COME TO ME

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

COM DEUS NÃO SE BRINCA UMA MENSAGEM CONHECIDA MAS QUE DEVE SER LEMBRADA!

recebi várias vezes o vídeo a seguir, que  está disponível no servidor do You tube em vários links. Vale a pena revê-lo ou ainda vê-lo pela primeira vez e guardar ( e ou espalhar ) a sua mensagem.



Fonte: You tube

A DIFERENÇA ENTRE BLÁ-BLÁ-BLÁ E UM TESTEMUNHO

Embora por um lado, nesse caso o final tenha sido absolutamente triste, por não termos entre nós pessoa tão especial, frutos maravilhosos ficaram, como no exemplo, da pequena garota que ajuntou dinheiro para comprar a sua primeira Bíblia na Escócia e que inspirou a criação de todas as Sociedades Bíblicas do mundo e tantos outros testemunhos de crianças precocemente maravilhosas e inspiradoras.

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Recebi em um e-mail, mas já tinha visto em um programa de tv. Deveria fazer corar qualquer um de nós mas alguns ministros e pastores... As diversas igrejas precisam de pessoas que creiam e sejam assim, como precisam.

QUANDO A IGREJA FALHA

É bastante recorrente a queixa de alguns irmãos relacionada a certo perfil da igreja hoje, particularmente a igreja evangélica brasileira. Setores mais tradicionais manifestamente chocados com a relação estabelecida pelas pessoas de fora da membresia cristã não católica, se sentem incomodados por serem vistos como parte dos novos evangélicos, notadamente os neopentecostais, que em certa medida se distanciam do comprometimento histórico protestante, como os batistas, metodistas, presbiterianos, luteranos, etc. A esses que se dizem insatisfeitos e desconfortáveis, é inaceitável que o crescimento dessas novas igrejas seja resultado de técnicas de convencimento, pregação pouco bíblica e falta de fidelidade ou comprometimento com os reformadores promotores do rompimento teológico com a igreja católica apostólica romana, o maior acontecimento religioso dentro do cristianismo em mil e quinhentos anos aproximadamente.

Declarações institucionais, frente a esse movimento que não é exatamente tão novo, já de décadas, declara ressentidamente, como se houvesse alguma utilidade nessa declaração que embora legítima, é absolutamente insípida, que esses novos crentes de igrejas neopentecostais não são reconhecidamente evangélicos e devem portanto ser rebatizados e redoutrinados, se virem a filiar-se a igrejas tradicionais e reformadas. A minha posição é que atitudes e ações como essas não refletem de modo algum algo que esteja acontecendo de modo sobrenatural e do ponto de vista, da forma como Deus as vê. Nunca nenhuma igreja cristã foi cem por cento recomendável e perfeita em todos os seus elementos. Se tal igreja existisse todos os homens e mulheres deveriam imediatamente acorrerem a ela. Essa igreja nunca existiu e nunca existirá. O que sempre houve e ainda muitas vezes haverá, é que nas igrejas cristas visíveis, homens e mulheres após conhecerem e terem uma experiência real com o Deus bíblico passam a proclamá-Lo e espalhar ao mundo parte das Suas promessas, anunciando as pessoas o que Deus pode fazer por elas. Dessa forma Lutero, João Calvino e outros trouxeram a sua geração e a nossa a Salvação pela graça e somente em Cristo e a Palavra de Deus , a Bíblia como única regra de fé e conduta. Encurtando a história, pois creio que o leitor a conheça em muito mais detalhes, bem mais recentemente tivemos a renovação carismática, que nem precisaria ter esse nome, e mais recentemente a chamada errôneamente de teologia da prosperidade, que tem teria que ter esse nome.

O fato é que as pessoas tomam conhecimento que o Deus da religião é competente para todos os demais assuntos e a fé está intimamente relacionada com todas as áreas da vida, sem contudo oscilar para o andar de baixo ou o somente o andar de cima, segundo a cosmovisão de São Tomas de Aquino. Esse Deus tanto sustenta e guia a igreja na sua ação evangelística como sustenta os seus filhos em todos os seus empreendimentos como os ates tido como seculares e separados das coisas de Deus: política, artes, esporte,economia e empreendedorismo, entre outros.

Mas o que motivou essa postagem e sua consequente reflexão  ( tudo o que escrevi até a gora  é apenas introdução...desculpe... ) tem a ver com mais um documentário que assisti agora a pouco sobre o Timor Leste. Não é possível, por motivos óbvios e pertinentes ao formato de uma postagem, recontar toda a  história dessa nação e de sua recente epopéia de sofrimento e terror. O que é base do proponho refletirmos é que em um período histórico anterior, as duas partes da grande ilha oceânica  de Timor foi colonizada ao oeste pelos holandeses e a leste por portugueses. E que relevância tem essa informação?

Naquele imenso arquipélago distante da Europa, do outro lado do mundo, duas nações, autodenominadas cristãs, na se esforço expansionista, propiciaram que dois grupos de cristãos e de certa forma , e de forma diferente, crentes em Jesus Cristo como O Filho de Deus, se tornaram na prática os portadores da história e da mensagem de salvação na pessoa de Cristo, cada qual a sua maneira e por determinações históricas diferentes. A oeste os reformados holandeses e a leste os católicos romanos portugueses. Muitos podem arrazoar que esses "cristãos" não eram cristãos de fato e certamente boa parte deles, principalmente os católicos romanos nem renascidos em Cristo eram. Pouco importa ao meu ver, a igreja que propiciou educação, fé e possibilidades de ambos, Lutero e Calvino a realizarem a reforma, fenômeno e fato tão importante para o verdadeiro cristianismo hoje, e os professores que incutiram e fomentaram o princípio dessas idéias em suas mentes , eram pessoas também de uma igreja diversa da nossa igreja evangélica atual.

Bem encurtando a conversa, naquele canto do mundo, as duas igrejas e comunidades cristãs, falharam em influenciar e mudar os destinos daquele povo, tanto espiritualmente quanto materialmente. Não se trata de alguma reclamação mas alguns amigos cristãos não concordam com o que chamam de meu pragmatismo. A igreja e crentes podem muito legitimamente ter aparência de piedade, fazer algo que lhe auto satisfaz e ter nenhuma influência no mundo. Aliás religiosos profissionais ( sem referência pejorativa, mas apenas por se ocuparem dessa tarefa únicamente ) sempre se manifestam ferozmente sobre uma ou outra coisa com uma presunçosa autoridade que se mostra inútil se nada de concreto acontece no mundo real. Isso porque o cristianismo não é uma religião filosófica, ideológica, redentora por uma fórmula litúrgica ou sacramental. O cristianimo é centrado na pessoa de Deus que tem nome e materialidade, Jesus Cristo, e no que Ele fez em sua vida, particularmente no seu ministério de três anos e meio e no que Ele parece realizar nos dias de hoje segundo os testemunhos de pessoas com destinos, pensamentos, vida mudados; através das curas e milagres recebidos, da sobrevida e da libertação de desconfortos e limitações de forma sobrenaturais.

As duas igrejas, e particularmente os dois grupos de cristãos dos dois lados da ilha, falharam por seus líderes reformados ou católicos, não andarem com o seu Deus, não serem iluminados pela Palavra de Deus, não promoverem conversões e pessoas renascidas nos dois lados, nas duas nações; não preverem e não vencerem o mal personalizado no ódio dos muçulmanos, dos comunistas  e outros grupos anti-cristianismo, e portanto permitirem que o mal sobrenatural que também desconheciam e desprezava se materializassem em ditadores e milícias assassinas.

Portanto sem crentes com comunhão e fé desafiadora, sem formação de promotores e defensores do cristianismo como instituição e fenômeno religioso, sem governantes ou pelo menos legisladores convertidos e renascidos só restariam o óbvio e o amplamente recorrente na história humana, incluindo a mais recente: o mal se instaura e produz o que lhe é natural, a expressão máxima e real, material do próprio mal.

Aí o teórico, o absolutamente mental não se impõe de fato frente aos desafios do mundo real. De fato, fica até patético e semelhante ao que universamente reconhece como "conversas bizantinas", uma conversa teórica que frente a realidade não se impõe, a realidade a nega imediata e  peremptoriamente. O nosso Senhor Jesus não era e nem foi assim. Ele ensinava com autoridade, não como os fariseus, demonstrava essa realidade traduzindo-a d forma inteligível aos mais diversos níveis de compreensão e fazia as coisas acontecerem diante dos olhos de todas as pessoas e não somente de uma plateia que lhe era favorável.

Muitos ministros e pastores com opinião e posicionamento mais tradicional e histórico, só falam para claque ( aquele grupo de pessoas em   programas de tv que batem palmas e vaiam conforme um cartaz na mãos de um animador lhes anunciam a ação, conforme a direção do programa ) pessoas que lhe são favoráveis e vão ouví-los dizer coisas que eles mesmos diriam a se mesmos. Notem que a culpa não é exatamente deles, dos pastores ou ministros, algo inconsciente prazeiroso para os dois lados.

Se a igreja não for decisivamente espiritual, anda em trevas, existe para si mesma e não é útil aos reais planos de Deus e seu consequente objetivo para o mundo perdido, não percebe para onde as coisas vão ou deixa de ir. Pode até, legitimamente opinar e se posicionar frente certos assuntos aparentemente mais relevantes e até endurecer referente a uma opinião ou outra. Pode também  aparentemente de forma legítima fazer um barulhão por pouca coisa e deixar escapar ou não reconhecer uma cilada maior espiritual, urdida pelo inimigo, Satanás, que redundará finalmente um desastre espiritual, traduzido em um fato, ou em fatos reais, no mundo real.

As duas igrejas do Timor falharam e o resultado foram injustiças, morte e morte espiritual de um povo, que só o tempo e muitos outros investimentos, incluindo materiais e espirituais poderão produzir pessoas salvas e redimidas pela verdade do Evangelho de Jesus. Certamente se pudessem ver o futuro não seria isso que desejariam ver acontecer. E nós? o que desejamos, o que sabemos, e o que deve ser feito, particularmente no Brasil? Acusações e críticas seriam a solução ou a igreja como um todo deve fazer outra coisa especificamente, que segundo o ponto de vista de Deus deva ser finalmente feito? Se a igreja falhar o mal acontecerá com certeza. O que desejamos  individualmente como crentes que se julgam, que se reconhecem, como conhecedores da verdade conforme revelada na Bíblia, a verdadeira e única Palavra de Deus? 

Por Helvécio S. Pereira

terça-feira, 28 de setembro de 2010

VOCÊ CONHECE ESSE MUNDO E O SEU PECADO?

Um episódio bizarro e até curioso ocupou os noticiários tempos atrás, sendo logo esquecido, e suas eventuais repercussões e legítimas reflexões abandonadas. como sou professor a mim chamou a atenção e pude externar a minha opinião junto a colegas professores atônitos com a clareza que procurei fazê-los ver a verdadeira situação. Curiosamente só uma entendeu o que eu disse, os demais não discordaram, ficaram paralisados.

Uma secretária de educação de um município no Nordeste determinou uma orientação através de portaria específica ( eu acho ) que toda escola deveria autorizar pessoas autodenominadas homossexuais e incluídos aí travestis a usarem o banheiro feminino usado pelas professoras. Que esse mundo está doido é facilmente percebido, que é burro, é uma percepção de algo pior. Aos meus colegas professores disse claramente que nada tinha contra a defesa de alguém que se autodenomina homossexual ( as vezes lhe é interessante isso, conveniente, as vezes lhes parece incômodo - depende da situação, nunca se sabe )  a não sofrer nenhuma retaliação no que se refere a sua cidadania, pois se não comete crimes, paga seus impostos, tem direito a sua sexualidade que é algo privado, para eles e para nós heterossexuais, algo garantido pela nossa constituição.


Perguntei a todos, e o faria também a excelentíssima Sra Secretária da educação, se a sua decisão se basearia em conhecimento de causa, se já havia visto um travesti com ereção, com um pênis funcional bem a seu lado, algo provável de facilmente superar o de seu marido. Todos ficaram chocados como que eu dissera.

No nosso arraial evangélico, não basta esbravejarmos contra o pecado, como idéia, como conceito, como palavra apenas. Há os do contra, um irmão afirmou em seu blog que o pecado de Sodoma e Gomorra não foi o pecado sexual mas serem injusto, sem caridade uns com os outros ( ?! ) Quanto ao pecado, não o praticamos nem o defendemos mais, mas devemos ter idéia clara do que exatamente seja. Para combatê-lo na igreja, e também no mundo, na sua  influência aos nossos filhos, para nos defendermos, nós mesmos dele.

Disse o que disse para compartilhar com os leitores desse blog, particularmente os crentes e cristãos, do que seja exatamente a pornografia nesse mundo e até onde ela afeta a nossa sociedade.  Há uma indústria pornográfica poderosa e ágil no mundo, com vários e atuantes tentáculos. O Pastor Jimmy Swaggart, primo do Elvis Presley , era ferrenho inimigo dos pornógrafos americanos. Pregava e denunciava suas estratégias. finalmente um escândalo sexual o destrói: uma prostituta de luxo. Pai de um filho único, Dany Swaggart, convertido desde adolescência, será que os poderosos pornógrafos não poderiam armar-lhe uma eficiente armadilha? Adivinhem quem produziu uma matéria contundente ajudando a promover o escândalo, com uma foto em ótima definição do tele-evangelista à época? Exatamente a playboy americana, artigo reproduzido em todas as Playboys do mundo! Não o defendo e nem o isento de culpa, apenas relembro que nessa guerra em que há fortunas envolvidas, qualquer inimigo pode ser abatido sem nenhum escrúpulo. 

Pastores que se ocupam em criticar temas teológicos transversais e apenas ações alheias, deveriam usar seu talento e informação, e saber exatamente qual contribuição a dar nessa guerra. Não basta falar em pecado ou sobre  o pecado, deve-se poder descrevê-lo em todo o seu horror e dizer as pessoas do estrago que o mesmo proporciona. O pecado não é cor de rosa, suas cores não são exatamente suaves. Não é algo de menor monta, não é algo suportável, o seu preço e consequências são exorbitantemente altos. Bíblicamente causadores de dor e sofrimento indescritíveis contrariando todo o prazer possível inicialmente. Abaixo a posição de uma estudiosa do assunto:

Gail Dines - Combate à pornografia

Por Andrea Dip
andrea.dip@folhauniversal.com.br
 

A norte-americana Gail Dines tem incomodado muita gente. Mais especificamente empresários que fazem do sexo um mercado lucrativo. Socióloga, professora, feminista, membro-fundadora do grupo “Stop Porno Culture” pelo fim da cultura pornográfica, Dines acaba de lançar o livro “Pornoland – Como a pornografia tem desviado nossa sexualidade” sobre racismo e degradação nos bastidores da indústria pornô: “A única coisa que excita os produtores pornô é a possibilidade de lucro”, diz ela. 

1 – Por que você decidiu estudar os efeitos da pornografia? 
Eu tinha 22 anos e trabalhava em um centro de atendimento a vítimas de estupro. Fui assistir a uma palestra antipornografia e aquela noite mudou a minha vida. Não consegui entender como alguns homens eram capazes de produzir tais imagens e outros pudessem ficar excitados com elas. Mudei o meu doutorado para pornografia e nos últimos 20 anos tenho escrito e dado palestras sobre seus malefícios. 

2 – No livro você diz que a única coisa que excita os produtores desta indústria é o lucro. 
Nós pensamos que pornografia tem a ver com fantasia, mas na verdade é um negócio de bilhões de dólares. Os pornógrafos estão interessados em lucros e farão o que acharem necessário para isso, mesmo que signifique tratar as mulheres de forma humilhante e cruel. E é isto o que eles fazem. 

3 – Você acredita então que a pornografia deveria ser proibida? 
Eu acho que a forma mais sensata é fazer leis como a criada por Andrea Dworkin e Catherine MacKinnon (feministas que conseguiram levantar leis restringindo a pornografia nos Estados Unidos) que define a pornografia como violação dos direitos civis das mulheres e visa indenizar pessoas que foram prejudicadas.. Já que tudo gira em torno do dinheiro, quanto mais doer no bolso deles melhor! 

4 – Você acha que o público pede imagens fortes ou os produtores criam esta necessidade? 
Esta questão é a chave para entender como a indústria pornô funciona. Os consumidores estão exigindo filmes cada vez mais agressivos, mas esta demanda está associada ao consumo anterior de pornografia. Graças à introdução deste conteúdo em grande volume na internet, tudo se torna entediante rapidamente. Para se manterem excitados, estes homens querem conteúdo mais agressivo, bizarro e cruel. No passado, os meninos tinham o primeiro contato com o erotismo através de revistas de mulheres nuas de seus pais. E elas já eram sexistas o suficiente. Hoje, no lugar de mulheres nuas com sorrisos tímidos, os meninos encontram imagens agressivas e bizarras. É com estas imagens que eles constroem seus pensamentos sobre sexo. E o sexo pornô é isento de sentimentos, intimidade, respeito ou qualquer relação emocional.

5 – Os consumidores de pornografia estão ficando mais jovens? 
Estudos mostram que a primeira aproximação com o universo pornô se dá aos 11 anos. Nesta idade os meninos não têm qualquer experiência sexual. Significa que o sexo pornô se torna a referência do que eles entenderão por sexo “normal”. E não é só na pornografia, nós vivemos uma era “hipersexualizada”. A mulher aparece em filmes, músicas, televisão pronta para o sexo. 

6 – Um garoto que consome pornografia tão cedo se torna que tipo de adulto? 
Quanto mais cedo o menino conhece pornografia mais ele vai consumí-la por toda a vida. Alguns se sentem frustrados porque não conseguem o mesmo desempenho dos atores e outros até acabam perdendo o interesse no sexo com outro ser humano. Por outras vezes, aquele homem só vai conseguir o orgasmo puxando suas cenas favoritas na mente. 

7 – E uma garota? 
A base dos consumidores de pornografia é masculina. A indústria está tentando descobrir métodos para seduzir as mulheres, mas isto ainda é ínfimo. Para muitas mulheres a pornografia desempenha um papel importante na vida sexual porque os parceiros querem assistir ou reproduzir o que viram na tela com elas. E as mulheres atendem às exigências masculinas porque recusá-las significa puritanismo para a sociedade atual. As mulheres sentem que não podem competir com corpos bronzeados, torneados, cirurgicamente modificados das mulheres dos filmes eróticos. 

8 – Você acredita que a violência contra a mulher tem ligação com a pornografia? 
Nós não vemos desta forma tão simplista. Pelo contrário, defendemos que a pornografia tem efeitos complexos e de múltiplas camadas sobre a sexualidade masculina e que o estupro é uma prática cultural fruto de uma sociedade dominada pelos homens. Em vez de dizermos “a pornografia causa estupro” preferimos questionar quais as mensagens passadas pela pornografia e como elas moldam nossa realidade. 

9 – Você diz que a pornografia promove o racismo. De que forma isto acontece? 
As imagens de pessoas negras e asiáticas são estereotipadas na pornografia. As mulheres asiáticas aparecem como gueixas e são descritas como perfeitos objetos sexuais. Já os homens negros aparecem nos papéis de violadores, fora de controle. Estes preconceitos ficarão sempre em voga enquanto pessoas se excitarem com eles através da pornografia. 

10 – Por que o consumo de pornografia aumenta? 
A indústria pornô tem feito um excelente trabalho ao vender sua imagem como algo divertido e inofensivo. Ser antipornografia é visto hoje como ser antissexo. E isto é ridículo porque a pornografia é um produto industrial e uma forma mercantil da sexualidade e não uma representação real do sexo.




FONTE: FOLHA UNIVERSAL/ IURD de 28 de setembro de 2010/ edição nº 964

COMO DEUS VÊ



Um dia desses, modo de dizer, na verdade era noite, e eu caminhava pela avenida Amazonas, próximo ao Mercado Central e vi três homens com jalecos verdes doando café com leite quente e lanche a um morador de rua. Várias pessoas ligadas a instituições religiosas particularmente fazem isso e é sem dúvida louvável. Espíritas Kadercistas, Católicos Romanos, Igreja Universal, e tantas outras igrejas e movimentos religiosos diferentes. Eu apóio e louvo o trabalho de todas, e de qualquer um, que se disponha a fazer tal atendimento humanitário.

Cito esse acontecimento, porque no momento fiz questão de parar ( eram quase 11 horas da noite ) e por ainda breve momento meditar sobre o que via. A conclusão pessoal foi imediata: sabemos o que é certo, o que é louvável. E mais, sentimos uma resposta quando fazemos o que é certo. Tempos atrás Marcelo Iuka o vocalista do Rapa foi assaltado uma segunda vez, tentara arrancar-lhe do carrão adaptado para  roubá-lo e como não o conseguira deixaram o músico caído preso ao cinto de segurança em uma posição perigosa e fugiram. Um dos jovens meliantes resmungou algo como "vou me ferrar mas..." e o pôs sentado novamente e então fugiu. Um dos bandidos voltou e fez o que era certo em meio algo tão inominável.

Na obra da igreja é a mesma coisa. Serei absolutamente direto: apóio as igrejas neopentecostais como Universal  do Reino de Deus, Internacional da Graça de Deus, Mundial do Poder de Deus, Renascer em Cristo, Deus é Amor e todas as igrejas evangélicas tradicionais, reformadas, renovadas, etc. Explico, não é pelo fato de não conhecer as minúcias e diferenças de doutrinas, ensinamentos e práticas e achar, essas diferenças de pouca monta. Não é por não ter uma posição definida em relação a muitas coisas. Também não é isso. Me esforço para ver as coisas como Deus as vê. Deus na Sua perfeita justiça e Amor ( o amor é paciente) sabe o que está sendo realizado e é o que é permanente e o que é eterno. Sabe igualmente dos não poucos erros que todos nós comentemos diariamente, em todas essas igrejas citadas como exemplo, e as que não foram citadas.

É muito cômodo em um período histórico e país em que nós pessoalmente, individualmente não  corremos o risco de vida ( ou de morte ) por termos  a nossa fé, e consequentemente termos a liberdade de vislumbrarmos uma igreja, que como denominação, ou instituição seja perfeita aos olhos humanos, seja na doutrina ou na prática litúrgica. Reclamamos das gravadoras, dos cantores, das letras das canções, da dança, dos congressos, dos acampamentos, dos festivais de música, das associações profissionais evangélicas, das editoras, das livrarias, do comércio, do dinheiro, do shofar, das pregações, dos programas de televisão , dos sites, dos blogs, por que estamos desocupados e podemos nos dar a esse luxo pseudo-espiritual. Aliás objeto de reclamação e de crítica não faltam e todas as críticas são aparentemente legítimas quando não o são de fato inegáveis.

Li hoje, perdido na biblioteca de minha escola ( escola em que sou professor ) uma das edições da revista Seleções Reader's Digest, de Outubro de 2003 (!!!). A reportagem em questão entre anedotas traduzidas em outro trecho da revista, relatos de cirurgias médicas e outras curiosidades, foi exatamente a intitulada: Richard Cole ajuda jovens brutalizados pela guerra a reaver a esperança, por John Dyson. Para quem não sabe a revista Seleções não é uma revista religiosa e nem cristã, mas secular embora seja de excelente conteúdo. A reportagem é encontrada nas páginas 82 a 87. Em uma oportunidade mais a frente a reproduzirei pois vale a pena o testemunho do pastor Richard Cole em Serra Leoa na África. Mais informações em www.selecoes.com.br.



O relato é maravilhoso, como todo relato de irmãos cuja fé é manifestada em circunstâncias tão surreais, cujos elementos poderiam ser legitimamente questionados à luz do nosso conforto material e mental, e da nossa quase  inutilidade como cristãos, sem desafios, e muitas vezes procurando chifres na cabeças de cavalos.

É fácil dizer a um calvinista que não se concorda com ele e vice-versa. Um reformado dizer o que pensa de neopentecostal e vice-versa. É absolutamente fácil e não há como não ter queixas e erros a apontarmos uns nos outros. Aliás quando o fazemos maldosamente, o fazemos melhor que o próprio Satanás faria a nós, individualmente. No fundo estamos dizendo uns aos outros: você é uma farsa! Pare imediatamente de fazer o que está fazendo e como está fazendo! Você não é de Deus como eu sou! Você não faz as coisas direito, como deveriam ser feitas!

Não digo que as coisas não se  pareçam estranhas as vezes, não nego isso. Entretanto Deus vê todas as coisas, não cansamos de repetir isso uns para os outros todos os dias e negamos a sua realidade. Deus é soberano. Também o repetimos a exaustão e negamos a concretude dessa realidade. O que dizemos no fundo é : Deus é incompetente, como pode deixar uma coisa dessas ganhar espaço e crescer no mundo em Seu nome? Deus não os corrige, será que não vê essas coisas todas que dizem e fazem? Claro que sim... e vê as coisas  ( muitas ) que eu você não fazemos e que deveríamos  fazer.

Eu não sou pastor, mas se o fosse e estivesse por essa única conta e ocupação, não poderia fazer menos que o máximo a ser feito, e não estar a frente de uma igreja pífia, com projetos pífios, e sem enxotar o mundo e as forças sobrenaturais da maldade. Mas a nossa igreja é pobre, e nossos membros são pobres, e não temos recursos. Se alguém lhe desse milhões para construir um novo templo, ter mais espaços  para novas pessoas, e ter uma visibilidade maior, isso mudaria  a sua fé do dia para a noite? Novas e grandes coisas passariam a acontecer em seu ministério? Se for assim você é pior do que aqueles que tenta combater, pois eles com erros passíveis de serem apontados, oraram, pregaram a tempo e fora de tempo e nunca se deram, pelo menos no princípio ( seres humanos mudam com o tempo, vide o exemplo do sábio Salomão ), ao descanso, ao lazer, e a férias.

Sabemos o que é certo. Todo ser humano sabe. Temos dúvidas sobre o que é aparentemente errado, as vezes pensamos que não é, e assim prosseguimos claudicando entre dois pensamentos. Todo crente sabe que a Palavra de Deus transforma vidas, destinos, povos inteiros e nações. Como não orar para que doentes sejam curados? Perturbados espiritualmente sejam libertos e restaurados? Falidos encontrem o caminho da prosperidade? Ignorantes a sabedoria? Perdidos, sem razão e objetivo válido paras a vida encontre a Deus?

Eu testemunho, que no conjunto, na grande movimentação social, a igreja do Senhor de diferentes maneiras e estratégias, está alcançando pessoas e fazendo em muitas e muitas delas, de modo que não podemos ver a verdadeira extensão, uma obra que só nos céus, a vitória do amor de Deus está sendo festejada. Pode parecer estranho, a aparência da igreja no geral não me agrada. Tanto numa ponta, nas chamadas tradicionais e seus ministros, nem na outra, no extremo neopentecostal. Mas é a minha visão humana, cultural, presa a minha época.


Mas pela fé eu confio que a verdadeira obra de Deus está sendo feita, que as portas do inferno não prevalecem sobre ela, e que cada um com sua visão limitada e todas as demais limitações, se ama verdadeiramente ao Senhor está fazendo o  que pode, a custa de incompreensões e julgamentos por parte de nós mesmos, uns contra os outros. Pessoas estão sendo salvas todos os dias, libertas de tantas coisas. Pessoas que passam a amar ao Senhor e que irão aprender com muito custo a andar nos seus caminhos e a agradá-Lo.


Não vemos e não alcançamos toda a extensão do que está acontecendo.Só vemos problemas mas será que somos mais competentes que o Senhor de todas as coisas? É óbvio que não. Lembremos que a visão dos fariseus era a visão religiosa ideal e legítima, até mesmo segundo a Bíblia e não "viram", não puderam reconhecer o que Deus estava fazendo diante deles.  O Senhor Jesus lhes disse diretamente: "Hipócritas,sabei reconhecer nos céus os sinais de chuva e não podeis ver o que Deus está fazendo nesses dias?" ( parafraseado ).  O Senhor  é soberano e absoluto e está realizando o ue lhe aprás, mesmo que ao nossos olhos não pareça, pois não inteiramente o idelaizado por nossa visão religiosa, ainda que legítimamente não católica romana. Não caiamos no mesmo erro.

Por Helvécio S. Pereira

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CREMOS NELE MAS PERCEBEMOS O RUMO REAL DAS COISAS DE DEUS OU SEMPRE LIDAMOS COM NOSSOS PRESSUPOSTOS QUE PARECEM SER MAIS IMPORTANTES QUE OS PRÓXIMOS PASSOS DO SENHOR?

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E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?
14
E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas.

( Mateus 16:13 e 14 )

Leituras apressadas das Escrituras podem nos levar a compreensão simplória e errônea de determinados textos. Esse é um desses casos. A primeira vista entendemos que Jesus perguntava acerca de si mesmo, como na nossa língua portuguesa: "Quem dizem que "eu" seja  ( ou sou)?

Porém conforme demonstrado em outra postagem nesse mesmo blog ( O filho do Homem ), na língua grega essa construção era improvável linguísticamente e falar de si mesmo usando a expressão "filho do homem" incomum a ponto de não ser entendida pelas pessoas por não fazer parte de fala diária.

A resposta é portanto outra: Jesus perguntava aos seus discípulos quem os homens, as pessoas de sua época pensavam acerca  do Messias, o Filho do Homem predito pelos profetas, objeto da esperança segundo a fé dos Israelitas. Como não sabiam quem seria esse "Filho do homem" julgava ser um de seus heróis e profetas: João Batista que fora recentemente  decapitado; Elias que houvera sido arrebatado em uma carruagem de fogo e portanto não morrera; Jeremias e um ou outro dos profetas do Antigo Testamento.

Para dirrimir qualquer dúvida, que não era sobre si que o Senhor Jesus perguntara ( quem dizem que eu seja?) todos  sabiam que João Batista era uma pessoa e Jesus de Nazaré outra pessoa.

Continuando a gora Jesus questiona seus discípulos, agora sim perguntando-lhes sobre Si mesmo:

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Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
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E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

( Mateus 16:15 e 16 ) 


Aparentemente não era propósito que as pessoas soubessem da natureza de seu ministério messiânico aquela altura dos acontecimentos. O propósito era , aparentemente de dar essa compreensão primeiramente aos discípulos e não as multidões.

As multidões eram por Ele ( o Senhor ) curadas e ensinadas e sinais e maravilhas e eram feitos diante de seus olhos e o amor de Deus demonstrado de forma real e presente diante deles, mas os segredos dos céus estariam sendo revelados paulatinamente aos discípulos primeiramente.

Prova disso está no capítulo seguinte  Mateus 17: 1 a 13 :


1
SEIS dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte,
2
E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
3
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4
E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias.
5
E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.
6
E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo.
7
E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes, e disse: Levantai-vos, e não tenhais medo.
8
E, erguendo eles os olhos, ninguém viram senão unicamente a Jesus.
9
E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos.
10
E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro?
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E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas;
12
Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem.
13
Então entenderam os discípulos que lhes falara de João o Batista

( Mateus 17:1 a 13 )


As revelações eram tão surpreendentes e contrariando as expectativas dos discípulos que eram todos judeus e israelitas conhecedores da fé judaica que mesmo o próprio Senhor lhes mostrando, ensinando e estando com eles, tinham certa dificuldade de assimilar todas as coisas ditas e mostradas pelo Senhor.

O texto a seguir torna-se mais surpreendente se o relacionamos com os fatos anteriores registrados e narrados  no final do capítulo 15 e início do 16 de Mateus:

14
E, quando chegaram à multidão, aproximou-se-lhe um homem, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo:
15
Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água;
16
E trouxe-o aos teus discípulos; e não puderam curá-lo.
17
E Jesus, respondendo, disse: Ó geração incrédula e perversa! até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazeimo aqui.
18
E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou.
19
Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo?
20
E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.
21
Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.

( Mateus 16: 14- 21 )

Após a experiência única da transfiguração ao voltarem para o mundo mais real, para o meio das pessoas, para a obra determinada pelo Senhor  para que a fizessem, não a podem fazer e o homem do relato, pai de um filho endemoniado, vai diretamente ao Senhor e Lhe expõe o problema. 

Claro o Senhor expulsa o demônio e adverte os seus discípulos, que antes lhe inquirem, por que razão naquele caso, não puderam expulsar o demônio ( claramente a Bíblia registra que eles expulsavam demônios de muitas pessoas, não era o primeiro caso, não era uma iniciação para eles ).


Para nossa surpresa, e certamente o foi para eles, a razão era a incredulidade! 

Como? sabiam que Jesus era o Filho de Deus vivo ( conforme vimos no capítulo 15 ) e manifestavam incredulidade?

Sim frequentemente confundimos incrédulo com incredulidade. Eles não eram incrédulos, tinha a fé na pessoa de Jesus e o reconheciam como Deus e Filho do Deus vivo e mesmo assim eram incrédulos e a tal casta de demônios não os obedeciam quando mandados por eles ( pelos discípulos ) que deixassem os corpos das pessoas.

Os demônios percebem quando não cremos, semelhantemente as feras selvagens quando farejam o medo nas suas presas e até nos seres humanos.  

Outro motivo apontado por Jesus cheira a coisa antiga e ultrapassada para crentes nos dias de hoje: oração e jejum.

A diferença entre igrejas, denominações, teologias não é o que vemos exatamente e o que priorizamos. Nas nossas próprias vidas como crentes individuais é exatamente assim. 

Não importa se você pastor, membro de igreja, com cargo ou sem ele, reformado, renovado, pentecostal, neopentecostal, cujas igrejas sejam silenciosas ou barulhentas, com ou sem boa música, rica ou pobre. A diferença é se há em qualquer dessas igrejas crentes com fé ou crentes incrédulos, para fazerem, a verdadeira obra de Deus hoje, obra a ser realizada, como foram as obras feitas no passado, tanto pelo próprio Senhor Jesus, como por meio de seus discípulos.


Ou a Bíblia diz o que realmente diz, ou o texto é apenas moral e metafórico. Não há demônios, endemoniados, crentes incrédulos, e a oração e o jejum não passam de praticas purificadoras morais da mente e das toxinas devido a práticas alimentares errôneas e essas passagens não tem nada de sobrenaturais nelas, nem a transfiguração, nem os demônios e endemoniados, nada.

Pode ser difícil e duro admitir que o seu pastor ou o meu pastor é um homem incrédulo, com seu diploma, suas especializações, com décadas ou mais de ministério e como a sua denominação o vê. 

Ou eu mesmo, quando a minha fé é impotente, consiste apenas em uma bem arranjada retórica e só é eficiente,aparentemente, entre os meus pares. Diante do inimigo, Satanás e os seus demônios, ou eles ignoram ou zombam ( não sei o que é pior ).

Há uma fé para salvação e outra para fazer a obra de Deus. Uma fé que nos faz reconhecer a verdade, mas uma outra fé que nos fará andar sobre as águas. Vale a pena percorrer a Bíblia do Velho ao Novo Testamento e descobrir a sentido dada a fé em cada passagem, registro ou referência. Nota: não é o sentido genérico usado por nós hoje.

Por Helvécio S. Pereira

O MAIS FÁCIL: DIZER EU ACHO. O MAIS DIFÍCIL: DIZER EU APRENDI

Como crentes e cristãos, com o tempo, adotamos como prática cotidiana e inconsciente, o conhecimento. conhecimento de muitas coisas relacionadas ao nosso novo relacionamento com Deus, como as demais pessoas, com o mundo, com os inimigos de nossa fé, com os irmãos de fé, com as diversas práticas das diversas denominações cristãs evangélicas, com a própria história da igreja, com as práticas de outras religiões, com a ciência, enfim com todas as coisas.

Na maioria das vezes, nos sentimos bem, e realmente nos faz bem, nos mantermos informados e com um volume maior de informações, faz parte da experiência sadia do ser humano em todos os setores da vida. As  nossas novas aquisições como informações, nos introduzem em grupos de pessoas coma mesma afinidade e nos mantém lá com novos e legítimos amigos. Há também aqueles que por força de seu temperamento, se mantém vivos cultivando opositores, inimigos e objeto de críticas diretas ou indiretas, ainda que essas idéias ou essas pessoas reais nem saibam da sua existência e de seu posicionamento.

Assim posto, tentei demonstrar que todos nós, independentemente de quem sejamos, como crentes e cristãos, temos essa prática e essa experiência quase que contidianamente. as reflexões a seguir tem origem em uma postagem de um irmão a quem muito estimo intitulada "Fé e Sinais" em seu blog. Lida a sua postagem, consideradas a sua opinião e posicionamento, fui repisar os conceitos de fé e sinais na Bílblia, não para demovê-lo de sua opinião ou para estabelecer uma disputa teológica. Como resultado ficamos cada um com a sua visão, que é um fato legítimo e de direito de cada um de nós. Na verdade, na realidade, a sua postagem colocava em xeque a primazia e a importância dos sinais e milagres sobre a fé, na prática da igreja hoje. Mas o fato de ter que repisar os conceitos da Fé na Bíblia, e não somente na nossa língua pátria, o português, segundo os dicionários mais contemporâneos, tive que, como disse, repisar os conceitos bíblicos, verotestamentários e neo testamentários.

O resultado foi de certa forma surpreendente para mim. Mesmo como crentes  a praxis, nos distancia da verdade, quando nossos comportamentos vão sendo modificados graças a uma acomodação religiosa e de leitura fácil da experiência humana cotidiana. O sentido contidiano impresso pela cultura a nossa volta modifica, ou dá outro conceito, diverso do conceito original bíblico.

A fé não é uma idéia, um conceito, mas o reflexo de uma atitude,uma ação. Bíblicamente toda vez que temos fé agimos e nos movemos em alguma direção. e essa fé, não uma idéia, não um conceito,  que agrada a Deus. Zaqueu demonstrou essa fé quando creu a partir do que ouvia acerca de Jesus, essa fé o fez subir em uma árvore, esquecer a sua posição social para tentar ver  e ouvir Jesus de maneira melhor, pois, segundo a Bíblia, era ele um homem de baixa estatura.

Dessa forma uma fé sem obras, sem ação, bíblicamente é morta. O problema é que oscilamos não poucas vezes entre uma e outra. Entre a fé bíblica que nos levou a conversão e a um novo nascimento e a fé conceitual, a qual prazeirosamente acalentamos muitas e várias vezes nos espaços religiosos, na convivência legítima com irmãos, no confronto com os desafios do dia a dia. 

A fé Bíblica chama a atenção  de Deus, agrada a Deus e sem ela é impossível agradar-Lhe, segundo as mesmas Escrituras, segundo o que está dito na própria Bíblia Sagrada. A segunda, a conceitual,embora útil na descrição do que acreditamos, na nossa comunicação com os domésticos da fé e até com os que não conhecem a revelação bíblica e escrituristica, é inoperante nesse sentido. 

Pastores, ministros e crentes que acalentam somente esse tipo de fé,embora na sua experiência cristã alguma vez já exerceram a fé bíblica, tem uma vida completamente secularizada, sem a manifestação do sobrenatural. e isso nada tem a ver  com o rótulo de tradicional, histórico, reformado, pentecostal, neopentecostal, etc. Todos podem,conforme as circunstãncias estarem defendo uma posição e uma prática que lhes pareça mais coerente e portanto lhes agrade mais.

É duro e difícil admitir ( e eu o estou admitindo a luz do quea Bíblia diz ) que não temos tal fé na maioria dos momentos em nossas vidas. Como? Sou crente alguém pode asseverar...a tantos e tantos anos...como dizer que não tenho fé? Exatamente com os anos restou apenas, o conhecimento, a opinião, o posicionamento, o arcabouço doutrinário denominaconal, a satisfação a ser dada a outros, mas a fé que deve produzir uma ação, chamar a atenção de Deus, essa não se manifesta quando necessária.

Eu acordei. Tenho que exercitá-la novamente. Sou testemunha do que Deus faz ( nem é pode ou quer ) e são coisas  inesquecíveis e preciosas mas para as necessidades e desafios de hoje ou de amanhã preciso redescobrir essa fé novamente. Sem ela novos milagres, novas intervenções de Deus não ocorrerão, pelo menos aquelas sobre as quais somos exortados a pedir, aquelas que não virão automaticamente, o que já é um outro precioso tema a ser refletido.

Deus abençoe e lhe dê a experiência da fé genuinamente bíblica. Amém.

Por Helvécio S. Pereira

domingo, 26 de setembro de 2010

COMBATENDO A MENTIRA E AJUDANDO OS MAIS INCÁUTOS

De vez em quando algumas bobagens claramente impostas e reconhecidas como tal, surgem no mundo com o claro objetivo de conquistar pessoas, geralmente que tenham algum poder nas mãos, político, econômico, de comunicação de massa, etc. Essas pessoas  aliciadas por idéias falsas, facilitarão a propagação da mentira até as classes mais populares afastando-os se não definitivamente, temporariamente da fé no Deus verdadeiro e da crença na Bíblia como Palavra de Deus. A nós não afeta, mas se estamos engajados na defesa do Deus das Escrituras e das Escrituras que testemunham dEle e da única salvação passível de ser obtida pela graça por parte do homem, devemos estar informados sobre essas besteiras contemporâneas e firmemente refutá-las e combatê-las.


O Código da Bíblia

 O assunto do "Código da Bíblia" já circula há vários meses. Quase todas as grandes revistas noticiaram a "descoberta". O código foi vendido como sensação e o livro escrito a respeito tornou-se um bestseller. O matemático israelense Eliyahu Rips e o jornalista americano Michael Drosnin estão convictos de que é possível decifrar o código da Bíblia por meio de operações matemáticas por computador. Segundo os autores, no código estariam previstos o Holocausto, a morte de Rabin, a presidência de Bill Clinton, entre outros acontecimentos. Nesse meio tempo, porém, também se ouviram vozes pessimistas questionando ou rejeitando o código. Vários especialistas o classificaram simplesmente como bobagem e acrobacia numérica. A Sociedade Bíblica Alemã tomou posição em uma reportagem intitulada "Deus não fala por códigos" e conclamou a uma avaliação sóbria. 

A revista "Bibel Report" afirmou que, com talento para combinar as letras de diferentes maneiras, pode-se encontrar praticamente todos os acontecimentos importantes. O procedimento seria semelhante à leitura do destino em formas surgidas do endurecimento de chumbo derretido ou à adivinhação através da leitura da borra de café. De acordo com a Sociedade Bíblica Alemã, é difícil acreditar que Deus tenha falado a Seu povo de forma codificada durante 3.000 anos, e que tiveram de aparecer os senhores Rips e Drosnin (que nem são crentes no sentido bíblico) para descobrir o que Ele de fato queria dizer.

Alguns crentes mencionam a passagem de Daniel 12.4 e pensam que, com o código da Bíblia, essa época agora tenha chegado: "Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará". Evidentemente essa passagem não se refere a um código bíblico secreto, mas ao aumento do conhecimento sobre aquilo que já está escrito na Bíblia. O contexto geral de Daniel 12 leva a concluir que esta passagem trata do tempo do fim, quando mais e mais pessoas chegarão ao conhecimento da verdade em Jesus e converter-se-ão. E isto realmente está acontecendo hoje em dia. Caso os senhores Drosnin e Rips tivessem razão, nenhum cristão que crê na Bíblia poderia lê-la sem idéias pré-concebidas. Teríamos de esperar pelas interpretações desses ou de outros "decifradores de códigos bíblicos" para poder predizer acontecimentos futuros. Fica a impressão de que através da tese do "Código da Bíblia" a Palavra de Deus torna-se mais morta do que realmente digna de crédito. Um artigo do boletim "Topic" (12/97) dizia: revelações segundo o método do "Código da Bíblia" também acontecem fora da Bíblia.

Seguindo o método do "Código da Bíblia", o matemático australiano Brendan McKay trabalhou com o romance "Moby Dick". Ele chegou aos mesmos resultados "sensacionais" como Michael Drosnin, o autor do livro "O Código da Bíblia". McKay encontrou dados apropriados para acontecimentos como o assassinato de Indira Ghandi, de Martin Luther King, de Yitzhak Rabin e até do trágico acidente de Lady Diana. Não se deve esquecer de que no hebraico não existem vogais. Isso significa que as sílabas são ambíguas e, além disso, as palavras são mais curtas. Dessa maneira, as chances de se encontrar codificações que fazem sentido são muito superiores do que no inglês ou em outros idiomas. Apesar disso, o romance inglês "Moby Dick" (de 1851) já "previu" todos esses acontecimentos terríveis. McKay também realizou cálculos em relação ao nome de Michael Drosnin. Bem próximo ao nome, o matemático australiano encontrou a palavra "liar" – "mentiroso", assim como algumas referências à morte do autor do livro "O Código da Bíblia".

A Bíblia é a Palavra de Deus! Nela é descrito o passado, o presente e o futuro, e o que é mais importante: a fé absolutamente necessária em Jesus Cristo. Para compreender isso não necessitamos de nenhum "Código da Bíblia" especial, mas sim do novo nascimento e da orientação do Espírito Santo. Jesus disse em João 3.3: "...se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." E em 1 Coríntios 2.10-12 lemos: "Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está? Assim, também as coisas de Deus ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente."

fonte: www.vivos.com.br




ALMA E ESPÍRITO, O QUE SÃO EXATAMENTE?

Como cristãos não necessitamos saber tudo, ou pelo menos tentar entender algo que se torne laço para nossa fé. Calma leitor, já explico. É que mesmo como crentes não somos, tão honestos e justos  as vezes, mesmo a despeito de nossa fé. Não julgamos de forma justa e sempre "puxamos a sardinha para a nossa lata". Isso é  terrível numa discussão teológica que deveria buscar a compreensão real do que as Escrituras nos revelam. Mais fácil seria dizer não sei, admitir que não sabemos, mas o temor de deixar um assunto em aberto e vir outro e falar uma bobagem pior, faz com que a igreja, como denominação e instituição legímamente  tome uma posição, ainda que seja pouco clara, ou pior, as vezes a mais errada de todas.

Lendo comentários postados na web, deparei-me com a declaração de um irmão evangélico, dizendo que "os animais tem espírito" e outras reflexões acerca do "sono dos mortos" passando por todos os versículos favoráveis a sua posição e claro, sem nenhuma referência aqueles que poderiam refutá-la, ou ainda torná-la momentâneamente problemática. Outro problema que a revelação escriturística nem sempre é apenas uma de duas posições, no que frequentemente consiste a base de nosso raciocínio sobre qualquer assunto. A questão da alma e do espírito humano está diretamente ligada a salvação e perdição eternas do homem e portasnto a obra salvívica de Jesus Cristo por nós. Uma escolha de uma das posições aventadas influi no tipo de perdição ou de salvação que cremos para nós mesmos e anunciamos aos outros não crentes.

É praticamente impossível fazer, aqui nesse espaço uma reflexão mais longa e completa sobre o assunto. Mesmo porque esse assunto já foi esgotado tantas e tantas vezes, sendo praticamente impossível introduzir dados novos. O que define, em última instância um aposição final, são os pressupostos ligados a interesses teológos e doutrinários. Por exemplo: Testemunhas de Jeová que são um grupo paraprotestante cujo fundador foi Adventista, defendem a não consciência da alma e portanto a sua não imortalidade e a razão é a negação de um inferno de sofrimento eterno, doutrina desenvolvida para confrontar, tanto o inferno quanto o purgatório, invenção católico romana. 

Os demais simplificam o modelo, devido a sua pregação de caráter urgente urgentíssimo, que leva as pessoas a uma decisão  rápida para escaparem da condenação eterna que viria imediata e irreversívelmente logo após a morte. Para os primeiros caí-se na contradição de deixar ao crente a opção de desejar ir para um céu ou paraíso terrestre ou permanecer no pecado pois o resultado mimo seria a total aniquilação, que no fundo, só doeria uma vez. No segundo caso, embora não fique claro o resultado  não é alterado finalmente, afinal a condenação e a salvação, ambas irreversíveis, se há um intervalo histórico entre as mesmas, não alteram o destino do salvo ou do perdido finalmente.

Bem e a nós, embora não tenha urgência, se o crente se propõe a ter uma resposta mais pedagógica do assunto, deve avaliar a interferência positiva ou negativa a sua própria fé  ou complicações claras na pregação, no ensino aos de fora da fé. Afinal o homem tem ALMA+ESPÌRITO + CORPO ou somente 
(ALMA=ESPÍRITO + CORPO ). Para ambas as posições há termos teológicos que os define, os quais intencionalmente  não os cito, pela simples razão, de não deixar o leitor amarradamente pendente entre um e outro como arcabouços teológicos fixos, já que não podem ser modificados, são teológicamente solidificados ao longo da história da igreja, com mais ou menos adeptos.

Em uma simples e breve pesquisa, ambos os lados repisarão os conceitos  das palavras  "alma" e "espírito" conforme encontrados nas Escrituras que são:

A primeira posição é de um site Adventista do Sétimo Dia ( www.jesusvoltara ) 


                                                     ALMA e ESPÍRITO 1


As palavras "alma" e "espírito" nas Escrituras provém de palavras hebraicas e gregas, línguas em que a Palavra de Deus foi escrita. Vejamos:

Alma - No AT, vem do hebraico vpn (nephesh). Ocorre aproximadamente 755 vezes, sendo traduzida de diferentes formas, dependendo do contexto. No Novo Testamento, a palavra grega é quch (psyche) e ocorre aproximadamente 105 vezes.

Espírito - No AT, são usadas as palavras Mwr (ruach) e hmvn (neshamah). Aparece 377 vezes. No Novo Testamento, a palavra grega para espírito é pneuma (pneuma); ocorre 220 vezes.
Ambas são traduzidas de diversas formas nas Escrituras; eis alguns exemplos:
Alma - vida (Gn 9:4,5; 35:18; Sl 31:13, etc), pessoa (Gn 14:21; Dt 10:22; At 27:37, etc), cadáver (Números 9:6); apetite (Ec 6:7) coração (Ex 23:9) ser vivente (Ap 16:3) pronomes pessoais (Sl 3:2; Mt 26:38)

A palavra “alma” aparece na Bíblia aproximadamente 1600 vezes, e em nenhum caso refere-se a uma entidade fora do corpo, ou que seja “imortal”.

Espírito - vento (respiração - Gn 8:1), espírito (no sentido de alento - Jz 15:19), atitude ou estado de espírito (Rm 8:15; I Co 4:21, etc), sopro ou hálito de Deus (II Ts 2:8, etc) consciência individual (I Co 2:11, primeira parte).
Possui também outras definições: anjos e demônios (Hb 1:14; I Tm 4:1, etc) aplica-se como apelativo a Cristo (II Co 3:17 ) a Divina natureza de Cristo (Rm 1:4), a Terceira Pessoa da Trindade (Rm 8:9-11; I Cor. 2:8-12 )
O termo "espírito", em todas as vezes que aparece nas Escrituras referindo-se ao ser humano, não expressa o conceito de que o mesmo seja uma entidade imaterial consciente capaz de sobreviver fora do corpo.
Por que existem tantos sentidos para as palavras “alma e espírito”? A línguas bíblicas não possuem um considerável número de verbetes. Como exemplo temos o hebraico, que não tem vogais, preposições, ou conjunções. É esta escassez de palavras que torna possível apenas uma assumir vários sentidos.
Como comparação, vejamos a língua portuguesa. Mesmo sendo rica em letras e verbetes, enfrenta certas dificuldades. A palavra “manga” tem mais de 1 sentido: manga de um casaco; a fruta cujo nome é manga, etc. Se a nossa língua, com seus muitos verbetes têm palavras com vários sentidos, imagine o alfabeto hebraico !
Apesar das diversas traduções, é importantíssimo sabermos que o conceito básico de "espírito" e "alma" encontramos no texto de Gênesis 2:7, onde nos é mencionado o processo utilizado por Deus na criação do homem:
“Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente”. Gênesis 2:7.
Deus formou ao homem de 2 elementos: pó da terra e fôlego de vida. De acordo com o original, este texto seria da seguinte forma: "Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o espírito de vida (fôlego de vida), e o homem passou a ser uma pessoa vivente".Isto significa que no conceito Bíblico:
A) Espírito é o fôlego de vida proveniente de Deus;
B) Alma é a união do corpo com o fôlego de vida, ou seja, a pessoa como um todo. Isto é apoiado pelo texto de Deuteronômio 10:22. Exemplifiquemos isto:
Digamos que você tenha uma lâmpada e não tenha e eletricidade. Terá luz? Certamente não.
Agora suponhamos que você tenha a eletricidade, mas não tenha a lâmpada. Terá luz? Também não.
Para haver a luz, terá de ter a lâmpada e a eletricidade; apenas uma delas não bastará.
O mesmo se dá com a vida. Para existir vida, temos de ter o corpo e o espírito (fôlego de Deus). Caso contrário, não temos vida; somos inconscientes. Como disse Jesus:
“Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu”. João 11:11-14.
Cristo comparou a morte a um SONO, confirmando assim o que diz Salomão:
“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol”. Eclesiastes 9:5-6.
Portanto:
Lâmpada + eletricidade = Luz.
Lâmpada - eletricidade = Sem luz.
Pó da Terra (corpo) + fôlego de vida (espírito) = Alma vivente.
Pó da terra - fôlego de vida = cadáver - sem vida.
A união do corpo com o fôlego de vida de Deus resultou numa alma vivente. Assim, podemos ver que o homem “é uma alma”. (cf. Deuteronômio 10:22), não “possui uma alma”.
O fôlego de vida (espírito) humano, dado por Deus, a fonte de toda a vida (Salmo 36:6; Colossenses 1:17, etc) é o mesmo de todos os animais (leia Gênesis 7:22; Eclesiastes 3:19); isto quer dizer que este alento não pode ser algo inteligente, pois se o fosse, o fôlego de vida dos animais (o espírito) teria de ser algo racional também.
Quando morre o corpo, o fôlego de vida não mais existe; torna para Deus (Eclesiastes 12:7) (reintegra-lo, talvez, no ar). Sendo que este espírito (sopro ou fôlego de vida) não é algo pensante, na morte o ser humano deixa de existir como um todo.
De acordo com as Escrituras, o único que possui a imortalidade é Deus: “a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!” 1 Timóteo 6:15-16.
Isto se dá porque, para o homem fosse eterno, teria de obedecer a Deus para ter livre acesso á árvore da vida, que perpetua a existência. Como o homem pecou e Deus o expulsou do éden, ele não comeu mais da árvore da vida, tornando-se assim mortal. (Leia Gênesis 3:22-24; Isaías 51:12).
Se já fôssemos imortais, não haveria necessidade de Adão ter comido da árvore da vida, e nós de a comermos no céu. (cf. Gênesis 2:16, 17; 3:23, 24 e Apocalipse 22:2). Como seríamos imortais sendo que Deus privou o homem de comer da árvore da vida? (ver Gênesis 3:22 e 24). O homem foi criado com a imortalidade; mas esta era “condicional” à obediência a Deus.
No céu, quando Jesus voltar e nos levar com ele iremos comer da árvore da vida para sermos imortais: “No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”. Apocalipse 22:2.
“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas”. Apocalipse 22:14.
“e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”. Apocalipse 22:19.
Se já tivéssemos uma alma ou espírito imortal, não haveria necessidade disto.
Se o espírito ou alma já estivessem no céu (vivendo de um modo imaterial), porque Jesus iria vir nos buscar? Não haveria necessidade disto se já estivéssemos lá em cima.
A ressurreição é uma prova de que a pessoa ainda não está no céu na morte; se Jesus vem nos ressuscitar a pessoa para levar ao céu, é sinal de que ela ainda não está lá.
Com o auxílio de uma concordância analítica, podemos verificar que o hebraico “nephesh” e o grego “psique” não aparecem uma única vez coma idéia de imortalidade ou eternidade.
As mesmas palavras hebraicas usadas para definir espírito são usadas para referir-se ao “fôlego de vida” que Deus soprou nas narinas do homem; assim ocorre também com as palavras gregas.
O estado do homem na morte
Na Bíblia, a morte é comparada a um “sono” cerca de 53 vezes, indicando assim o estado de inconsciência dos mortos até a volta de Jesus (Salmo 6:5; 13:3; 88:10-12; 115:17; Isaías 38:18-19; Eclesiastes 9:5-6 e 10; I Tessalonicenses 4:13-16).
“A Bíblia não apóia em absoluto a doutrina popular de que os mortos permanecem conscientes até a ressurreição. Pelo contrário, enfaticamente refuta tal ensinamento (Sl 115:17; Ec 9:5). Emprega-se comumente o verbo dormir como símbolo da morte (Dt 31:16; 2 Sm 7:12; I Rs 11:43; Jó 14:12 ; Dn 12:2; Jo 11:11,12; I Co 15:51; I Ts 4:13-17; etc). A declaração de Jesus, que consolava a seus discípulos com a idéia de que eles voltariam a estar com ele na ocasião de sua segunda vinda e não na morte, ensina claramente que o “sono” não é uma comunicação consciente dos justos com o Senhor (João 14:1-3). Do mesmo modo, Paulo explicou que ao produzir-se o segundo advento, todos os justos que então estão vivos e os mortos que ressuscitarão neste momento se unirão simultaneamente com Cristo, sem que os vivos precedam os mortos (I Ts 4:16,17)” .
Se a morte fosse um começo de uma nova existência, não poderia ser chamada pelas Escrituras de nossa “inimiga” (I Coríntios 15:26); teria de ser chamada de amiga, pois estaria nos ajudando a ir para o paraíso.
Como os justos irão pára o céu. Origem da doutrina da imortalidade da alma
Não nos esqueçamos que as pessoas que foram arrebatadas ao Paraíso (Enoque, Moisés e Elias) o foram com o corpo, em vida e não por ocasião da morte (Moisés foi ressuscitado antes de ir ao céu - cf. Judas 9). Isto é uma prova indiscutível de que o ser humano, ao ir para o Céu, irá também com o corpo e não em espírito apenas.
Basta estudarmos a história e veremos que “a doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho...” (Professor Otoniel Mota, Pastor Presbiteriano, em Meu Credo Escatológico [opúsculo], ed. 1938, p. 3.)



A segunda posição adotada por demais protestantes ( reformados, tradicionais, renovados, pentecostais e neopentecostais ) é a seguinte:

ALMA  e ESPÍRITO 2
 
1- ALMA
O Termo alma representa o hebraico nephesh, que em muitas outras passagens se traduz por “vida” ou criatura.
Usa-se esse vocábulo a respeito dum ser vivo (Gn 17. 14; Nm 9.13, etc.); e dos animais, como criaturas (Gn 2.19, 9.15, etc.); e da alma como substancia distinta do corpo (Gn 35.18); da vida animal (Gn 2.7; note-se a aparente identificação com o sangue, Lv 17.14; e Dt 12.23); da alma como sede dos afetos, sensações e paixões, sendo suscetivel de angústia (Gn 42.21), de aflição (Lv 16.29), de desanimo (Nm 21.5), de desejo (Dt 14.26), de aborrecimento (SI 107. 18); e sendo, também, capaz de comunicação com Deus. çomo vinda Dele (Ez 18.4). desejando-O (SI 42.1, Is 26.9), regozijando-se Nele (SI 35.9; Is 61.10), confiando Nele (Sl 57.1), adorando-O (SI 86.4, 104.1), mas pecando contra Deus e fazendo mal a si própria (Jr 44.7; Ez 18.4; Mq 6.7).

No Novo Testamento é o termo “alma’ a tradução do grego “psyché”, que, como nephesh, é muitas vezes traduzido por “vida”. Usa-se acerca do homem individual (At 2.41; Rm 13.1: 1 Pe 3.20); da vida animal sensitiva, com as suas paixões e desejos, distinguindo-se do Corpo (Mt 10.28) e do espírito (Lc 1.46; 1 Ts 5.23; Hb 4.12).
A alma é suscetível de perder-se (Mt 16.26); de ser salva (Hb 10.39; Tg 1.21); e de existir depois da separação do corpo (Mt 10.28; Ap 6.9; 20.4).
2- ESPÍRITO
A palavra “espírito” no Antigo Testamento é, com duas exceções, uma tradução do termo hebraico ruach, que também tem a sua significação literal de “vento” (Gn 8.1, etc.), sendo em muitas passagens traduzido por “sopro”, com aplicação ao ar respirado (Jó 17.1; Is 2.22) e à frase “fôlego de vida” (Gn 6.17; 7.15; cp com Sl 104.29, e Ez 37.8). Deste modo é naturalmente empregada a palavra acerca do principio vital, o principio da vida animal(anirna, psyché), quer se trate de homens ou de animais (“fôlego”, Ec 3.19); de homens (Gn 45.27; Nm 16.22; Jó 10.12; SI 104.29; Ec 12.7; Is 38.16; 57.16). Noutras passagens refere-se ao principio espiritual ou à alma racional (anomus, pneuma). Neste sentido é o espírito a sede das sensações e das emoções; ele é altivo (Pv 16.18), atribulado (1Sm 1,15), humilde (Pv 16.19); tornam-se nele subjetivas as graças divinas (Sl 51.10; Ez 11,19; 36.26).


No Novo Testamento, o espírito (pneuma ), como faculdade divinamente concedida, pela qual o homem pode pôr-se em comunhão com Deus, distingue-se do aos próprio caráter natural (psyché); veja-se especialmente 1Co 2.10 a 16. A Bíblia claramente faz supor a existência do espírito, separado do corpo depois ela morte (Lc 24.37, 39; Hb 12.23 ).

                                                                     ***


Portanto em linhas gerais estão aí as duas posições. Muitas pessoas ou pelo parte substancial de cristãos, após a conversão e conhecimento do Deus bíblico migram para uma ou outra religião cristã por esse detalhe incorrendo em outras implicações mais sérias acerca, inclusive da própria salvação, pessoa de Cristo, sua obra redentora, etc. A segunda é majoritáriamente aceita e na prática tem menor impacto negativo no restante da teologia individual. No mais deve-se concentrar no objetivo pelo qual a Bíblia, e Deus através de Sua Palavra, pretende transmitir a nós seres humanos, o caráter de urgência e de desejo urgente da aceitação da salvação por parte do homem.

Diante do homem dois destinos estão claramente impostos, independentemente dos detalhes que o compõem: Salvação em Cristo unicamente ou perdição definitiva e eterna sem Cristo, e não há outra opção. Gozo eterno, prazer indescritível, materialização de toda e perfeita justiça, ou sofrimentos inomináveis, que serão reais e percebidos por toda a eternidade, sem nenhuma possibilidade de relocação, seja por perdão ou outro processo. Vale lembrar sempre que o ensino de uma ou outra posição é escolhida, nunca em separado da mensagem que a igreja ou determinado grupo de cristãos e crentes pregam, ou seja, o evangelho ou a palavra de salvação anunciada.

Finalmente, embora as Escrituras não se contradigam em nenhum momento, possuindo uma unidade doutrinária perfeita, a compreensão dessa realidade nunca foi a mesma desde os primórdios da história Bíblica, passando pela época de Jesus e até ao final do Novo Testamento. Os diversos textos ao longo da Bíblia fornecem visões que compõem o quadro final e definitivo, nem sempre tão fácil de ser totalmente delineado, mas suficientes para dar ao homem um caráter de urgência e de auto preservação, que o levará a fé no Senhor Jesus, único nome dado debaixo dos céus entre os homens para que sejamos salvos.

Por Helvécio S. Pereira



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