clima mudou para um período de seca.

O professor Augusto Magini, paleoclimatologista no instituto da Universidade de Heidelberg para a física do ambiente, disse que o “Faraó Ramsés II reinou durante um período muito favorável climáticas. Houve muita chuva e seu país floresceu. Este período úmido durou apenas algumas décadas. Após o reinado de Ramsés o clima faz uma curva acentuada para baixo em um gráfico. Há um período de seca, que certamente teria tido consequências graves”. Os cientistas acreditam que este parâmetro no clima foi o ponto de partida para a primeira das pragas.

O aumento das temperaturas poderia ter feito o rio Nilo secar, transformando o rio que flui rápido (que foi salva-vidas do Egito) em um movimento lento e cursos de água lamacenta.
Estas condições teriam sido perfeitas para a chegada da primeira praga, que na Bíblia é descrita como o Nilo voltando-se para o sangue.

O dr. Stephan Pflugmacher, biólogo do Instituto Leibniz de Água Ecologia e Pesca Interior, em Berlim, acredita que esta descrição poderia ter sido o resultado de uma alga tóxica de água doce. Ele disse que a bactéria, conhecida como Borgonha ou algas Blood Oscillatoria rubescens é conhecida por ter existido há 3.000 anos e ainda hoje provoca efeitos semelhantes.

“Ela se multiplica maciçamente no movimento lento das águas quentes com altos níveis de nutrição. E quando morre deixa manchas vermelhas na água”, disse.
Os cientistas também afirmam que a chegada deste conjunto de algas em movimento acarretou a chegada da segunda, terceira e quarta pragas – rãs, piolhos e moscas.
O desenvolvimento de girinos em adultos é regulado por hormônios que podem acelerar o seu desenvolvimento em tempos de estresse. A chegada das algas tóxicas teriam desencadeado tal transformação e forçou os sapos a deixarem a água em que viviam.

Com a morte das rãs, os mosquitos, moscas e outros insetos teriam se multiplicado por causa da falta de predadores. Esse fato, de acordo com os cientistas, poderia ter ocasionado a quinta e sexta pragas – gado doente e furúnculos.“Nós sabemos que muitas vezes os insetos portadores de doenças como a malária provocam uma reação em cadeia, que é o surto de epidemias, fazendo com que a população humana fique doente”, explicou o professor Werner Kloas, biólogo do Instituto Leibniz.

Outra grande catástrofe natural que ocorreu a mais de 400 quilômetros de distância pode ser a responsável por desencadear a sétima, oitava e nona pragas, que trazem granizo, gafanhotos e trevas para o Egito.
Uma das maiores erupções vulcânicas da história da humanidade ocorreu quando Thera, um vulcão que fazia parte do arquipélago mediterrâneo de Santorini, ao norte da ilha de Creta, explodiu há cerca de 3.500 anos atrás. Essa erupção “vomitou” milhões de toneladas de cinzas vulcânicas na atmosfera.

Nadine von Blohm, do Instituto de Física Atmosférica da Alemanha, fez experiências sobre como se forma o granizo e acredita que as cinzas vulcânicas podem ter relação com trovoadas no Egito para produzir tempestades de granizo.O dr. Siro Trevisanato, biólogo canadense que escreveu um livro sobre as pragas, disse que os gafanhotos também poderiam ser explicados pela vulcânica cair fora das cinzas.

“A queda de cinzas para fora do vulcão causou anomalias climáticas, que se traduz em precipitações mais elevadas e maior umidade. Isso é exatamente o que favorece a presença dos gafanhotos”, disse.

As cinzas vulcânicas também poderiam ter bloqueado a luz do sol realizando a história de uma praga da escuridão.

Os cientistas encontraram pedra-pomes, a pedra feita de arrefecimento de lava vulcânica, durante as escavações das ruínas do Egito, apesar de não haver qualquer vulcão no Egito.

A análise das rochas mostram que ela veio do vulcão de Santorini, fornecendo evidências físicas de que a precipitação de cinzas da erupção em Santorini atingiu a costa egípcia.

A causa da última praga, a morte dos primogênitos do Egito, tem sido sugerida como sendo causada por um fungo que pode ter envenenado o abastecimento de grãos, dos quais meninos primogênitos teriam prioridade em receber os alimentos da colheita, por isso foram a primeira vítima.

Mas o Dr. Robert Miller, professor de Antigo Testamento da Universidade Católica da América, disse: “Eu estou relutante em avançar com as causas naturais para todas as pragas”.

O problema com as explicações naturalista é que elas perdem o sentido. “E a questão toda é que você não saiu do Egito por causas naturais. Você veio pela mão de Deus”, disse.

Traduzido pelo Gospel+ do jornal Telegraph

Notícias Cristãs

segunda-feira, 29 de março de 2010

COMO DEUS NOS VÊ



Incrivelmente, qualquer que seja um de nós, em que condições culturais, sociais, de gênero, religiosas ou não, faz uma leitura de mundo e constrói uma cosmovisão da qual a pessoa dificilmente abre mão. Essa visão de mundo, essa compreensão pessoal das coisas, pode ser mais particularizada e construída mais individualmente ou mais massificada, simples cópia do que as pessoas a sua volta constroem juntas. Frases como " ele ( ou ela ) continua fazendo isso ou aquilo no céu...", ou "descansou"... referentes a um conhecido falecido são bastante comuns entre nós brasileiros independente da pressuposta condição espiritual da pessoa. Trata-se da leitura mais cômoda  e conveniente e que não foi construída pessoalmente, profundamente por quem a repete.

Sempre leio com muita atenção, blogs de irmãos na fé, especialmente de um pastor quem sempre recebo um e-mail, impessoal é verdade ( pois é gerado pelo sistema embora comum texto tão próximo e carinhoso ), o qual a partir do que leio dele e ele de mim, discordamos em vários pontos, na verdade não poucos, sobre a atual situação da igreja evangélica (mais ) e sobre alguns pontos  da teologia cristã protestante ( menos ). Nada contra a sua pessoa, mesmo porque seria algo inteiramente inrazoável, espero que não tenha ela , igualmente nada de pessoal contra mim, trata-se de fato, de uma posição no campo das ídéias, e particularmente no que se refere a nossa fé, que tirando certos detalhes, é na mesma pessoa e baseadas na mesma Bíblia, a qual consideramos como a inerrante Palavra de Deus.

Curiosamente temos os mesmos trinta e cinco anos de vida cristã, crendo nas mesmas coisas, e vendo o mundo e a mesma igreja, os mesmos irmãos a partir da mesma ótica e desejando as mesmas coisas. Porém reagimos e construímos a nossa cosmovisão com diferenças pertinentes e até estranhas para quem não conhece a genuína fé evangélica. Bem a coisa não pára por aqui e Deus não irá se colocar entre nós para dirrimir as nossas egoistas diferenças. Mesmo porque, de fato, nem eu e nem ele estamos tão engajados em dar uma contribuição mais efetiva para o reino do mesmo Deus. Na verdade , ambos , temos de admitir isso, trabalhamos no limite seguro do que a comodidade nos proporciona. Eu por causa da minha profissão e trabalho e ele, opinião minha, pela comodidade e segurança da sua denominação. Não se trata de acusação nenhuma e com  nenhum fundo de maldade. Trata-se apenas da cosmovisão que cada um de nós construiu e que serve de base  para que toquemos as nossas vidas, dentro do compreendemos ser  agradável ao nosso Deus e coerente com a nossa fé.

Por que disse todas essas coisas se o título da postagem é "Como Deus no vê?" A nossa visão das coisas, sejam crentes ou descrentes, religiosos ou não religiosos, católicos ou evangélicos, a nossa visão é bastante estreita e nos contentamos profundamente com isso. Os nossos pensamentos continuam bem abaixo dos pensamentos de Deus, "assim como os céus são mais altos que a terra, assim são os meus pensamentos diz o Senhor". Atingir a visão que Deus tem das coisas incluindo o mundo é para poucos e circustâncialmente. Normalmente mesmo conhecendo a respeito do Senhor e crendo na revelação única da Sua Palavra, expressa fielmente nas Sagradas Escrituras, passamos muitas vezes de largo, por aquela compreensão ideal das Suas coisas e dos Seus divinos planos.

Deus se interessa apenas pelo nosso culto "religioso",pelas nossas "ações religiosas"? O religioso profissional ( sem nenhuma conotação pejorativa ) leva vantagem sobre o leigo, aquele que desempenha um papel secular na sociedade? Deus leva em consideração a enorme massa de seres humanos e suas diversificadas ocupações? Se interessa Ele pelo crescimento intelectual, pela prosperidade e o destaque humano de cada um dos homens e mulheres que compõem o mundo, a humanidade? É correto imaginar as coisas e ter uma cosmologia semelhante a concebida por São Tomáz de Aquino, conhecida como "andar de baixo e andar de cima"?

A mesma Escritura afirma que ..."do Senhor é a terra e os homens que nela habitam," ou seja tudo é de Deus e de Seu particular interesse. A combatida e até por certos setores evangélicos e católicos carismáticos convenientemente enfatizada "teologia da prosperidade" ( e essa postagem não foi escrita para defendê-la, discuti-la ou analisá-la- trata-se apenas de uma citação da qual lembrei de fazê-la como relacionada à postagem e não razão da postagem atual ) é presente na revelação escriturística como integrada à vontade de Deus muito antes de alguém lembrar-se dela nos tempos atuais. Se alguém se aproxima convenientemente de Deus e com Ele estabelece uma comunhão de fato, deixa de ser dependente para ser alguém capaz de abençoar do que já pertencem a Deus mas também aos demais. Deixa de ser um parasita social para ser um agente desencadeador de boas e novas iniciativas que trazem benção a médio ou longo prazo para toda a humanidade. Foi assim com Abraão, Salomão, Esther, Jó, José do Egito...( não nessa ordem obviamente ).

Finalmente gostamos presunsosamente de ter a visão da justiça de Deus. Dá-nos um certo prazer em julgar e tecer restrições e menos em ter misericórdia. "Misericórdia quero e não sacrifícios" diz o Senhor na Bíblia. Significando que a misericórdia advinda da paciência e de uma sábia flexibilidade ( que não se opõe as coisas de Deus ) e menos justiça ( não a dos bons atos e ações justas mas a do julgamento e da condenação ) são mais aceitáveis ao coração de Deus e obviamente mais preferíveis.

É difícil acertar, mas que consigamos acertar mais. Pois  Deus jamais se colocará como julgador entre nós irmãos. Ele, o Senhor  não descerá do céus, para simplesmente, para nosso bel prazer e satisfação pessoal, dizer quem de nós está certo ou errado sobre algum ponto. Examinemos-nos a nós mesmos e esforcemo-nos  para vermos as coisas como Ele as vê e assim comungarmos com a Sua soberana vontade para que nossos esforços e nossas ações diárias não sejam por Ele achadas inúteis.

por Helvecio S. Pereira

COMENTE ESSE "POST'

CRENTES ASSISTEM O FILME "O LIVRO DE ELI" EM CINEMA E PROMOVEM ENCONTRO ACERCA DO VALOR DA BÍBLIA

Pipoca, refrigerante e debate sobre a bíblia em cinema de Vitória

Na noite de sábado (26/ 03 /2010 ), a juventude cristã teve um encontro marcado no cinema. O grupo de jovens Atitude, da 1ª Igreja Batista de Jardim Camburi, em Vitória, se reuniu para uma sessão especial do Filme "O Livro de Eli". Após a exibição, os jovens participaram de um debate sobre a importância da leitura da Bíblia.

A sessão esteve marcada para as 19h, em uma sala de cinema do Shopping Norte-Sul. O valor do ingresso era R$ 10,50, em preço único. Cada entrada daria direito a pipoca e refrigerante para acompanhar o filme. A expectativa era que 200 jovens participassem do encontro.

Um dos coordenadores do grupo de jovens, Dhiego Braga Alves ressalta a importância de mostrar que há outras formas de transmitir a linguagem da bíblia, além dos cultos. "É legal, pois a gente quebra aquela imagem de que a pessoa não se diverte só porque é evangélica", disse.

Atitude
O Grupo Atitude existe na Igreja Batista de Jardim Camburi há três anos. Nesse período, já foram organizados diferentes tipos de eventos para trazer o jovem até a igreja. Eles já organizaram luau, encontro com surfistas e pretendem fazer uma viagem nos próximos meses.

O grupo se encontra sempre no último sábado de cada mês. E como cada reunião é em um lugar diferente, quem tiver interessado em conhecer o Grupo Atitude deve ligar para a igreja e saber onde serão as próximas reuniões. Caso se einteresse contato é pelo telefone  3089-7700, da cidade de Vitória ES.

Gazeta online/Notícias Cristãs (  atualizado )

Leia mais: http://news.noticiascristas.com/2010/03/pipoca-refrigerante-e-debate-sobre.html

domingo, 28 de março de 2010

SALVAÇÃO...PREDESTINADOS, ELEITOS...OU QUEM QUISER VENHA E BEBA DE GRAÇA DA ÁGUA DA VIDA?

Ouvi certa vez, em uma reportagem feita com párocos de uma igreja católica na Bahia, se não me falha a memória, algo que me chamou atenção e me fez pensar na situação de um homem morto a quase dois séculos naquela região. A reportagem mostrava o interior de uma das igrejas importantes do lugar e particularmente mostrava o túmulo de um homem rico no interior daquela igreja. Tratava-se de uma pessoa, aparentemente religiosa e temente a Deus, e que levou bastante a sério os ensinamentos religiosos cristãos aos quais teve acesso durante toda a sua vida. Rico, o falecido fez questão, de exigir que fosse enterrado, após a sua morte no interior da igreja  deixando pagas todas as missas ( deveria possuir enorme fortuna ), segundo palavras do próprio padre encarregado pelos serviços religiosos, "até a volta do Senhor  Jesus". Ou seja até o dia que Jesus voltar, os religiosos responsáveis pela aquela paróquia estão obrigados a celebrarem um rito religioso em intenção da salvação da alma daquele homem. Mas o que mais me chamou a atenção é que aquele rico fez questão que fossem colocadas em sua lápide a seguinte inscrição: "Aqui jaz um pecador."

Como evangélicos e conhecedores do que a Bíblia declara a respeito da salvação, únicamente pela graça e por intermédio somente do nome e da pessoa do Senhor Jesus Cristo e nada mais, achamos que o tal homem colocou a sua confiança em mentiras e em uma religiosidade e teologia vãs, etc. Bem, apressadamente podemos julgá-lo assim, mas a sua atitude tem lá os seus méritos. Primeiramente, tinha consciência plena de sua condição, a de um pecador carente da misericórdia de Deus. Segundo, recebido um ensinamento errado, sem a luz plena da Palavra de Deus tinha pouco ou nada a argumentar em contrário frente aos responsáveis pela sua vida espiritual, a igreja que seguia, talvez fielmente. Ademais mesmo na igreja católica todos sabem que o Senhor Jesus é o Salvador, se esse homem olhou desesperadamente para a pessoa do Senhor Jesus tal qual o ladrão da cruz, ansioso por sua misericórdia sem a presunção de já a tê-la, que poderemos dizer?

O que quero falar agora é da diferença e da conquista, às vezes criticada por não evangélicos ( antes muito mais do que agora ) da chamada "certeza da salvação" advinda, óbviamente, do que as Escrituras dizem em alto e bom som, de modo inequívoco e claro acerca do assunto. Não é porque a nossa igreja seja a melhor, a nossa teologia a melhor, porque somos mais justos que as demais pessoas, melhores cidadãos  e pessoas e irreprensíveis. Muitos de nós somos até intragáveis a convivência diária com outras pessoas, e obtusos em muitos assuntos. Alguns de nós em situaçãos corriqueiras que demandaria o mínimo de compreensão e justiça agimos de modo tão incoerente e com pouco amor.

A igreja evangélica não é um oásis perfeito em meio ao mundo. Qualquer denominação ou igreja local é, as vezes,  um pardieiro de injustiças entre os seus membros, favorecimento, antipatias e incoerências. A idéia de que a igreja, como instituição humana seja perfeita é apenas um absurdo e essa é a mais forte munição para que ateus, agnósticos e todos os inimigos da religião possam acusá-la em todo o tempo. É algo imbecil, quando irmãos de fé acusam outros irmãos por determinadas falhas, como se essas falhas só ocorressem no quintal do outro. A igreja de Jesus é constituída de pecadores, mas pecadores que agora têm uma nova referência, e que estão aprendendo diante do Senhor a fazerem o que é certo, coisa que nem tinham idéia, nas trevas em que viviam. Qualquer membro de igreja, de qualquer igreja que caia em pecado, ou que cometa um ato não condizente com a sua fé, tem a plena consciência do seu erro, sem que ninguém precise acusá-lo, e pior tem a consciência que há um Deus que tudo vê e que não há absolutamente nenhuma chance, ainda que mínima, que seus atos não tenham sido conhecidos por Aquele que vê todas as coisas. 

Bem, como eu dizia, a certeza da salvação é o legado que a Reforma e todos os reformadores, nos legaram depois de séculos de trevas para o mundo, no período em que a Palavra de Deus permaneceu oculta e segundo plano no cenário histórico da humanidade. O crente tem cereza de sua salvação, do perdão pleno de seus pecados e que nada que faça garantas masio do que a outros, igualmente salvos pela graça de que após a sua morte estará finalmente salvo, em um lugar chamado céu, e não no inferno, um lugar de perdição , afastamento e perdição eternas. O problema é que alguns não ficam satisfeitos com esse simples detalhe. Por presunção se setem bem em tornar complexo esse fato. Parece ser o sentimento religioso do velho homem, que mesmo dentro do verdadeiro evangelho, após se levantar, erguido e recebido pela amor e graça do Senhor, começa a olhar para os outros com pouca ou nenhuma misericórdia. 

Espero que o que eu esteja dizendo agora, seja verdade para muitos dos que me lêem agora. Espero que todos que saibam que são salvos pela graça do Senhor Jesus se lembre das lágrimas do dia da sua conversão, da sua decisão ao lado do Senhor Jesus. Do dia que você reconheceu que era menos que a "titica" do calvalo do bandido no filme de faroeste "D". Nos sentimos o nada do nada. Todo o nosso orgulho de orgulhoso pecador cego e ignorante acerca de Deus caiu quebrado ao chão. E cara, se com você não foi assim, se a sua igreja é contra o "aceitar Jesus, o teatro do apelo ao final da pregação, e se o acentimento ao evangelho é via curso "x", classe dos novos membros, estudos e lições 1, 2, 3 e etc, você precisa dessa experiência, que não tem valor pela emoção pela emoção, mas quem converte se emociona, não tem jeito. Trata-se de uma experiência única e que sintetiza o encontro com o Senhor, a reconciliação com o homem perdido com o seu Deus, que semelhante ao pai do filho pródigo, o recebe festivamente à Sua comunhão.

Na postagem anterior, demonstrei ainda que rapidamente, o sentido da plavrfa ou vocábulo em que é feita a tradução das palavras escolha e escolhido no Antigo Testamento. mesmo que suspeite que aminha opinião não bata com a sua a respeito do assunto, faça o obséquio de repisar a mesma análise, até com mais tempo e profundidade. Tentei demonstrar ( não provar ) que a é impossível que alguém seja "escolhido" ou predestinado para ser  salvo simplesmente porque isso choca com o que os próprios reformadores lutaram com suas vidas e defenderam e nos legaram tão penosamente: a salvação unicamente pela graça! Se Deus escolhesse alguéma partir de um análise profunda, uma escolha pensada, só poderia decidir salvar-nos por algum mérito, alguma qualidade, claro. A escolha, a eleição, a predestinação ( o encaminhamento ) só é feita para o ministério, para um serviço, para uma obra dentro do plano perfeito de Deus. Não para a salvação.

E a salvação como se dá, se não somos predestinados para sermos salvos contra a não salvalção de outra pessoa, seja ela qual for?  Como conciliar a justiça, o amor e presciência Divinas?      

Parece absolutametne claro, embora correntes teológicas pré-definidas impeçam o correto entendimento e cmpreensão de coisas tão óbvias e claras nas escrituras. Vamos a elas:

1) Deus conhece tudo ( não por adivinhação ) pois vê o passado, todo o presente e também o futuro. A cortina do tempo como elem,ento, gandeza ou entidade não impede Deus mas somente a sua criação e criaturas que permacem retidas não somente ao espaço, as leis que o regem e ao tempo como cortina e parede que separa e organiza todas as coisas.  

2) Deus sustenta todas as, fazendo as surgir, mantendo-as, sustentando-as  e nada  acontece ou existe sem a Sua vontade ( entendida como permissão, assentimento e não querer de propulsor de uma ação  ) . Deus  não fez Satanás se rebelar e nemEva a comer o fruto, comoé inconcebível que Deus tenha feito o casal  Nardoni lançar a pequena Isabela pela janela ou que tenha feito o estrupador estuprar uma mãe dentro do carro diante do seu filho pequeno em uma estrada deserta.  Tais pecadores e assassinos não seriam responsáveis se seus atos não fossem só seus e portanto impultáveis a só a eles como pecado. A lógica calvinista só parece aceitável recorrendo aos mesmos e exaustivos exemplos, só conveninetemente aceitável quandp aplicada ao fato de Deus " feito com que eu entedese o Seu amor e fosse até Ele", fiz tudo sem querer, nem queria...forçado. Sou um salvo forçado. E o outro que buscou, desejou, esperou e temeu a perdição como o rico da Bahia?  Comcluindo: não há absolutamente nenhuma situação alheia a Deus e portanto Ele só poderia ser absolutamente justo ou absolutamente injusto e parcial, coisa aue Ele  definitivamente não é.

3) Deus criou o universo e todas as criaturas, incluindo as inteligentes e capazes de comungarem com Ele. Sabemos pouco sobre essas criaturas. Uma delas somos nós, outras os anjos, serafins, querubins  e   talvez mais que nem saibamos. O importante é que essas criaturas vivas e inteligentes tem comunhão com Ele, nos céus e na terra, o nosso caso. O calvinismo teima em criar um polêmica inexistente entre a Soberania de Deus e o livre-arbítreo ( não desejaria usar essa expressão cunhada filosóficamente muito tempo depois da revelaçao Escriturística, simplesmemnte porque a Bíblia não lhe deve nada para revelar-nos o que quer revelar e fica parecendo que há um dualismo entre o que as Escrituras revelam e o que pobre filósofos conceberam algumdia na história ). 

Deus e os seus querubins não são como um ventríloquo e seus bonecos mais ou menos assim: Deus move os querubins com suas asas e milhares de olhos e rodam que giram  e seus qutro rostos e Ele Deus, diz com sua boca "Santo!santo!Santo! e vemo-los mexerem as suas quatro bocas em seus quatro rostos... isso repetido com os vinte e quatro anciãos, com os demais habitantes do sete céus , e na terra entre os nós os homens. Deus não é definitivamente um ventríloquo com seus bilhões ou mais de bonecos sem alma.  Deus criou suas criaturas com poder de escolha restrito, mas escolha. Deus ordenou que nos multiplicássemos e tivéssemos filhos e portanto fizéssemos sexo com nossos cônjuges. Você escolhe  como mulher um o rapaz para casar-se um dia . O homem a moça para fazer o mesmo. Porém a curiosidade, o desejo, a explosão dos hormônios não dependem de nós.  Do mesmo modo a fé depositada em alguma coisa, qualuer que seja, não é mérito nosso. Abraçamos ideologias, escolhemos religiões, partidos políticos,acreditamos que o avião irá voar, que o freio do carro irá sempre funcionar, elegemos um time de futebol como razão da vida ( cois mais imbecil ) em decorrência da fé colocada em nós como potencialidade. 

Os pássaros migram por continentes, as borboletas e não ofarima se Deus não colocasse esse desejo e informação de lagum modo neles.  Mas até mesmo um inseto toma decisões do que e quando vai comer, em que flor irá posar naquele momento ou no outro e como tentará escapar de um predador. A um vídeo na iternet de um javali jovem que decide enfrenter uma leoa e acaba botando a supresa leoa para correr pois a valentia do pequeno a incomoda e ela vai embora constangida. Um  búfalo igualmente pára e põe um leão para correr e há muitos casos semelhantes. Seria até perda de tempo o esforço em negar que os seres vivos, as criaturas tem certa autonomia, quanto mais o homem. O homem desde o seu nascimento produz pensamentos e ações que o distinguem dos demais. Prova disso é o consenso de que a criança não tem pecado, pois até certa idade ( variável de indivíduo para indivíduo ) não produziu nada de si mesmo. Daí a palavra "infância ".Somente somos imputados como "pecadores" ( e isso é consenso também entre calvinistas e arminianos )  após o advento e a "idade da razão".   

Bem se você não analizar sériamente essa questão e emperrar mais uma vez nela , você não avança no que se refere ao recebimento da salvação e ficará mais uma vez com umavisão deturpada do que a Bíblia revela, a despeito da teologia acentida pela sua denominação ou pelo seu "pastor". Se ele crê na predestinação, no pós milenismo e em outras excentricidades teológicas, quer fazer parte da minoria mais erudita e sábia, é problema dele e com cereza o seu minsitério é absolutamente  medíocre e não falo dos parãmetros norte-americanos de sucesso ministerial mas extritamente Bíblicos mesmos. Possivelmente ele é chato, presunçoso e preguiçoso no mínimo.E  felizmente ou infelizmente o homem é livre para decidir sobre o seu destino e isso é claramente revelado em toda a Bíblia, no Antigo e no Novo testamentos.   

E a salvação como se dá então? Se não somos eleitos ou predestinados individualmente para sermos salvos em detrimento de outros como se dá essa salvação?   

Em toda a Bíblia, ou seja através das Escrituras, Deus interage com o homem e  em algumas vezes, menos vezes, temos o registro do diálogo entre Deus e Satanás. Deus fala com o homem antes da queda e após a queda. Antes e após o primeiro assassinato com Caim. Deus observa os homens e seus atos como em Babel e antes do dilúvio e assim continua por toda a Bíblia. Pensamentos e ações dos israelitas e de não israelitas são minuciosamente descritos. Quando Jesus esteve entre nós, atentava para cada intenççã do coração e cada ato, cada ação, como a fé do centurião, Zaqueu sobre a árvore, a oferta da viúva e a gratidão do leproso e tantos outros. Poderia citarlongamente cada um dos personagens observados e cujos respectivos  atos e pensamentos  Deus fez questão de deixar-nos registradas a Sua divina opinião.Creio achar um critério pelo qual Deus alcança as pessoas e responde com a mensagem e a oportunidade da salvação, idéias e pressupostos inteiramente coerentes com tudo o que a Bíblia nos mostra. 

A Bílbia fala entre outras coisas, que " O Senhor procura verdadeiros adoradores" - palavras do próprio Senhor Jesus significando que embora Deus conheça tudo, saiba tudo plenamente, Deus nos olha e contempla o nosso interior, e a alguns Ele rechaça terminantemente como a Faraó, Saul e Judas, e a outos como Saulo, Jacó, Davi, Salomão, Rute, Raabe a meretriz, a vipuva de Serápta ( não necesáriamente nessa ordem )etc, Deus se agrada. Em tempos mais recentes, o próprio Lutero, João Calvino, nós e tantos outros. Mas não seria por mérito também? Não, definitivamente não, pois somos todos pecadores e igualmente sucetíveis ao pecado e a falha, mas evidentemente acertamos em uma ou outra coisa. Não numa obra mas em uma atitude, em determinado momento. A samaritana, sendo mulher, sofrida, pegou água e deu-a a um Judeu, ao próprio Senhor  Jesus. Zaqueu, esqueceu por instantes da sua posição e se esforçou para ver a Jesus. O centurião, com poder sobre os seus soldados e invenstidura romana, reconheceu a sobernais do Senhor Jesus e recebeu um elogio jamais recebido por um Israelita acerca da fé demonstrada públicamente.

Um querido irmão, certa vez me indagou em um telefonema, se Deus amava igualmente todas as pessoas,ao ue disse que não. Deuia não ama todas as pessaos igualmente. Tem mais prazer com algumas do que com outras. Na Bíblia, nas Sagradas  Escrituras, encontramos frequentemente a declaração que Deus amava fulano e aborrecia cicrano. O próprio povo de Israel, como nação era mado, mas em certos períodos a população as pessoas que cnstituiem a nação naquele período histórico específico eram desprezadas por Deus incluindo os religiosos responsáveis pela manutenção espiritual do povo.

Finamente  a salvação é oferecida a todos.Não é nem necesario citar os muitos textos Bíblicos referentes a essa verdade. "Quem quizer venha e beba água da vida" ou "Todo o que invocar o nome do Senhor será salvo". "Vinde a mim todos os cançados e oprimidos e Eu os aliviarei", clama o Senhor.

por Helvecio S. Pereira

COMENTE ESSE "POST'

Em uma próxima postagem abordaremos um assunto desse decorente: é possível perder a salvação?

sábado, 27 de março de 2010

ESCOLHA E ELEIÇÃO

Mesmo que, a princípio, você não concorde com a minha reflexão sobre esse assunto, espero que a leia até o fim, pois não se trata de defender um ponto de vista ou de ganhar uma discussão pura e simplesmente. Lendo blogs de irmãos que admiro e amo, mas que em certos pontos nem eles concordam comigo e nem eu com eles, embora pense que haja temas mais importantes a serem abordados do ponto de vista prático e mais relacionados a vida e prática cristãs, abordo-os para que não haja apenas uma voz se levantando acerca dessas questões. Visto que, também, há consequências diferentes quando tais idéias chegam na nossa prática e opções de fé no dia a dia, no nosso cotidiano enfim.

Há algo a esclarecer que julgo importante: a salvação, a razão primeira de toda a revelação Escriturística que aponta para um único Salvador, que é Ele mesmo o princípio e o fim de todas as coisas, não é um concurso classificatório, um vestibular em que os que sabem mais, estejam por isso a frente dos demais; que fique claro que os critérios divinos para recompensa e galardão são outros  e que este é um ótimo assunto para outra hora. Somos salvos pela graça e únciamente. A obra confiada por Deus aos reformadores foi a de exatamente trazer a tona essa verdade escriturística. Lutero, Calvino e outros fizeram muito o bem o seu trabalho as custas de muita determinação e lutas. Graças a eles, em pleno século vinte e um, temos a manutenção dessa revelação Bíblica diante de nós, e se não a rejeitarmos e se continuarmos a proclamá-la, é essa graça que alcança as pessoas e lhes proprociona a certeza de uma tão grande salvação, conforme as mesmas Escrituras.

Não importa portanto, se somos calvinistas, arminianos, paraprotestantes e até católicos. Como reza a confissão de fé batista, o homem tem acesso a Deus independente da igreja, sendo nenhuma delas , nem mesmo a protestante ou evangélica, de alguma forma, intermediária  entre o ser humano e o seu criador. De fato, quando a igreja como institução humana e sua consequente teologia, quando não ajuda e não proporciona condições ideais para que esse homem cresça no conhecimento de Deus, só atrapalha. Muitas vezes terrívelmente, comprometendo em boa parte ou totalmente, o seu perfeito ou melhor conhecimento da vontade divina.

Um dilema entre calvinistas e arminianos ( mais para os calvinistas ) é a questão básica se o homem escolhe ir a Deus ou se Deus como único agente promotor de todas as coisas faz com que determinadas pessoas venha a Ele ou não. É aparentemente inútil relacionar todos os versículos Bíblicos intriscicamente  dependentes ao tema, todos amplamente conhecidos por ambos os contendedores. O erro, creio que de fato o há, consiste nas idéias por trás do que a Bíblia declara, oriundo de debates filosóficos ao longo da história e que contaminam de fato, as discussões. Quando convém à defesa da idéia em questão, recorre-se ora a Bíblia, as Escrituras e ora a dados históricos e seculares e até a outras informações julgadas relevantes.

Não se trata em escolher ou eleger o livre arbítrio filosófico em oposição à revelação escriturística. Não é necessário nem mencioná-lo, pois não é confiado no que se declara sobre ele que advém a minha compreensão do processo divino de escolha ou não escolha, de predestinação ou não predestinação, de eleição ou não eleição. A Bíblia, as Escituras se esclarecem por Si mesmas, justificado  ainda mais, pelo simples fato de, o que a Bíblia revela, não encontra paralelo na dicotomia recorrente, tanto na filosofia como na religiosidade construída culturalmente ao longo da história humana. Um bom exemplo disso é que o Criador apresentado nas Escrituras não é uma entidade  que emerge de uma grande conflito entre ela e uma entidade igual e oposta como em todas as religiões não abrâmicas, seja orientais, pagãs, animistas, etc. O  Deus Bíblico e Escriturístico não tem começo e nem fim, origem e mutação,  está além da Sua criação e criaturas, decorre daí o conceito de "Santo", ou seja "separado" , absolutamente de tudo.

A revelação Escriturística independe também das opiniões de "A" ou "B", seja personagens importantes e claramente cristãos, ou crentes como Calvino, Lutero, Arminus  ou seja lá quem for. A Bíblia se basta como  Escritura de Deus e como revelação de Deus, se cremos que o que nela permaneceu registrado passou pelo Seu divino crivo,  para que lá estivesse do jeito como está exatamente, nem para menos e nem para mais. Caso o leitor não saiba ou não se lembre, o apóstolo Paulo escreveu muito mais do que temos de seus escritos no Novo Testamento, mas Deus só permitiu o que lá encontramos. Em bom português, Paulo, o grande Paulo, pode ter dito alguma "abobrinha" em muitas de suas cartas, que Deus permitiu, deixou, fez que simplesmente se perdessem definitivamente. Paulo era um apóstolo instituído pelo próprio Senhor Jesus em cisrcustâncias inigualáveis, mas se o próprio Senhor deixou que apenas parte do que era divinamente revelador permanecesse, imagine Calvino, Lutero e outros. Embora a serviço de Deus, mas com um "apostolado menor", são reverenciados e seus escritos tidos como base de interpretações iguais ou circustancialmente acima da Bíblia, quando se  recorre às colocações  feitas por eles para explicar aquilo que deveria se entender diretamente das Escrituras.

Um irmão afirmou categoricamente, concernente à essa questão- e não foi o único, que o que Calvino declarou é a própria Escritura. A minha posição é decididamente a seguinte: todo crente deveria conhecer e aprender com esses grandes homens de Deus tão próximos de nossa época, e avaliar a sua fé e as lutas que esses grandes homens de Deus empreenderam, por amor ao Senhor, em seu tempo e época ,e só. No que disseram e estavam certos, pode ser absolutamente compreendido através da mesma Bíblia, a que temos em mãos hoje e agora, e ponto final.

Vamos portanto a reflexão acerca da ELEIÇÃO e da ESCOLHA.

Comecemos pelo conceito Bíblico de Escolha. Lembrando que a teologia tem para mim uma importância de instrumentalização, como ferramenta. Não entronizo a teologia e o seu conhecimento. Não está acima da comunhão com Deus e da experiência pessoal com Ele. A experiência sensorial entretanto não se dissocia da teologia escriturística. Siginifica em última instância que manifestações porventura aprensíveis pelo sentidos não tem valor se forem contra a revelação Bíblica ( discos voadores, abduções, entidades mortas, visões em bola de cristal, arrepios, calor, desmaios, arrebatamentos, visão de anjos, etc. ), isso porquê a revelação escriturística na Bíblia, como Palavra de Deus é inteiramente coerente do Gênesis ao Apocalípse.

A palavra hebraica para escolha é bãhar , que siginfica escolher, eleger, decidir por. Alguns termos derivados são ( bãhir ) escolhido, ( mibhrã ) escolhido, o melhor e  ( mibhôr ) escolha. Evidentemente não conheço o hebraico e o aramáico originais para eu mesmo fazer essa abordagem. A fonte são bons dicionários Bíblicos e o esclarecimento que eles proprorcionam acerca de cada assunto ou idéia. A minha colocação e lembrança, as quais julgo pertinentes são a de que não basta a tradução, mas  a idéia por trás de cada vocábulo em cada língua, se faz importante para a nossa compreensão atual do termo empregado e traduzido em nossa respectiva língua materna. Só a título de ilustração, a língua japonesa não tem plural, a língua russa não tem artigos, a vietnamita tem nada menos que 32 vogais, o hebraico original não tinha nenhuma, sem contar tempos verbais ausentes ou presentes em uma ou outra língua, como o aurista grego, etc. A observância da construção das idéias em cada língua se faz essencial portanto para um areal compreensão do sentido do que é declarado finalmente.

Ocorrendo 198 vezes no Antigo Testamento, a idéia da raiz do vocábulo ( escolha )  é a de " uma olhada penetrante em algo "  . Portanto visto como os calvinistas vêm ou como os armenianos, a Bíblia, as Escrituras não estão aí para nos agradar, o sentido é o mesmo. Tem a conotação de " testar" ou "examinar" encontrado em Isaias 48:10 e provérbios 10:20. Isso é importante simplesmente pelo fato de a língua estar historicamente distante, não é como uma tradução moderna que se recorre a falas presenciais ou a um dicionário e pronto. Inúmeras e por que não dizer exaustivas comparações linguísticas tem que ser feitas incluindo textos não religiosos e profanos para devidas comparações. Afinal a língua usada para Deus se comunicar nas escrituras é a língua e linguagem do tempo em que viveu o escritor humano do texto e seus contemporâneos, a quem primariamente se destinou a referida mensagem. O termo escolha tem até o sentido de "cultivar", "dividir o solo para cultura " e relacionado ao conhecimento, à ciência, o de "penetrar". Porém, o sentido mais preponderante é o de  "escolher" e "testar". O termo sempre implica em uma escolha  cuidadosa e bem pensada. A capacidade e não a simples arbitrariedade é o ponto principal. Mais a frente citarei os versículos Bíblicos a essa questão relacionados.

Para calvinistas e armenianos, e isso é concorde, somos salvos pela graça, única e exclusivamente e sobre isso ( grande trabalho dos reformadores ) não há nenhuma discórdia. Vale recorrer sim a história e lembrar que João Calvino se perguntou certa feita, por que os homens não se convertiam e criam na declaração escriturística acerca da salvação escriturística, formulando a resposta de que uns  eram   predestinados para a salvação( escolhidos, eleitos ) e os demais ( os que não criam evidentemente ) não. Pergunta errada, formulada erradamente, resposta formulada errôneamente também.


Levadas em conta os sentidos relativos à palavra escolha no Antigo Testamento ( por enquanto ) fica desqualificada a teologia calvinista nesse ponto. Senão vejamos:

Deus se basearia numa escolha bem pensada, testada, examinada e nunca numa simples arbitrariedade. Daí só se poderia concluir que Deus, na sua onisciência, examinaria cada um de nós,  testaria cada um de nós e nos provaria e por algum motivo positivo nos escolheria. Onde pois estaria a salvação pela graça e não pelas obras, por algum merecimento?

Deus olharia pra o João, no futuro, no presente, no passado, não importa Ele conhece tanto um como os outros ( todos o tempo está diante de Si mesmo ),  e depois de pesar acuradamente, diria: "Salvaremos o João!" Ou olharia para o Judas e após a mesma análise diria:  "- Não o salvaremos !"

O que a Bíblia revela e claramente é que Deus "examina os corações", "olha o interior  e não o exterior" e faz isso, procede dessa maneira com relação a uma obra específica, para a qual determinadas potencialidades parecem ser necessárias. Um dia desses li em um blog de um pastor que sempre acompanho, a opinião do mesmo sobre uma frase na camiseta de um dos jovens crentes vistos por ele em algum lugar que rezava o seguinte: " Deus não chama os capacitados mas capacita os escolhidos ". O referido pastor se inflamou contra  o que afirmava  a frase e relacionou quase uma dezena de personagens cristãs evangélicas desde a Reforma até os nossos dias enfatizando a idéia de que Deus só usa pessoas devidamente capacitadas usando o fato como argumento contra os despreparo dos neopentecostais ( algo que ele faz recorrentemente ). Na minha opinião essa discussão da perspectiva de Deus é absolutamente inútil. Nem o autor da frase está inteiramente correto ou errado e nem o pastor revoltado com tão pouco. Deus faz as duas coisas, pois Ele vê todo o tempo. Pode capacitar antes de chamar, o caso do grande Moisés ou do grande Isaías o qual purificou a língua e lábios para profetizar em seu nome. Ele é o Senhor... e ponto final.

"Eleitos" e "escolhidos" não são para a salvação, evidentemente. Somos salvos pela graça e únicamente, através da obra redentora de nosso salvador e Senhor Jesus Cristo, ponto pacífico entre calvinistas e arminianos e quem mais aparecer, se crer realmente na salvação únciamente pela graça. A doutrina da capacidade de escolha divina demonstra inexoravelmente que, não um mecanismo cego, mas uma personalidade estão no centro do universo reconhecido por nós, como no centro de tudo o que possa existir. 

Outro ponto que corrobora para o sentido da escolha não ser para  a salvação é que o termo é usado muitas  e muitas vezes com conotação militar ( Jz 20: 15 e 16 ) e de escolha pessoal ( Is 42:1). ( Sl 89: 3 e 4) examinado e achado melhor ( Gn 23:6).

Outros versículos que podem e devem ser lidos, obervando o emprego do termo na língua original:

Is 48:10, Pv 10:20, Ex 18:25, Dt 23:16 e 17, I Sm 17:40, I Rs 18:25, Is 1:29; 40: 20, I Rs 8:16, I Cr 28:5,
I Sm 10:24, 2 Sm 6:21, Dt 12:5, Dt 14; 6, Dt 7:7, Is 41: 8, 43:10, e 48: 10, I Sm 2:27 e ss, Sl 78:31, Jz 20:15 e 16,Is 42:1, Sl 89:3 e 4, e Gn 23: 6.


Finalmente, já que a salvação não é pela chamada predestinação, como que se dá , conforme claramente demonstrado nas Escrituras, já que é concorde entre os evangélicos, que a mesma se dá única e exclusivamente pela graça?

Falarei sobre esse segundo ponto em uma próxima postagem.

Por Helvecio S. Pereira

COMENTE ESSE "POST'

sexta-feira, 26 de março de 2010

DEUS NOS AMA?

Parece algo redundante para alguém que mínimamente conhece a Bíblia e alguns de seu versículos que trazem essa revelação e afirmação. Entretanto dizer isso, repetir essa verdade, segundo as Escrituras, não faz com que exatamente essa pessoa, esse crente tenha, ou mantenha a convicção de que Deus o ama e que ama os demais seres huimanos, homens e mulheres, quando idosos ou crianças.

Ou seja, precisamos todos os dias olharmos para nós mesmos, para o mundo ao nosso redor, comsua aparente desigualdade e injustiça e separamos uma coisa da outra. Muitas vezes a teologia, repito necessária e útil, se transforma no principal meio de desvirtualização dessa declaração, dessa revelação Bíblica. Não sabemos tudo sobre Deus e nuca saberemos, pois Deus muito acima da Sua criação, que é maravihosa e complexa, não pode ser pesquisado, analizado, esmiuçado. O que de Deus passamos a conhecer é por Sua exclusiva e intecional revelação de Si mesmo. Diante de tudo, sempre nos cabe a decisão de demonstrar fé nEle, mesmo que o entendimento disso esteja distante ou seja impossível para a nossa compreensão imediata.
Teólogos, e aqueles que passam a supervalorizar a teologia como entidade especial, erram em princípio, em tentar ter todas as respostas. O calvinismo erra e erra feio, comete um erro grosseiro, em não reconhecer que criaturas vivas, criadas por Deus tem uma certa autonomia e poder de decisão e portanto, por suas decisões, são e serão sempre responsáveis. Deus conhece o mal e pode produzir o mal, a Bíblia o declara, mas Ele é perfeito e não o faz, indeliberadamente. Qualquer ser humano normal pode matar outro mas não o fará indeliberadamente, ao contrário pode ajudar o seu próximo, salvá-lo e até se sacrificar pelo outro.  Muitas notícias, que são  exemplos disso há todos os dias. Temos  pessoas que salvaram outras e por essa atitude, sem serem obrigados, até  perderam as suas vidas. O calvinismo chega  afirmar,  com base nas exposições do apóstolo Paulo, sem levar em conta os falantes envolvidos, que ninguem seja capaz de fazer nenhum ato de bondade em momento algum da vida. A realidade nos mostra que há pessoas com extrema malignidade e outras com extrema bondade. Não somos bons como Deus, afirmou-nos Jesus. A nossa justiça é como trapos de imundicia, ou seja juntamente com os melhres atos há erros igualmente grosseiros de julgamento, atitudes espúrias, menores ou maiores, e isso nos faz pecadores. Daí a nossa natureza necessitar uma redenção, uma libertação. Mas esse é um bom assunto para outro momento.

Uma das primeiras provas de que Deus ama todos os homens é o sustento e manutençção da vida. Há fome no mundo mas a culpa não é de Deus. Todos os dias, todos os anos, vinte e quatro horas por dia, Deus sustenta com fidelidade o mundo. Os desastres naturais normalmente se sucedem simplesmente pelo fato de o homem estar, morar, naquele momento, em um lugar que não deveria nunca fazê-lo. O homem longe de Deus não pergunta a Deus sobre os Seus propósitos e não mantém comunhão com Ele. No máximo, pede e fala, supostamete a Ele. A massiva população deísta e monoteísta ( cristãos, judeus e muçulmanos ) oram e pedem e amam o mesmo Deus, o Deus de Abraão. Daí a ter comunhão com esse Deus, mesmo reconhecendo os Seus eternos atributos é outra coisa. A comunhão com Deus, o fato de eu falar com Ele e ouví-lo, seja intuitivamente ( guia intuitiva ), seja através da Sua Palavra, as Escrituras, concomitantemente e até ouvir a Sua voz , de certa forma audível, em sua mente e coração, se dá efetivamente pela possibilidade do ser humano falar com Ele e de ouví-lo e comungar com Sua divina vontade e se submeter a Sua divina direção.


Deus sustenta  o mundo e a vida humana na terra. Faz crescer os alimentos vegetais, multiplicar os peixes e seres marinhos os quais servem como alimento humano, os bovinos, caprinos, etc. Nos dá o ar, o sol, a chuva, excetuando poucas regiões da terra, as quais o hmem preferencialmente não deveria habitar, mas até nessas regiões Deus fielmente mantém as condições  passíveis de vida. Deus nos possibilita  nos reproduzirmos. casamos e nos damos em casamento. Nascem número significativo de mulheres e homens e faz com que cada um de nós se desenvolva aos bilhões dentro da mesma normalidade, infância, puberdade, lfase adulta e velhice. Aleijões, doenças genéticas, anomalias várias, não são cuipa de Deus ou erro dEle, mas se pudéssemos investigar cientificamente, além de teológicamente ser consequência do pecado, há um erro humano em algum momento do tempo ou em algum lugar, como é o caso da AIDS, por exemplo. O consumo de carne de chimpazés na África, relaçoes sexuais com símios e o comportamento sexual degerado nos lugares chamados "civilizados" possibilitaram tal epidemia. O amor de Deus se revela desde as mímimas coisas até as coisas mais grandiosas ou claramente grandiosas. Basta viajar ou ver através da internet, expandindo um pouco mais a sua visão de mundo e facilmente se constatará que, apesar do que somos, de como vivemos, as vezes tão diferentemente uns dos outros, seja em termos de condições econômicas, sociais, religiosas ou culturais, todos somos sustentados igualmetne por Deus, que semelhantemente ao pai do filho pródigo, deseja que esse homem, essa mulher, se lembre da casa do Pai e volte seu olhar e interesse para Ele, um Deus de profundo e real amor por nós. Eu creio nesse amor e na sua extensão incomensurável. Creia-o também.

por Helvecio S. Pereira
COMENTE ESSE "POST"


segunda-feira, 22 de março de 2010

ELA NÃO SABE SE É ARMINIANA OU CALVINISTA E TALVEZ A SUA IGREJA NÃO SEJA A MAIS LUXUOSA E TEOLÓGICAMENTE CORRETA. TAMBÉM SE SEU PASTOR TEM OU NÃO UM LONGO E RECOMENDÁVEL CURRÍCULO ACADÊMICO...POR OUTRO LADO PODE SER TUDO ISSO, E DAÍ?

Deu na web e na imprensa:


Desde que se tornou evangélica, há dez anos, Vânia Maria Corrêia dos Santos, 28, varreu a desonestidade de sua vida. Por isso, a gari não pensou duas vezes quando, na última segunda-feira, encontrou no meio da rua um cheque no valor de R$ 35 mil, nada menos que 70 vezes o valor do seu salário. No dia seguinte, foi ao banco e depositou a quantia na conta do destinatário.

Vânia estranhou o envelope branco, limpinho, sobre o chão cheio de barro. Bem na frente da loja Tok Stok, na Avenida Tancredo Neves, abriu o invólucro e levou um susto. “Meu Deus, quanto dinheiro”, pensou. Lembra-se até mesmo do que vinha após a vírgula. “Trinta e cinco mil, cento e cinquenta reais e quarenta e nove centavos”.

No verso, um nome e telefone. Antes de devolver o que não era seu, Vânia ouviu todo o tipo de conselho. “Teve gente que disse pra eu depositar na minha conta, outros mandaram eu sacar, mas que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a alma para o inferno. Chega de fazer besteira nessa vida”. O número da conta e o nome da empresa que receberia o crédito estavam dentro do mesmo envelope. Vânia foi ao banco Santander mais próximo e fez o depósito na hora.

Somente depois, ligou para o número atrás do cheque. Disse a um homem, que se apresentou como gerente de uma empresa, que ele poderia ir buscar o comprovante. Um office-boy foi até seu encontro, pegou o documento e a entregou outro envelope: “Para Vânia. Obrigado”. Dentro, R$ 50. Um valor 700 vezes menor do que o do cheque.

Perderam o contato. Não tem mais o telefone e sequer se lembra do nome do gerente e da empresa. A gari é responsável pela varrição da rua Edistio Pondé, no Costa Azul, além de um bom trecho da Avenida Tancredo Neves. “É muito chão pra varrer”.

Seu ato é ainda mais nobre pela vida simples que leva, em Nova Sussuarana, às margens da Avenida Gal Costa. Casa de dois cômodos, no reboco, onde mora com duas filhas e o marido. Mas, em vez de R$ 35 mil no bolso, Vânia preferiu continuar com as ruas e a consciência limpas.

fonte: Correio da Bahia/Notícias Cristãs

P.S.: Lembremos da oferta da viúva e da observação feita pelo próprio Senhor Jesus, doponto de vista de Deus ( que é outro ) outros elementos são mais importantes em termos de vida cristã, do que aqueles que como crentes, tradicionalmente e culturalmente, avalimaos como importantes. Cuidemos para que não estejamos colocando ênfases emcoiosas que simplesmente não importam tanto.

domingo, 21 de março de 2010

O LIVRO DE ELI, O FILME. UMA MANEIRA TRABALHOSA E CARA, MAS UM TESTEMUNHO A FAVOR DA IMPORTÃNCIA DA PALAVRA DE DEUS



"O LIVRO DE ELI" SERÁ UM FILME COMPLEXO E INTERESSANTE.

Muitos poderão vê-lo e não captar a sua mensagem complexa. Seria mais um filme com certa dose de  violência e de destruição pós-apocalíptica, mas é de fato, muito mais do que isso. A mensagem central é que há um livro, cujo conteúdo e mensagem, seja capaz de reerguer da condição de aniquilamento e destruição um mundo, uma nação ou um indivíduo levando-o , através de sues ensinamentos, a uma completa reconstrução. A Bíblia como Palavra autêntica de Deus é capaz de fazê-lo. Basta que alguém aponte para ela, a Bíblia, e ela, essa mesma Escritura com,o Palavra de Deus, apontará para o único Redentor e Salvador.

Deu na Web:

A América está em coma há oito anos." Não é muito comum ouvir esse tipo de afirmação durante a divulgação de um blockbuster de 100 milhões de dólares estrelado por Denzel Washington. Mas são os elementos dissonantes dos irmãos Allen e Albert Hughes que diferenciam "O Livro de Eli" de outros longas pós-apocalípticos que estão invadindo os cinemas. "Acho que os americanos nunca acharam que poderiam ser atingidos e se perderam neste início de século. Talvez seja essa a razão do gênero ter retornado com tanta força. É um reflexo do drama pelo qual os Estados Unidos vivem", completa Allen, o lado mais intelectual da dupla.

Os irmão Hughes não perdoam o próprio país. Afro-americanos e pouco pacientes com políticas de grandes estúdios, um deles (Albert) mora em Praga e o outro não esconde seu desejo de viver na Europa. "Mas alguém na família precisa trabalhar", brinca Allen com exclusividade para o UOL CINEMA. "Na França e alguns países do velho continente ainda há respeito pelo cinema de verdade, pela velha arte de construir personagens e a emoção." Mas as filmagens de "O Livro de Eli" passaram bem longe de cruzar o Atlântico. Durante três meses, o elenco e a equipe técnica se refugiaram no deserto do Novo México, onde o futuro da Terra imaginado pelos Hugues tomou forma. "Aconteceu de tudo nesta produção", recorda a atriz Mila Kunis (That 70's Show), que faz uma garota sob o domínio do "prefeito" tirânico de uma pequena cidade, vivido por Gary Oldman. "Tempestades de areia, calor de mais de 40 graus durante o dia e um frio congelante à noite. Pode apostar que não foi uma estadia em um hotel de luxo." 


O esforço valeu a pena. "O Livro de Eli" acompanha um homem solitário (Denzel Washington) numa jornada para atravessar os Estados Unidos arrasados por explosões solares daqui a 30 anos. A sua missão é proteger um livro sagrado até São Francisco, cidade que, em tese, abriga uma comunidade preocupada em reeguer a sociedade em frangalhos. "É uma história sobre o poder da fé e da esperança, e não sobre religião", descreve Allen, quando ouve o apelido ("Mad Max gospel") que o longa recebeu da imprensa.

Não é nenhum segredo qual é o livro que repousa na mochila de Eli, personagem de Denzel, e desperta a busca de Carnegie, o ditador que mantém o controle sobre a população por possuir acesso à água, produto mais valioso do planeta: a Bíblia. "Carnegie é um homem que sabe o poder que os livros têm e está com medo de perder seu controle", filosofa Gary Oldman, outra vez brilhante no papel de vilão – ao ponto de ganhar uma música brincalhona chamada "Scary Gary" (Gary Assustador), composta por Mila Kunis e sua colega de set, Jennifer Beals. O uso do livro sagrado do cristianismo não foi simbólico ou por acaso, mesmo se considerarmos que estamos diante de um filme dos diretores de Do Inferno, adaptação da graphic novel de Alan Moore, e Perigo Para a Sociedade. "Os cristãos não tem um rock star. Eles precisavam de um homem ou uma mulher para representar sua crença de forma cool", confessa o "não-religioso" Allen Hughes.

Quer dizer que, no caso de vitória do herói solitário, o futuro da Terra será ditado pela Bíblia? Não é bem assim. "Gosto de imaginar vários Elis, de raças e crenças diferentes, salvando livros importantes em todo o planeta", diz o diretor, que só imaginou isso depois que o estúdio alertou para o problema monoteísta. "Foi uma das raras notas inteligentes que o estúdio me mandou", conta o Allen, sem esconder a gargalhada. "Eu não estava muito preocupado com isso, porque o filme não é sobre a Bíblia, mas sobre o sacrifício do personagem." O sacrifício, no entanto, tem suas vantagens. "Eli é um homem abençoado", explica Allen, referindo-se à destreza de Denzel Washington com a espada como um pós-apocalíptico e imbatível samurai. "Meu irmão estudou muito Zatoichi para compor o visual das lutas e do guerreiro. Não poderia ser de outra maneira, já que Denzel é um ator que não cria apenas ícones, mas personagens de verdade." Tanto é verdade, que o astro quase não topou participar deste faroeste no fim do mundo. "Nunca brigamos, mas tivemos grandes debates sobre como Eli deveria ser. O problema é que ele ganhava sempre, porque é um grande debatedor. Caramba, ele fez até um filme sobre isso!", diverte-se Allen, lembrando de O Grande Desafio, longa dirigido por Washington em 2007. "Eu sabia que tinha muito trabalho a ser feito no roteiro e queria ajudar", admite Washington, em entrevista coletiva. "Mas há uma evolução espiritual em Eli, algo que costumo ter em meus personagens, até em obras mais sombrias como 'Dia de Treinamento'." 

Apesar do peso dos 55 anos nas costas, Denzel treinou por seis meses para entregar as cenas de ação, nas quais ele enfrenta canibais como dobro de seu tamanho ou mercenários armados até os dentes. "Ele queria estar em todas as cenas. Não aceitava os dublês", lembra Allen. "Já fiz filmes que exigiram do meu físico, mas neste caso precisei trabalhar com Jeff Imada e Dan Inosanto, dois artistas brilhantes de artes marciais, e foi o maior desafio em que joguei meu corpo." O desafio ainda não acabou. O Livro de Eli rendeu apenas 93 milhões nos Estados Unidos e tem uma nova chance no mercado internacional, mais aberto ao estilo cru e pessimista imposto pelos diretores. Uma bela hora para rezar, não é?

Uol/Notícias Cristãs

COMENTÁRIO:
embora o ator principal se confesse cristão,  o filme "O livro de Eli" não é cristão evangélico bem como seus diretores e autores, afrodecendentes, não se considerem cristãos ou religiosos de outra crença. O filme é uma obra de arte com todas as contradições que um artista pode colocar em sua obra, contradições suas e de sua época. Cristãos não são obrigatóriamente artistas e portanto tendo o que dizer não saberiam como dizê-lo através do cinema, por exemplo, mesmo asim como Matrix, Avatar, 2012 e tantos outros onde temas relacionados direta ou indiretamente com o que a Bíblia revela sobre a humandade entram assim na pauta de discussões e aí alguém que conheça a Palavra de Deus tem oportunidade de informar  e testemunhar às pessoas. O artista procura, tateia e interroga, a Bíblia tem as respostas.


por Helvecio S. Pereira

COMENTE ESSE "POST"

sábado, 20 de março de 2010

É DEUS TODO PODEROSO?

Nós brasileiros, na sua maioria, tivemos as primeiras noções de Deus, na família, na igreja católica ( a grande maioria de evangélicos no Brasil constituem-se de ex-católicos romanos ), uns mais, outros menos. Uns apenas desorganizadamente em visitas esporádicas a igreja católica, outros mais sistematizadamente através de catecismo e encontros, etc. Enfim todos, incluindo kardecistas e todos os protestantes, reformados, paraprotestantes, judeus e muçulmanos temos a idéia de um Deus único e absoluto. Não há discussão sobre esse fato com alguma possibilidade de negá-lo. É ponto pacífico e concorde na imensa maioria de pessoas.

Alguma diferença começa a surgir quando são levantadas outras questões ao serem relacionados e confrontados alguns fatos ou fenômenos. O mal é um deles. O mal é um fato cotidiano, intrícico a existência  humana e visível na própria natureza. Outro ponto são fatos na história, seja no passado  ou no presente, que não combinam com aquilo que se supõe ser a natureza de Deus, perfeitamente boa e perfeitamente justa.  Entre os religiosos a discussão franca e as posições opostas emergem a séculos, como por exemplo, entre a posição calvinista e arminiana. E incrivelmente todos tropeçamos de um modo nela. Não só os arminianos do p-onto de vista dos calvinistas, mas os próprios calvinistas, ou os judeus, ou não cristãos como os mulçumanos. Geralmente os crentes no Deus pessoal e único são absolutamente tementes e respeitosos ao Deus que amam, e nunca as suas declarações de fé buscam tornar Deus uma pessoa menos absoluta, não de modo nenhum. Quando um calvinista defende, com todas as implicações o seu ponto de vista e compreensão Bíblica, o faz exaltando e dando a justa medida da soberania de Deus. Quando um arminiano defende o livre arbítreo do homem não tem a intenção de diminuir a soberania de Deus mas de definí-la tão soberana como capaz de fazer essa conceção ( embora pareça improvável e estupidez do ponto de vista do calvinista ). Mas a coisa não pára somente nessas duas posições.Qundo um reformado afirma que dos dons derramados em pentecostes não são para hoje limita a atuação de Deus, de alguma maneira a uma época histórica. Quando um adventista afirma que Deus não poderia criar um lugar tão horrível quanto o inferno para destinar o homem a um sofrimento eterno também limita a atuação de Deus. Quando se aventa a possibilidade da reencarnação como evolução dos seres humanos ( por parte de kadercistas que não são teológicamente cristãos mas creem na existência do Deus criador cristão ) limita Deus a necessidade de um esquema e arquitetura lógica fantástica e incorente. Ainda quando se discute se Deus é a origem do mal ou se o mal surgiu expontâneamente novamente a soberania de Deus está em jogo em última instância.  Seria mais ou menos poderoso se fosse responsável por cada vontade e ato no universo ou fora dele ou se o mal houvesse surgido expontãneamene ainda que com a Sua permissão e criação dessa possibilidade? Se Deus sabe tudo ( e Ele sabe ) ou pode abrir mão de sabê-lo muda a Sua efetiva soberania? Se Deus pode ou não ir contra a Sua própria natureza ( pode de potência, não de vontade ) e quebrar todas as regras criadas por Ele mesmo, em que medida muda a Sua efetiva Soberania?


Embora essas questões se pareçam a certa altura como discussões bizantinas, sendo que a maioria dessas questões não serão efetivamente debatidas pela maioria das pessoas,mesmo porque muitas são dilemas que por mais que se debata humanamente sobre elas não se chega a uma resposta definitiva o fato é, que no dia a dia reafirmamos ou negamos com nossas atitudes de fé ou falta dela a real soberania de Deus. Eisso sim , devemos tomar cuidado. Não são os nossos discursos que comprovam o que cremos, mas as nossas atitudes diante dEle, quando somos confrontados, como cristãos e como crentes, diante de situações reais. Esse era o grande problema dos fariseus. Toda a sua religiosidade demonstrava que criam. Em situações novas e reais se via, entetanto que, claramente que não havia fé alguma. O mesmo acontece hoje. Quem acompanha as minhas postagens nesse blog, pode achar que odeio os teólogos. Não é esse o fato. Sei da importância do seu trabalho, sem o qual não teríamos a doutrina como uma fé organizada e  passível de ser mostrada a  e consultada por todos, com todos os pontos da nossa crença claramente delineados. A minha crítica é factual, ou seja, quando alguém coloca o conhecimento temporal e humano, ainda que seja religioso e legítimo, a frente ou acima, do que Deus pode nos mostrar intimamente em situações reais perde a validade. A Bíblia Sagrada, as chamadas Escrituras judaico-cristãs, diferem dos demais livros religiosos  seja de quais religiões forem a base e nelas produzidos. A Bíbia foi escrita com fatos reais, episódios acontecidos na vida de seus escritores inconscientes e de cada pessoa cujo fato foi registrado para que deles tomássemos conhecimento. Normalmente o conhecimento teórico, cognitivo, ao nível da repetição da informação, base do pensamento teológico, raras excessões não contribui para uma fé na mesma medida. O teólogo desenvolve um pensamento enrrigecido exatamente contrário a fé infantil da qual Jesus fala e nos convida a ter. Alguém está gravemente doente e só um milagre o pode salvá-lo. Se o tal é de uma profunda cultura, advinda de décadas de formação cultural, ainda que religiosa, teológica, denominacional, secular, esse sujeito não consegue se desvencilhar do que sabe para crer sem reservas em algo que ele não tem possibilidade de saber como será feito e morre sem ser curado, por não crer. A sua falta de fé impede o milagre.  Alguém pode asseverar que  se o tal morreu por falta de fé, sendo cristão, então se todos tivessem fé absolutameente ninguem  morreria. Não se trata disso, aí a explicação é outra. Não misture as coisas.

Muitos  contemporâneos de Jesus, o viram face a face, ouviram a sua voz e ensinamentos e não creram. Segundo as escrituras em duas cidades Jesus "não pode fazer muitos milagres". Chegamos a partir dai a um outro ponto: como pode ser Deus Todo Poderoso se pode ser detido pela incredulidade ou rebeldia humanas ( e os fatos comprovam isso, aliás as escrituras mostram de modo inequívoco isso ). Seria Deus então menos Todo-poderoso? Ou Deus deixaria transparecer que foi detido, impedido, sendo tal atitude produzida por Ele mesmo? Mas aí não seria verdadeiro e um dos atribuos de Deus é ser justamente e inegávelmente,  irretocavelmente a verdade, a mais completa e a mais absoluta verdade.

O ponto principal é, a crença em um Deus Onipotente e portanto Todo-poderoso, absoluto em todas as instâncias implica inevitavelmente em alguém que não é limitado por nada, nem pelas regras e leis criadas por Si mesmo.  Não significa que loucamente irá rompê-las ou que se mostrará imprevisível fazendo em um momento algo e no outro momento justamente o contrário. Mas que não existe nada, absolutamente nada, igual a Si mesmo e muito menos acima de Si, seja qualquer coisa. É o único Ser que não pode ser explicado, analisado, colocado em um tudo de ensaio, examinado cada uma de suas partes ou definido em última instância o que o constitue e forma e como surgiu.

Os inimigos da religião afirmam categóricamente que o homem criou a idéia de Deus e por isso essa idéia de Deus se confunde com o caráter humano. Normalmente quando falamos de Deus, mesmo com base no que é revelado nas Escrituras, fazemos comparações e preposições que de um modo ou de outro o limitam. Ele é mais do que Ele nos pode revelar, contudo reevela-nos o que nos convém saber, para crermos nEle, para nos relacionarmos com Ele e para recebermos dEle o que a Ele nos apove dar. A Bíblia nos mostra  um Deus  ilimitado em todos os sentidos e no que se pode imaginar. Diferentemente dos deuses das religiões  não abrâmicas, sugidos em decorrência de alguma catástrofe e do embate entre duas entidades iguais e opostas, Jeová é único, pré-existente a todas as coisas e seres e sobernao sobre todas as coisas. Não há limites e Ele  o Senhor quer que creiamos nessa verdade, revelada na Sua Palavra, para que só assim a Sua vontade, possa se manifestar em nós, assim como é feita no céu.

A Bíblia, como úncia e genuina Palavra de Deus nos proporciona isso, mas muitos de nós até mesmo com o conhecimento dela nos pomos a dar voltas e caminhar em círculos ao redor de pontos de nossa preferência e poucos de nós conseguem fazer algo mais promissor e efetivo na obra de Deus. Que fujamos do lugar comum, sem contudo nos afastarmos daquilo que é mostrado nas Escrituras, a genuina Palavra de Deus. Para isso é indesculpável a comunhão com Ele que começa inevitavelmente passando pela única porta que é o Senhor Jesus. Quem não entra por Ele é ladrão  e salteador, mas quem entrar por Ele, sairá e encontrará pastagens. Que o Senhor nos abençoe e que fujamos daquilo que não contribui efetivamente para uma fé esperado por Ele, como a fé do centurião, que recebeu o maior elogio de Jesus: "nem mesmo em Israel encontrei uma fé como esta!"

por Helvecio S. Pereira

COMENTE ESSE "POST"

HAITI, NOVAS E BOAS NOTÍCIAS ...QUE ME FAZEM CHORAR DE ALEGRIA

Com tanta coisa espiritualmente boa para se falar, há irmãos que sob a tutela da condição de evangélico gasta tempo e espaço para textos que semeiam dúvidas, divisões e trazem tristeza pois para nada prestam. Essa notícia me fez deixar cair lágrimas dos olhos...mas de alegria. O Senhor é bom e eterna a Sua misericórdia...

Haiti – Após a tragédia: Deus

Sob os escombros de sua casa, um estudante de seminário no Haiti guarda com muito cuidado os estudos bíblicos. Apesar da atmosfera sombria, Uriel Blanchet diz: “Eu não gostaria de estar em outro lugar.”
Blanchet é um estudante do segundo ano do seminário teológico evangélico na capital Porto Príncipe. Sua casa foi completamente destruída no terremoto de magnitude 7,0, que matou mais de 230.000 pessoas em janeiro e deixou mais de um milhão de desabrigados. Ele e sua família dormem no quintal de sua casa, ou o que sobrou dela.
Em uma carta falando de sua matrícula para o terceiro ano, divulgada pela Igreja Mars Hill, em Seattle, EUA, Blanchet disse que não possui recursos financeiros para retornar ao seminário, mas ele quer saber mais sobre a Escritura e compartilhá-la com os outros.
“Com certeza gostaria de ter a oportunidade de estudar a Palavra de Deus um pouco mais para poder continuar com este ministério de estudo da Bíblia”, escreveu.
O seminário teológico evangélico STEP está abrigando cerca de 2.500 pessoas no campus, lugar em que os haitianos não foram apenas para encontrar refúgio, mas também para encontrar a alegria de adorar a Deus.
“Eu estava dirigindo para o campus quando ouvi o som de música vinda de longe”, disse Thomas Kim, diretor-executivo do projeto Igrejas Ajudando Igrejas.
“Eu continuei até o morro, virei a esquina e lá estava: em todos os lugares vi as sombras dos haitianos, que saltavam alegremente ao ritmo da música. Embora eu não conseguisse entender a língua, essa música era alta e clara: ‘Hosana!’ Com as mãos levantadas o povo cantou “Hosana!”, disse Thomas Kim.
O corpo docente do STEP estima que 300 pessoas tomaram decisões por Cristo desde o terremoto. STEP é um dos seminários mais proeminente no Haiti. Sua missão é preparar líderes piedosos haitianos e fazê-los discípulos de Cristo a fim de transformar suas comunidades, para a glória de Deus.
Organizações que servem toda a ilha do Caribe têm relatado a adoração ativa e as dezenas de milhares de decisões por Cristo em meio à devastação.
Pastores e diretores de missões do Missionaire Confraternite Baptiste d’Haiti (CMBH) informaram que 40.127 haitianos fizeram profissões de fé em Jesus Cristo desde janeiro, de acordo com Batista Press.
O missionário Roy Shelpman da Baptist Mid-Missions disse que mais de 80 pessoas entregaram suas vidas a Cristo no mês passado durante reuniões extraordinárias, realizadas pela Igreja Batista Hosana em Jacmel.

Traduzido pelo Gospel+ de Christian Today

sexta-feira, 19 de março de 2010

QUANDO O EVANGELHO É EVANGELHO

Não deveria ser uma novidade, todos deveriam saber, que a palavra "evangelho" é de origem grega e significa "Boa nova", "boa notícia". Mas essa boa notícia não é qualquer notícia. Não é notícia relativa a vizinha fofoqueira e nem tão pouco a derrota do seu time do coração ( coisa que não vale, sinceramente, investir as suas emoções ). Talvez, só para termos uma pálida idéia, a notícia de um importante prêmio em dinheiro dada a uma pessoa absolutamente paupérrima solucionando todos os seus problemas de habitação, alimentação, saúde, trabalho e estudo. Quem sabe ainda a alta médica dada a um paciente terminal que acaba de recuperar a saúde inesperadamente e contra todos o s prognósticos mais otimistas. Enfim é a notícia da notícia, a melhor que se possa ouvir, com repercussões para toda a vida. Isso é evangelho. Esse é o tom, o impacto que pode ser medido quando alguém recebe uma excelente notícia que produz a mais exuberante alegria, que dá vontade de contar para todo mundo e compartilhar o acontecido nos seus mínimos detalhes.

Creio que não ter conseguido dar toda a dimensão do que pode significar o evangelho na sua plenitude. Palavras humanas não são suficientes, nem em prosa, nem em versos. Sempre omitiremos parte do que significa de fato a benção do evangelho, planejado e executado pelo próprio Deus em favor únicamente dos homens imerecedores, perdidos e desgraçados, embora nem se imaginem e nem se reconheçam como tal. Entretanto religiosos profissionais, após uma longa vida e carreira que lhes propiciara a ascenção a um ministério ou púlpito, na prática pregam uma outra coisa, embora em nome da correção teológica, da fidelidade escriturística, à pressuposta compreensão organizada. E não somente isso, sem se dar conta, valorizam a janela ao invés da paisagem, o embrulho ao invés do conteúdo, a mão e o dedo que apontam ao invés daquilo ou daquele  que é apontado por ela.


O verdadeiro evangelho aponta a Jesus Cristo como O Salvador, o único e totalmente suficiente e eficiente. Até aí há pouca discordância sejam entre católicos romanos, luteranos centenários, batistas, reformados, calvinistas, arminianos, paraprotestantes e mais um monte de autodenominados cristãos esparramados pelo mundo. O problema começa quando cada um quer, por estranhas razões, explicar como é esse Salvador e como é a sua salvação. A partir daí o perdido que se alegraria  com a possibilidade de uma tão grande salvação revelada nas Escrituras ( única fonte de verdade ) começa a esmoecer. Ele salva, mas não salva de qualquer maneira, salva com critérios, também não salva sozinho, não salva qualquer um, não salva diretamente, salva a partir somente de determinada  igreja, de determinados sacramentos, da observância do sábado, salva mas não manda o perdido para o inferno (??),  só salva se os perdidos concordarem sobre os mesmos pontos, etc, etc, e por aí vai. Tantos acréscimos e adendos à salvação ofertada e uma vez aceita totalmente efetiva na vida do perdido transformando-o completamente, de fato, a olhos vistos. Um evangelho assim pregado não acrescenta à igreja uma pessoa por ano, mas concorrem-na as centenas, aos milhares, como incêndio no milharal seco. Os pregadores dos anti-evangelho não gostam disso. Acham sinceramente se muitas pessoas atendem ao apelo de uma pregação, de determinada mensagem evangelística, se concorrem para determinada igreja ou ministério, alguém está facilitando as coisas ou dourando a pílula. Esquecem contudo que se há milagres é Deus quem os promove e as pessoas testemunham umas as outras e os aflitos, todos aqueles desesperançados que não vinham nenhuma saída, agora vem a Jesus e dEle recebem o socorro e todas as suas defesas e resistências desabam por terra e nunca mais deixam ao Senhor, haja o que houver. Mas estes firmes na sua incredulidade, embora se proclamem crentes asseveram que não seja Deus que opera ali. Nada de novo pois os fariseus tentaram convencer o cego que agora via a dizer que Belzebu é  que o havia curado. Se colocam como fiscais da obra de Deus ao invés de agentes efetivos de Sua obra. Deveriam, ao invés de se debruçarem em críticas, fazer, segundo suas convicções mais corretas as mesmas obras ou maiores. Mas não o podem fazê-lo talvez porque, a exemplo de um comentário de um importante pregador do passado, o tamanho da graça existente na vida do reitor de determinado seminário não excedia ao tamanho de seu traseiro sobre a sua cadeira (rs,rs,rs,rs). Se estão tão próximos do Senhor e portanto vêem as coisas de Deus com mais clareza, como não consegue fazê-la? 


Quão diferente daquele evangelho anunciado a conta-gotas, em lições, em salas e aula separadas por estágios de compreensão, por gênero, com ensino doutrinário específico ( como os cinco pontos do calvinismo e os erros e heresias  do arminismo,  a guarda e o  mandamento do sábado, estudos sobre usos e costumes, e tantas outras especificidades ). Ou quem sabe, daquele evangelho em que os membros da igreja continuam felizes cada um como chegou: o pobre tão pobre quanto antes, o rico mais rico que antes, os simples tão simples quanto chegaram e os doutos e cultos quanto mais amigos do saber e conversas e aspirações específicas de seu grupo. Nenhuma mudança drástica, nenhuma  migração de um estado para o outro, tudo como dantes no quartel de abrantes. Ninguém fuma, ninguém bebe ou dança, mas de vez em quando um sai da igreja e nunca mais volta para aquela e para nenhuma outra e tira todo o atraso no mundo de pecado, do qual a igreja o "protegeu" por anos. De vez em quando morre um ou outro, de velhice, de enfarto, de diabetes, de colesterol alto, de tantas coisas. Todos choram, como é natural, se apoiam mais por costume do que por autenticidade e o pastor diz as mesmas coisas, do mesmo modo, a cada enterro de membro de sua igreja, quase profissionalmente, como os padres o fazem, sem constranger os familiares ainda que saibam que a vida cristã do falecido tenha sido apenas meia boca. Calma não quero implodir o que se faz a tanto tempo. Nem como os revoltados contra o cristianismo que lhes proporcionou família e cultura como autênticos traidores denunciam ferozmente cada uma de suas mazelas reais. A despeito de tudo que possam imaginar, apontar com propriedade, vejo uma igreja perfeita de testemunhas perfeitas e com autoridade para sê-lo em meio as trevas desse mundo. Esses irmãos, crentes de fato, estão em quase todas as denominações e ministérios e esses sim, estejam onde estiverem , tem a mente do Senhor e sabem, conhecem a Sua vontade para fazê-la.

A Bíblia mesmo recomenda não destruir  ou remover os marcos antigos. Porém o evangelho verdadeiro é uma luz que aparece repentinamente  nas trevas , é um reboliço repentino que abala e refaz todas as estruturas, que não carece e nem dá tempo para explicações e descrições racionais. Não temos nenhuma descrição pormenorizada da ressureição de Lázaro, apenas que o mesmo atendeu o chamado e veio para fora,  que as pessoas tiveram apenas que desatá-lo das faixas que naquele tempo envolviam um defunto. Como cada uma de suas células acordaram e se reconstituiram ( pois estavam putrefatas, em franca decomposição ), como o seu coração voltou a bater e o sangue talhado voltou a  ser  fluido, como o seu cérebro morto reconstituiu cada lembrança gravada químicamente, jamais saberemos. Como  o barro e a saliva ( cuspe mesmo ) misturadas fizeram do nada um olho que já não mais existia, tal qual o primeiro homem feito do pó da terra existir e ser funcional vendo todas as coisas, a mão mirrada que se enrigeceu novamente e com força poderia empunhar uma faca ou uma panela ou uma espada ou ainda segurar a mão de outro homem dando-lhe afeto e apoio, em um único instante...quem poderia descrever? Quem poderia explicar o passo a passo desses milagres?

O verdadeiro evangelho não é organização e nem tão pouco reorganização de informações ainda que legítimas como as contidas nas Escrituras, mas espírito e vida. Aquilo que  gera e que acontece. Não deve e não consiste em discursos que demonstram apenas conhecimento do que já foi ou descrição provável do que poderá acontecer no nível da razão. O verdadeiro evangelho nos leva a nos alegrarmos com fatos, com coisas reais e que continuam integradas à mensagem e a intenção de quem é a razão e fim do mesmo evangelho. Se é cura é cura anunciada intecionalmente nas Escrituras. Se é libertação a mesma coisa. Libertação de coisas e circusntâncias que o Deus das Escrituras quer que esse homem seja completamente livre. Se é prosperidade é prosperidade com propósito,  para que o novo crente seja benção para muitas pessoas dentro do plano dAquele que é o abençoador por excelência, para os crentes e para o mundo.

Ao invés disso os anunciadores do anti-evangelho dizem e afirmam que não é bem assim. Deus  não fará isso. Não o fará a todos ( a quem então? ) pelo menos. Não fará hoje embora tenha feito no passado. Não o fará pois Deus não é exibicionista e não o fará para mostrar a Si mesmo (?). Também não o fará através daquele ou daquele outro, pois esse ou aquele  agem de forma tão diferente do que fazemos ou diferente das nossas "santas tradições reformadas". Tal qual os fariseus, põem não poucos  impencilhos que vão desde reparações  a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto,  forma dos apelos e convites, orações e expressões novas cunhadas para chamarisco do povo em cada cultura. Muitas dessas "observações" tem uma base lógica e não são de todo erradas. Erradas são as intenções,com as quais e para o qual são feitas, tal quais as dos fariseus, que tentavam levar a todo custo o próprio Jesus a cair em contradição ( coisa que não conseguiram e seria absolutamente improvável ).

O verdadeiro evangelho chega  ao perdido e destrói  todas as barreiras, sejam intelectuais, culturais, sociais, lógicas, fazendo emergir uma nova pessoa que se volta para Deus, agradecida e decidida a viver uma nova vida dedicada ao Senhor que do alto dos céus e da Sua Santidade, se inclinou em benefício de um ser perdido e pequeno, pecador e mau. A forma, o invólucro, os detalhes, são o que menos importa. Será que algum homem pode proferir um discurso cem por cento irreprensível, mesmo tratando-se das coisas de Deus? Parece óbvio que não. Se a nossa compreensão e exatidão ao explicar o que entendemos das coisas do Senhor, o que Ele requeriria de nós, como algo mais efetivo, sincero e agradável a Ele mesmo? Essa pessoa, esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros.

Por isso sou a favor de todo e qualquer testemunho autêntico que aponte, nem que seja uma única vez, a pessoa bendita do Senhor Jesus como único caminho, única esperança, a grande possibilidade de restauração de todas as coisas, não importando o quão perdido esteja esse filho pródigo. Se quiser e o fizer, crendo e aceitando-O, poderá voltar ao lar e será assim recebido por esse Deus de amor, sem nenhuma restrição e  estará através do seu testemunho e palavra sinceras, pronto a confundir a sabedoria desse mundo mais uma  vez com milagres, libertações e transformações. Sou a favor de qualquer um que anuncie o evangelho promissor, esperançoso, em que todas as possibilidades estarão em aberto, pois o Deus que o oferece é simplesmente, nada menos que Todo Poderoso, todo amor, toda misericórdia . A testemunha não fala de si mesmo, mas do que tenha visto ou experimentado e isso é o bastante.

Aplaudo o que vários ministérios fazem, embora eu pessoalmente talvez, por várias razões não o fizesse exatamente como estes  fazem a obra de Deus, seja Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Mundial do Poder de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Renascer em Cristo, como as igrejas tradicionais, os reformados, os calvinistas, os arminianos convíctos, todos os pentecostais, neopentecostais, apostólicos, e alguns paraprotestantes como Adventistas do 7º dia, da reforma,  renovados,etc. Também as pequenas e humildes com nomes absolutamente contraditórios ( Igreja das três trindades ???, labaredas de fogo, das sete trombetas, etc ). Sou a favor de uma testemunha genuína, sincera e poderosa como a serva adolescente do general Naamã, disponível  a ser usada por Deus, esteja onde estiver essa testemunha, sendo douta ou simples, rica ou pobre, homem ou mulher, jovem ou idoso. É dessa  pessoa que Deus precisa para fazer grandes coisas.

É  exatamente com esses pregadores do evangelho que toca e transforma que eu fico animado, realmente animado. Não fico animado com blá-blá-blá de conferencistas, palestrantes, especialistas em profetas menores, doutores em cartas paulinas, mestres em grego  bíblico, etc. Me alegro com testemunhas do poder de Deus. Com as que receberam milagres e tem como mostrá-los ( muitos só o fato de ainda estarem vivos já é o milagre ) como os anunciadores de milagres que repetem, para o contragosto de religiosos protestantes, reformados e calvinistas; "o meu Deus fará!"..." o meu Deus vai fazer!"..." o meu Deus mudará a sua vida!"..." o Nosso Deus não é limitado!" ..."o meu Jesus, o Jesus em quem eu creio e confio vai curar  esse  câncer, vai libertar do seu vício, vai te dar uma casa própria e a prosperidade para que você seja benção nesse mundo..." ´para que você nunca mais tome emprestado mas tenha para dar a quem precisar..."

Infelizmente, os que não pregam o envangelho otimista, pregam inconcientemente o anti-evangelho, que em última instância significa " não é bem assim", "não é desse jeito". 'Olha, o máximo que você pode ter é o céu...lá longe bem na frente.".." Nessa vida só lhe restas permanecer do jeito em que está, no máximo"..."Deus faz mas há vários limites "..." Se o médico disse, está dito...agora é só esperar a morte"...Oremos com o irmão que irá nos deixar em breve"... Qual é o evangelho que você anuncia e dá testemunho? propositivo, autêntico, ou teórico, limitado, burocrático, racional e em que nada acontece pois transgrediria com um monte de coisas afirmadas e reafirmadas por não sei quem? É a Bíblia e Suas revelações inerrantes uma novidade, uma boa nova impactante, ou uma coleção de histórias inspiradoras mas apenas emotivas? Você decide.

por Helvecio S. Pereira

COMENTE ESSE "POST"

CLIQUE NA IMAGEM E FAÇA O DOWNLOAD DESSE E-BOOK

CLIQUE NA IMAGEM E FAÇA O DOWNLOAD DESSE E-BOOK
Clique na imagem acima e saiba como fazer o download desse importante e-book

EM DESTAQUE NA SEMANA

VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE LER




09 Dez 2010
Reflexões acerca do que a Bíblia revela e declara sob a ótica cristã autêntica. Nada porém substitui a leitura pessoal da Bíblia, a inerrante Palavra de Deus. LEIA A BÍBLIA! Salmos 119:105 Lâmpada para os meus pés é tua palavra, ...
19 Dez 2010
Essa pessoa sai pensando em Deus de um modo ou de outro, e em decisões que fatalmente terá de tomar frente ao divino. Nas prisões, após ouvir um pregador ou missionário de uma ou outra igreja, os criminosos mais terríveis param para ...
01 Dez 2010
A Bíblia é fonte inesgotável de ensinamentos dados do ponto de vista de Deus. As Sagradas Escrituras só não revelam o que, segundo a aprovação de Deus, Ele mesmo por Si não quer revelar-nos. Deus não revela coisas imposto pela ...
09 Dez 2010
Infelizmente ou ao contrário, como seres sociais e assim planejados por Deus, só construímos conhecimento em cima de informações e conhecimentos que nos antecedem. Por isso é natural não poucos de nós repetirmos conclusões feitas por ...

UM ABENÇOADO E VITORIOSO ANO NOVO A TODOS! OBRIGADO A TODOS OS LEITORES E VISITANTES!

Arquivo do blog

TEOLOGIA EM DESTAQUE: DIVERSAS POSTAGENS


26 Ago 2010
Nessa postagem quero deixar claro que dentre as diversas teologias usadas ( teologia popular, teologia leiga, teologia ministerial, teologia profissional e teologia acadêmica ) a que move a igreja e faz avançar o seu ...
27 Out 2011
Por experiência entenda-se todas as comprovações factuais acerca do que se crê conforme a teologia crida, seja essa oficial, oficiosa, leiga, individual, etc. Assim posto, é necessário colocar que o que me fez tocar nesse ...
25 Ago 2010
A teologia leiga é portanto um passo além da teologia popular, na verdade uma passo acima. Quando um crente dedica-se mais sistematicamente a investigação da sua fé , buscando uma melhor forma de não só expor o ...
11 Jan 2011
Conforme postagens anteriores que esclarecem a diferença entre teologia oficial e leiga, evidentemente em todas as igrejas há, por parte de seus membros uma teologia mais popular e uma teologia pessoal. Mesmos ...

links úteis

Atenção!

TODAS AS NOSSAS POSTAGENS TRAZEM ABAIXO LINKS PARA COMPARTILHAMENTO E IMPRESSÃO E SALVAMENTO EM PDF. NO CASO CLIQUEM 'JOLIPRINT' E UM SITE CONVERTERÁ O POST EM UM PDF AGRADÁVEL DE SER SALVO E PORTANTO GUARDADO PARA LEITURA POSTERIOR ( fica visível em alguns navegadores, aproveite essa funcionalidade extra! )

CRISE NO CATOLICISMO

ACESSE JÁ CLICANDO NO LINK ABAIXO

ACESSE JÁ CLICANDO NO LINK ABAIXO
VÁRIAS VERSÕES, ESTUDOS SOBRE CADA LIVRO DAS ESCRITURAS

NÃO PERCA UMA POSTAGEM DIGITE ABAIXO O SEU E-MAIL OU DE UM AMIGO

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

ATUALIDADE ! CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E LEIA AGORA MESMO!

ATUALIDADE ! CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E LEIA AGORA MESMO!
NÃO PERDER O FOCO...QUAL O REAL PRINCÍPIO DO CULTO? CLIQUE NA IMAGEM ACIMA E ACESSE

CURSO TEOLÓGICO GRÁTIS! *HÁ TAMBÉM OUTROS CURSOS DISPONÍVEIS

QUEM INVENTOU O APELO NOS CULTOS?

SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS, LEIA AS PRINCIPAIS POSTAGENS

25 Nov 2010
Tenho algumas vezes, em minhas despretenciosas reflexões ( despretenciosas por não terem o tom acadêmico e muito menos professoral, são apenas reflexões ), dito que se não se crer no que o Livro de Gênesis declara, não é necessário ...
31 Jan 2011
-A razão das atuais, ou pelo menos de predominância histórica, das condições existenciais e morais do homem têm no Gênesis a sua satisfatória resposta. A existência de condições nem sempre e totalmente favoráveis a nosso conforto ...
11 Jan 2011
Como parte do pentateuco, o Gênesis, depreciado modernamente graças a nossa submissão e endeusamento da ciência, que com a sua contribuição à saúde, tecnologia e construção material da sociedade, pouco ou quase nada tem a dizer sobre ...
21 Nov 2010
A religiosidade cristã moderna ou atual, de há muito tem se contentado e desprezado as narrativas de Gênesis, precioado por parte majoritária de setores quase que totais do mundo científico e da falsa sensação de que tudo pode ser ...

O GÊNESIS, COM NARRAÇÃO DE CID MOREIRA E IMAGENS

NÃO DEIXE DE LER OS SEGUINTES POSTS DENTRE OS MAIS LIDOS...

29 Mai 2010
UM LIVRO OBRIGATÓRIO PARA CATÓLICOS E EVANGÉLICOS ACERCA DA ERRÔNEA CULTURA DO CULTO A MARIA. Recebi por indicação do irmão Jorge Fernandes Isha, um e-book gratuito, de leitura obrigatória para os evangélicos e para ...
16 Fev 2010
Judas era o mais culto, de origem e status social diverso dos demais, de outra cidade, e foi substituído não pelo apóstolo dentre os discípulos eleito pelos demais, por própria escolha de Jesus, após a morte de Estevão, Saulo, discípulo de Gamaliel, provavelmente o mais preparado ...Melquesedeque, Maria , José, e tantos outros. Deus se dá a conhecer plenamente a cada um que o ama. O ue Ele fará na história as vezes não noscompete saber, as vezes sim. Essa é a diferença. ...
19 Mar 2010
Tal qual os fariseus, põem não poucos impencilhos que vão desde reparações a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto, forma dos apelos e ... Essa pessoa , esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros. ...
04 Mar 2011
Nesse aspecto seria legítimo um católico cultuar Maria como N.Senhora, um muçulmano a Maomé como seu legítimo profeta, um budista como objeto de culto, e assim por diante. Todoslçegitimamente amparados por sentimentos sinceros e ...
English (auto-detected) » English




English (auto-detected) » English


English (auto-detected) » English

VISITE JÁ UM BLOG SOBRE ATUALIDADES RELIGIOSAS E FATOS IMPORTANTES NO MUNDO

VISITE JÁ  UM BLOG SOBRE ATUALIDADES RELIGIOSAS E FATOS IMPORTANTES NO MUNDO
CONTANDO OS NOSSOS DIAS ACESSE JÁ. CLIQUE AQUI!

ESTUDE EM CASA.TRABALHE EM CASA!

leitores on line

OPORTUNIDADE!

LEIA: E-BOOKS EVANGÉLICOS GRÁTIS Clicando na imagem a abaixo você fará os downloads dos mesmos