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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

TRADUÇÕES DA BÍBLIA, AJUDAM OU PIORAM O CONHECIMENTO DE DEUS?

O ano termina, não bastando questões pertinentes e repisadas, acerca da relação mito de Papai Noel e Natal, árvore de Natal e outros símbolos natalinos. O nascimento de Cristo ( como data não real mas como fato histórico documentado ), a crítica à reafirmação da errônea e recorrente data de comemoração da encarnação do Nosso Senhor, que claro não foi nem em dezembro e muito menos no dia 25, e até o ano o deságio de pelo menos quatro anos, há outras bem mais importantes.

Há ainda outros problemas que também surgem ou persistem, ora ou outra, de cunho mais imediato e direto, como a dificuldade de escolher e permanecer numa igreja evangélica,sair definitivamente ou procurar outra. Uma que as vezes que já foi benção mas que hoje se complica com desvios, estranhezas, bizarrices, modismos e soberba de lideranças, que já foram abençoadas e bençãos às pessoas com suas desculpas, explicações nem tão convincentes e muito menos bíblicas, ou a falta dessas mesmas explicações,  pioram mais as coisas.

Mas não param por aí: traduções da Bíblia são apontadas como melhores por umas em detrimento e anátema de outras. Na prática, em reuniões são negadas a leitura por parte de irmãos de posse de uma ou outra tradução, causando embaraço e por que não, uma certa humilhação. E como todos bebem pelas mãos dos outros isso é decidido ali na hora por quem tem mais poder... eu disse "poder"? Nem sempre quem decide a melhor está de posse da melhor traudução a ser usada no momento, de um estudo bíblico, de um sermão temático, de uma demosntração apologética, etc. Ou seja a decisão é no grito mesmo.

Senão vejamos ( em uma igreja que adote o sistema de células ): um líder de célula que reza na bula de outros líderes de células, ou de pastores ou pastoras cujos grupos estão sobre a sua supervisão, reuniões que se tornam muito, muito estranhas, pois nas recomendações, essas reuniões não podem ser "estudos bíblicos", "debates", "reuniões de oração", "reuniões de louvor", "confraternizações", "ajuda humanitária" e nem "igreja" (!!!!) São o quê então?


Mas esse problema, esse dilema, ocorre entre reformados, pentecostais tradicionais, etc. Todos os grupos estão sujeitos a terem, a partir de agora, na prática, esse tipo de problema. E não estamos falando da diferença entre grupo e e grupos, entre teologias e teologias, essa coisa está afetando a todos. É peculiar, curioso, imperceptível mas não exatamente útil a obra de Deus. Se pode chegar a um ponto que todos terão dúvidas acerca da Bílbia que lêem e não apenas do que compreendem ou não.

Mas voltemos à Bíblia... tem "bíblia", que mereceria um "b" minúsculo ( caberia bem ) com capa rosa, branca, preta, dourada, com pêlos, penujem, rajada, padrão de infantaria, kids, da mulher, do homem, do pregador ( diferente do que ouve a pregação???), pentecostal ( tradicional também têm? seria diferente? ) estou brincando eu sei como ela é com adendos, chave bíblica, hinário, etc, etc. Mas toda tendência sem autocritica pode tornar-se uma coisa patética. E o pior pode vir ainda  ( e não duvido que com a implantação de igrejas do terceiro gênero, pelo volume de vendas e pedidos contratuais... e é assim que as coisas funcionam no mundo corporativo ( e a igreja hoje não prescinde dessas aberrações necessárias ) como as demais edições, surja de repente a "bíblia gay", ou seja uma Bíblia "nova" com adaptações para todos os gostos.

A Bíblia se adapta ao pecador e não o pecador à Bíblia! Dessa forma fica cada vez mais distante a transformação radical do ser humano em um novo homem, curiosamente  nova criatura, no que a Bíblia, a velha e boa Bíblia revela que ele, esse ser humano tenha, deva se transformar! Já adianto que a minha é e será a velha e única Bíblia Sagrada, que repleta das revelações do próprio Deus, desagradam a mim como desagradam a todo e qualquer pecador, mas são, de fato, a nossa única segurança, para a vida e para a morte, para o agora e para a eternidade, com a mais firme certeza.

Já repararam que Deus na sua plena sabedoria nos antecede sempre? Ela ( a Bíblia  ) não nos agrada e não se adapta nem mesmo á teologia mais correta, à teologia "evangélica", "protestante", etc.


Se não vejamos:

A velha Bíblia incomoda os reformados, incomoda os protestantes, incomoda os batistas ( beseio-me na divisão mais técnica defendida por esses mesmos grupos, representados por seus membros mais radicais ); incomoda do mesmo modo carismáticos, pentecostais e neopentecostais. Embora todos esses irmãos estejam certos em boa dose de sua crenças claramente bíblicas, fazem contorções teológicas para explicarem o que não crêem ou no que se excedem.  E olhem que dizendo-se a verdade, nenhum cristão possui uma teologia mais bíblica que os evangélicos. Nós evagélicos em geral prezamos por isso, nos esforçamos para tal, essa é a grande verdade. Buscamos a compreensão perfeita e a sujeição total a verdade revelada, as vezes nem sempre a consigamos.

Igualmente os paraprotestantes ( Adventistas, Mórmons, Testemunhas de Jeová, etc ) passam aperto em explicar o que excedem em suas crenças particulares as declarações escriturísticamente bíblicas. O mesmo vale para católicos romanos praticantes. Se Deus na Sua eterna Palavra não facilita as coisas  para nenhum cristão dos mais de dois bilhões no mundo, facilitará para alguém em particular? É decididamente uma alteração de foco importante, ou perca do mesmo. A Bíblia como Palavra de Deus, "A" Palavra de Deus, não se adapta a nós em nenhum de seus textos. Nem mesmo as suas revelações são basedas nas nossas expectativas, mas nas prioridades reveladoras de Deus somente. Esses editores ficaram loucos, irresponsáveis? Ou no mínimo infantilmente temerários?


Já disse aqui algumas vezes: eu não gosto de muita coisa na Bíblia, não gosto da cruz, foi um desfecho horrível sob todos os aspectos, mas foi o desfecho de Deus, e embora não esteja regristrada na Bíblia exatamente essa fala, poderíamos supor que Deus viu e disse que "foi bom". Foi o desfecho de Deus, portanto o melhor, o mais justo e o mais perfeito desfecho na odisséia da redenção. Assim é a Bíblia, são as Escrituras, e a perspectiva correta de a vermos sempre. Não adaptada a nós ou ao mundo, mas do que jeito que ela revela o ponto de vista de Deus somente!


Mas vamos ao ponto dessa postagem:

A tradução mais usada por brasileiros em língua portuguesa é decididamente a de João Ferreira de Almeida, calvinista com bela e abençoada bibliografia. Em língua espanhola é a de Reina-Valera, resultado de dois tradutores que a exemplo de João Ferreira, dois autores completam o trabalho do outro após o seu falecimento.

O problema agora é que relações de poder, decisões tomadas por pessoas com base em certas preferências e visão particular de mundo, bem ou mal intencionadas, que por circunstâncias, propiciam que as milhões de Bíblias sejam portanto impressas e cheguem às pessoas que se convertem nas muitas e diferentes igrejas, cujas lideranças passam a optar por uma ou por outra tradução, levantando dúvidas e estabelecendo relações teológicas estranhas, ou ainda no atrito natural depõem contra a própria Palavra de Deus como um todo, levando a dúvida e um posicionamento interpretativo, fortuito e cada vez menos consensual biblicamente.

Vale lembrar que, curiosamente, quando temos a maior possibilidade de acesso e de exercício não só da livre leitura da Palavra de Deus e portanto do seu livre exame, não somos nós que consistimos no foco real de qualquer dúvida passível do simples exercício interpretativo, mas a própria tradução e a provável "incompetência divina" aventada indiretamete por alguns, em garantir que o erro dos tradutores não permanecesse na  Sua Palavra que chega aos pregadores e deles ao povo. O problema não está em quem lê a Bíblia, mas em quem a traduz, quem a imprime e a vende, no que é decidido com bases difusas, no que estará finalmente lá nas páginas impressas e pode permitir pecados que a Escritura condena e omitir advertências que essas mesmas Escrituras enfatizam.

Já afirmei que, em um debate no blog do querido irmão Jorge Fernandes Isah, o Kálamos, relacionado à questões de tradução mais própria ou mais imprópria para uso do crente, os fatos e acontecimentos contados nas Escrituras, ao meu ver, são o elemento principal da revelação divina, de modo que a meu ver também, dificilmente a pior tradução conseguiria de fato invalidar por completo,  o que Deus decididamente quer que saibamos para a nossa salvação, através da sua única e eterna revelação.  Porém no dia a dia, um detalhe ou outro, e quanto mais legalista, versiculista, forem os debatedores, mais a dúvida sobre uma tradução se tornará na prática, mais catastrófica ao longo do tempo.

As duas traduções oriundas dos tradutores para a língua portuguesa e para a língua espanhola, são boas, destacando porém um dado importante: os editores ( aqueles que patrocinam cada edição ) tomaram certas decisões nas edições que visam modernizar cada tradução ( seja na consagrada tradução para a língua portuguesa ou para a língua espanhola ) de modo que, não é Bíblia de Almeida ou a de Reina-valera, que devem ser uma preferida em detrimento da outra simplesmente pelo crédito de seus tradutores, seja de uma ou outra edição, mas dependendo delas, uma e outra, devem ser igualmente evitadas. Ou seja todas as edições de Almeida e particularmente a de Reina-Valera de 1960 que sejam baseadas no TC ( Texto Crítico ).


Os anúncios, patrocinados e portanto pagos, em jornais denominacionais ( de todas as igrejas praticamente ) em livrarias evangélicas, em sites e blogs não fornecem nenhum subsídio para que o crente decida qual a melhor, e no dia a dia a preferência de pregadores e de maior número de irmãos e de leitores nas igrejas pode recair sobre a pior de todas elas. Claro que essa tendência envolve muitos interesses, inclinações inconscientes e ignorância mesmo, afinal todos comemos pelas mãos de outro sim. Quantos conhecem as línguas originais e profundamente linguística e teologia, juntas, para revisar essas questões?

Quantos, repito, dominam as interrelações entre fatos e histórias bíblicas ( para mim a melhor maneira de compreender a Bíblia e sua, digamos teologia revelada ) afim de expor coerentemente a Teologia Bíblia com "T" maiúsculo, aprendendo corretamente para si e para ensino dos demais? Aparentemente é decididamente mais fácil pegar carona no arcabouço teológico acabado, ou ainda ( não sei qual é pior ) aquele fluido de acordo como os acontecimentos e tendências da hora. O primeiro escraviza e cega, já o segundo desencaminha e conduz ao nada.

Numa próxima postagem compararei dando exemplos de umas e de outras traduções com suas vantagens e desvantagens, com exemplos de textos traduzidos paralelamente. Até lá então.

Por Helvécio S. Pereira


ATENÇÃO! 

Por ora, recomendo a visita a esse site bastante conhecido e de excelentes contribuições em prol do conhecimento e reflexão escriturística. Siga todas as instruções obedecendo cada passo a seguir. Você terá em seu computador uma variedade de traduções ( algumas boas e outras nem tanto, mas ambas como material de estudo ), comentários bíblicos, para comparação, estudo, crítica, em vários idiomas diferentes, etc. É para aqueles que já gostam de ler a Bíblia com uma persistente e objetiva atitude de estudante e disposto a aprender mais dela. Recomendo.







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NOTAS:



Christopher Hitchens, ateu recentemente falecido, já defendera e enaltecera a tradução clássica da Bíblia, particularemente a King James, contra toda tentativa moderna de teístas cristãos de modernizarem a tradução das Escrituras. Essa postagem foi publicada aqui no "O PREGADOR" ano passado (2011 ). Vale a pena revisitá-la dada a importância do testemunho, e incrivelmente da clareza, de um ateu  sobre o assunto. Como podem crentes terem menor cuidado e respeito pelo que confessam ser a inerrante Palavra de Deus? Uma lembrança para editores e revendedores das "Bíblias modernas" e corruptamente adaptadas aos diversos gostos.


 PARA LER ESSA POSTAGEM ANTERIOR  




No link acima você conhecerá a página de "O PREGADOR" otimizada para celulares ou para uma navegação mais leva para PC.



sábado, 24 de dezembro de 2011

ÁRVORE DE NATAL, OS SÍGNOS DO NATAL: A ORIGEM DA TRADIÇÃO

Em uma de nossas postagens fizemos uma reflexão acerca da personagem do Papai Noel, o culto a essa lenda e as implicações perigosas dessa tradição impingida principalmente à cultura ocidental. Inevitavelmente sob uma análise mais séria, o papai Noel tem implicações desde as mais inocentes as mais complicadas, seja no imaginário das crianças que logo é definitivamente desfeito, na alienação frente as injustiças sociais e econômicas, questões étnicas, etc. Claro você pode ignorar tudo isso e sair ileso, outras pessoas são marcadas negativa e inevitavelmente para sempre. Um livro de fotografias  artísticas, foi publicado nos EUA em 2010 com centenas de fotos de crianças verdadeiramente aterrorizadas no colo que algum papai Noel em lojas e shoppings. O outro lado da historia do Natal consumista. Mas e a árvore, o velho pinheirinho triangular, qual é a origem e o significado desse elemento tão presente na ocasião do Natal? Leia o artigo que se segue e veja:

"Tradicional enfeite de natal em lares cristãos e na decoração de cidades em todo o Brasil, a tradição de montar árvores de Natal surgiu entre povos pagãos escandinavos e germânicos.

O costume, adotado há séculos pelos cristãos, surgiu entre os germânicos para celebrar as festas de final de ano, colocando uma árvore de folhas duradouras simbolizando a fertilidade e a vida eterna com o objetivo de afastar os demônios durante o ano vindouro. Este costume foi adotado mas tarde pelos escandinavos.

Povos antigos associavam as árvores também a deuses pagãos como Osíris, representado pelo cedro para os egípcios e Apolo que os gregos associavam ao loureiro. Os germânicos tinham também o costume de colocar presentes para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.

De acordo com artigo do Folha.com a árvore de Natal na forma que conhecemos atualmente surgiu de uma tradição medieval cristã na Alemanha, representando a árvore do paraíso da qual Adão e Eva comeram o fruto, desobedecendo a Deus. Mas foi com os luteranos alemães que a árvore passou a ter a forma de pirâmide, representando a Santíssima Trindade.

No século 19 a ornamentação de árvores no Natal se tornou uma tradição e se espalhou pelos Estados Unidos com os colonos alemães, e daí se espalhou pro mundo inteiro. "

Fonte: Gospel+


domingo, 11 de dezembro de 2011

A PERFEIÇÃO NAS ESCRITURAS: DEUS CRIARA TUDO PERFEITO OU NÃO?

Eventualmente somos instados por circunstâncias, conversas, reflexões com outros irmãos na fé e até em debates com pessoas que não partilham a nossa fé bíblica a delinearmos nossas posições e descrevermos o que compreendemos como realidade referente a detalhes de nossa crença.


Muitas vezes e quase sempre se tratam de coisas acessórias, menos importantes, menos claras e menos decisivas por exemplo no que concerne a salvação. O erro é quando esses "detalhes" parecem ser o ponto máximo de defesa e a marca de nossa vida espiritual. Os exemplos na história e na vida dos crentes de diversas épocas e igrejas mostra o desastre e a perda do foco principal. Entre tantos exemplos, nada contra aqueles que querem guardar o sábado, não comer carne, se referir a Deus pelo nome de Jeová ( embora essa pronúncia não seja de modo algum passível de prova que era a exata ouvida, dita raramente, de fato quase nunca, ou ouvida no fundo da mente de um israelita ), etc.


Normalmente ao defender-se um detalhe da fé a coisa evolui e passa-se a naturalmente construir uma teologia aparte da teologia revelada nas Escrituras para contornar a nova descoberta, Chama-se a isso "teologia pessoal" ou "teologia individual", que pode originar de uma "teologia leiga" se transformando para aquela denominação e igreja em "teologia oficial" passando histórica e pragmaticamente a competir com outras teologias numa autêntica guerra religiosa. O orgulho, a independência, a falta de bom senso, e o prazer inconfesso de derrotar, sobrepojar publicamente o outro, parece ser o motor desse complicado processo.



Na minha opinião e já disse isso algumas vezes, a predeterminação calvinista começa com uma pergunta sincera e uma resposta errônea e toda a teologia calvinista é erigida, se ergue, sobre um erro primário ( não que João Calvino fosse um estúpido, ao contrário era um homem dotado de preparo e inteligência e profundo mas de sincero amor ao Senhor sobretudo ) e Deus o usou para defesa das Sagradas Escrituras  contra a religiosidade e religião dominantes em seu tempo. Isso não impediu também que a pregação de João Calvino levasse a boa parte do norte europeu a salvação em Jesus Cristo recebida por todos que creram em sua mensagem e que a  três séculos atras, um órfão, futuro padre católico romano, sobrinho de um de padre católico-romano, filho de pais católicos que o deixaram órfão. João Ferreira de Almeida, ao se converter ao calvinismo, traduziu a Bíblia para o português e hoje, a sua tradução é de fato a mais usada no Brasil entre os chamados protestantes e é lida tanto por arminianos, tanto por calvinistas, além dos demais paraprotestantes como adventistas, etc .


De fato as nossas particulares e pequenas opiniões acerca do que achamos, sendo secundárias, não são impedimento para que Deus faça o que, no seu amor queira fazer por nós. Todos certamente estamos errados sobre um monte de coisas menores, as quais defendemos muitas vezes com unhas e dentes e e até ódio direcionado aos irmãos de fé, e sinceramente, não poucas vezes, esperamos que Deus desça do céus e se interponha entre nós e esses mesmos irmãos de fé que crêm nEle, e diga diante de nós que o outro está errado para nosso deleite e prazer.

Deveríamos ouvir novamente a Sua voz: "quem me colocou como juiz e repartidor entre vós?" Nessa situação pastores e irmãos de diferentes denominações podem perder todo o tempo que quiserem e se esganarem uns aos outros, esperando que  Deus diga publicamente em favor de um ou de outro quem está certo, algo que nunca acontecerá para o prazer peesoal de ninguém. O risco, de fato, é de ambos serem deixados de lado, enquanto o Senhor usa outra pessoa para fazer a Sua vontade.


Ouvindo e lendo o registro de uma das aulas do irmão Jorge F.Isah ( na verdade é uma série de aulas excelentes acerca das Escrituras, tomando como base a confissão batista de 1689 ),chamou me atenção uma referência rápida acerca da perfeição da criação. Já conhecia a sua posição que a posição oficial de muitos irmãos e teólogos e naturalmente ele a exposa com base no que já leu expressando uma ou outra posição diferente e oposta. Não é algo fundamental, mas é consequência de uma determinada posição teológica, ou seja não pode ser dita de outra forma, pois desmonta em grande parte essa mesma posição teológica. Considero que, mesmo sendo secundária, deva ser analisada e refletida a parte.



Afinal, a criação, céus e terra eram perfeitas ou não?



Muitos dizem NÃO!, não foram perfeitas, pois certos detalhes catastróficos são facilmente reconhecíveis nela ( na criação ), antecedendo-a, após efetuada, ou ainda dentro dela.



Vejâmo-las e analizemos cada uma delas em sua ordem bíblicas:



1) Cáos e Trevas



Gênesis 1:2 " E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo;



Embora haja duas interpretadões importantes e erguidas mais teologicamente que a partir de uma leitura simples do texto em si e uma delas sugira que a terra não "era sem forma e vazia", mas "tornou-se sem forma e vazia" como melhor tradução do verbo hebraico original, o cáos e as trevas podem ser:



a) falta de organização inicial no processo de criação gradual, algo natural. Aliás criação gradual é o que se apreende de todo o relato do Gênesis. Embora do nada, a criação de Deus obedece passos claros e razoáveis em todo o tempo.



b) um desastre abatido pelo menos sobre a terra especificamente que demandou uma reorganização promovida pelo único criador de todas coisas, no caso por intermédio do Espírito de Deus.



De um modo ou de outro nesse estágio a criação, ou mais especificamente a terra não era "perfeita".



A primeira constatação e declaração que algo na criação era boa , é dita por Deus no que respeitava à Luz ( Gênesis 1:4 ) "E viu Deus que a luz era boa". evidentemente a luz aí descrita e dita é física e do mesmo modo as trevas, ausência natural dessa mesma luz e nada tem a ver com o mal e o bem como conceitos.



Essa declaração de que cada passo da criação da terra especificamente "era bom" se repete nos versos 10, 12,21 e 25 de Gênesis 1. Muitos afirmam que esse declaração de "bom" e de "boa" nada tem a ver com perfeição e portanto a criação não era de fato "perfeitas" no seu sentido mais exato.



Vejamos então, ao se observar uma bela jovem em suas formas e expressão decididamente femininas, homens e mulheres podem dizer: "ela é perfeita". Mas se observarmos a sua pele através de uma lente, seus dentes sob a ótica de um especialista, sua resistência imunológica sob a ótica de um médico com relação a alimentos, clima, prática de esportes e reprodução ela pode não ser tão perfeita assim. ao vê-la pela manhã acordando em seu leito então...talvez bem pior do que naturalmente bem vestida, maquiada e pousando para fotos. Será que é com esse relativismo que lemos as declarações do criador nas Escrituras, um elogio comedido e educado, politicamente correto? decididamente não! Se Deus disse que era bom é porque segundo a sua onisciência era de fato bom, em toda a acepção da palavra com todas as implicações possíveis. Portanto a criação foi perfeita segundo a declaração divina, não sendo cabível nenhuma reparação que a diminuísse.



Quando lemos Deus dizendo que tal coisa é pecado, mesmo que não gostemos deveríamos aceitá-la como declaração de Deus e não de outra forma. Afinal Deus não é homem para mentir. O Senhor Jesus nunca foi "politicamente correto" embora frequentemente as igrejas cristãs e não poucos pregadores teimem em omitir isso tonando-O uma figura humana "mais palatável".


Após criar o homem o único ser vivo a ser criado pessoalmente por Deus e como um só exemplar ( aparentemente os demais animais devem ter surgido na terra aos montes e nunca um só por sua vez, cada indivíduo ) Deus declarou: " não é bom que o homem esteja só" ( Gênesis 2:18 ) Como usar dois pesos e duas medidas: a criação não era "boa" exatamente, mas a declaração de não ser boa a condição solitária do homem ser mais válida do que a outra?



Alguém pode dizer que são situações diferentes e que "bom" nos dois casos se referem a coisas diferentes: na criação o funcionamento das coisas, no caso de Adão uma condição inadequada a sua existência. De fato é isso, o que coloquei foi referente ao quanto valorizamos uma, como reconhecemos uma em detrimento da outra. Afinal é a mesma pessoa infinita e perfeita que as declara em ambas as situações.



2) O "Mal" como imperfeição, como um elemento estranho à Criação divina.


Em Gênesis 3:1 é nos dito que além do homem e da mulher uma terceira personagem aparece na criação. Trata-se da serpente e é dita dessa personagem emblemática que era astuta! Sabemos posteriormente por toda a Escritura que essa "serpente" era Satanás ( opositor ), o diabo ( o que causa confusão ), o pai da mentira, assassino e ladrão desde o princípio e que nunca se firmara na verdade, aquele do qual é dito que foi achada iniquidade nele.



Se o homem e a mulher antes da queda e toda a criação eram perfeitas no seu início, um problema se coloca agora: um ser que não é perfeito, no que se refere a representar tudo o que Deus é como ser único e perfeito que Deus é. Um elemento estranho, contrário, oposto a tudo o que Deus é e representa. Posteriormente nas Escrituras, na Bíblia, tomamos conhecimento de que não foi único mas inumeráveis outros seres se tornaram como ele, seguiram-no e passaram a ser como ele mesmo, os demônios ( inteligentes ).



Ainda um conceito é nos revelado em Gênesis 3:22( não sei como tantas pessoas as quais se atribuem sabedoria e conhecimento acadêmico, desprezam as revelações inteiramente originais e tão importantes da Bíblia, das Escrituras como conceito ) : "Eis que o homem é como um de nós, sabendo ( conhecendo ) o bem e o mal; " Nós aí pode ser primariamente entendido e aceito como:



a) "Nós" é Deus falando de Si mesmo ( vide Gn 1:1 - "No princípio criou Elohim os céus e a terra - em que aparece a palavra Elohim=deuses, não como vários "deuses" mas um único Deus como se compreede posteriormente, uno e  trino ) , compreensão mais aceita, logo nós é a trindade, algo corroborado pela declaração de Satanás, que não constitui uma inverdade mas uma deturpação, uma declaração dita com endereçamento incorreto e premeditado ( ele apenas usou a verdade para subverter a defesa do raciocínio humano ) em Gênesis 2:5 "Porque Deus sabe que no dia que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal".



b) "Nós" referindo-se não só a Deus ( Deus estaria declarando publicamente perante todos os seres da eternidade, anjos, querubins, serafins, etc ) que o homem e a mulher agora se tornaram como eles, "conhecedores do bem e do mal."



Em ambos os casos o "mal" não é um ser, uma coisa, material, mas uma possibilidade apenas. Algo que o homem sem comer da árvore ( do conhecimento do bem e do mal, e não só do conhecimento como muitos erroneamente defendem ) não teria.



Desse modo resolve-se um problema teológico que muitos levantam de que Deus não de certa forma não conhecesse o mal pois não há mal em Deus. Outro dado importante é se aceitarmos que no caso "Nós", se referir ou até implicar no fato dos outros seres celestiais conhecerem o mal, explicaria o fato de Satanás ter se tornado o que se tornou e outros incontáveis anjos antes emissários e serviçais de Deus se havido tornado demônios. Logo o mal não foi criado por Deus, pois nem existe, o mal é como oposição ao bem é um fato, uma possibilidade, e por ele, o mal, o bom se transforma em "mau", oposto do "bom" que só há um, segundo declaração do próprio Senhor Jesus: DEUS!



Voltemos ao ponto original dessa postagem: era a criação PERFEITA ou IMPERFEITA?



A minha posição, percebida pela revelação Escriturística, é que sempre foi PERFEITA. Satanás era perfeito e sobre o brilho das pedras andava e por ser perfeito julgou-se subir e sentar-se ao lado de Deus e receber como Deus, reconhecimento e adoração. Por isso foi atirado na terra, tirado de sua posição original e todo o enredo que se estende até hoje é uma disputa não de poder, por ser o seu poder de Satanás, insuficiente para combater e competir com o Soberano e único poder de Deus. A luta de Satanás obstinada e concretamente perdida é no campo da lógica, teima ele em ter razão, pela sua presunçosa astúcia ( inteligência, voltada a enganar, torcer, vencer malandramente ). Ele mesmo foi criado perfeito, conhecendo como os demais seres celestiais o bem e o mal e com perfeita capacidade de julgar, em escolher e reconhecer a grandeza de Deus.


Não foi um defeito atribuído por Deus, ou um erro que fez dele quem ele se tornou e é. Nem Adão e Eva caíram por serem imperfeitos. Deus os fez perfeitos, a dúvida, a desobediência, sim introduziu neles e em todos nós seus descendentes uma imperfeição, a qual a Bíblia revela e chama de PECADO.

A primeira constatação e declaração que algo na criação era boa, é dita por Deus no que respeitava à Luz ( Gênesis 1:4 ) "E viu Deus que a luz era boa". evidentemente a luz aí descrita e dita é física e do mesmo modo as trevas, ausência natural dessa mesma luz e nada tem a ver com o mal e o bem como conceitos.

Essa declaração de que cada passo da criação da terra especificamente "era bom" se repete nos versos 10, 12, 21 e 25 de Gênesis 1. Muitos afirmam que esse declaração de "bom" e de "boa" nada tem a ver com perfeição e portanto a criação não era de fato "perfeitas" no seu sentido mais  exato.

Vejamos então, ao se observar uma bela jovem em suas formas e expressão decididamente femininas, homens e mulheres podem dizer: "ela é perfeita". Mas se observarmos a sua pele atraves de uma lente, seus dentes sob a ótica de um especialista, sua resistência imunológica sob a ótica de um médico com relação a alimentos, clima, prática de esportes e reprodução ela pode não ser tão perfeita assim. ao vê-la pela manhã acordando em seu leito então... talvez bem pior do que naturalmente bem vestida, maquiada e pousando pensadamente para cada foto. Será que é com esse relativismo que lemos as declarações do criador nas Escrituras, um elogio comedido e educado, politicamente correto? decididamente não! Se Deus disse que era bom é porque segundo a sua onisciência era de fato bom, em toda a acepção da palavra com todas as implicações possíveis. Portanto a criação foi perfeita segundo a declaração divina, não sendo cabível nenhuma reparação que a diminuísse.

Quando lemos Deus dizendo que tal coisa é pecado, mesmo que não gostemos de Sua declaração, deveríamos aceitá-la como declaração de Deus que é e não de outra forma. Afinal Deus não é homem para mentir. O Senhor Jesus nunca foi "politicamente correto" embora frequentemente as igrejas cristãs e não poucos pregadores teimem em omitir  isso tonando-O uma figura humana "mais palatável". Após criar o homem, o único ser vivo a ser criado pessoalmente por Deus e como um só exemplar ( aparantemente os demais animais devem ter surgido na terra aos montes e nunca um só por sua  vez, cada indivíduo ) Deus declarou: " não é bom que o homem esteja só" ( Gênesis 2:18 ) Como usar dois pesos e duas medidas: a criação não era "boa" exatamente, mas a declaração de não ser boa a condição solitária do homem ser mais válida do que a outra?

Alguém pode dizer que são situações diferentes e que "bom" nos dois casos se referem a coisas diferentes: na criação o funcionamento das coisas, no caso de Adão uma condição inadequada a sua existência. De fato é isso, o que coloquei foi referente ao quanto valorizamos uma, como reconhecemos uma em detrimento da outra. Afinal é a mesma pessoa infinita e perfeita que as declara em ambas as situações. 

Em Gênesis 3:1 é nos dito que além do homem e da mulher uma terceira personagem aparece na criação. Trata-se da serpente e é dita dessa personagem emblemática que era astuta! Sabemos posteriormente por toda a Escritura que essa "serpente" era Satanás ( opositor ), o diabo ( o que causa confusão ), o paida mentira, assassino e ladrão desde o princípio e que nunca se firmara na verdade,  aquele do qual é dito que foi achada iniquidade nele.

Se o homem e a mulher antes da queda e toda a criação eram perfeitos no seu início, um problema se coloca agora: Como um  ser que não é perfeito, no que se refere a representar tudo o que Deus não é como ser único e perfeito que Deus é pode aparecer no cenário de toda a existência?

Foi exatamente isso que aconteceu: um elemento estranho, contrário, oposto a tudo o que Deus é e representa. Posteriormente nas Escrituras, na Bíblia, tomamos conhecimento de que não foi eleo  único mas o primeiro pois inumeráveis outros seres se tornaram como ele, seguindo-o e passando a ser como ele mesmo, tão maus e assumidamente pervertidos como ele Satanás, são eles os demônios ( inteligentes ) que de certa forma, a despeito de não poucas teologias cristãs, atacam, influênciam e pervertema a humnidade e a muitos seres humanos individualmente.

Ainda um conceito é nos revelado em Gênesis 3:22 ( não sei como tantas pessoas as quais se atribuem sabedoria e conhecimento acadêmico, desprezam as revelações inteiramente originais e relevantes da Bíblia, das Sagradas Escrituras como conceito diverso de qualquer suposição humana subsequente ) : "Eis que o homem é como um de nós, sabendo ( conhecendo ) o bem e o mal; " Nós aí pode ser primariamente entendido e aceito como:

a) "Nós" é Deus falando de Si mesmo, compreensão mais aceita, logo nós é a trindade, algo corroborado pela declaração de Satanás, que não constitui uma inverdade ( ele apenas usou a verdade para subverter a defesa do raciocínio humano ) em Gênesis 2:5 "Porque Deus sabe que no dia que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal".

b) "Nós" referindo-se não só a Deus ( Deus estaria declarando publicamente perante todos os seres da eternidade, anjos, querubins, serafins, etc ) que o homem e a mulher agora se tornaram como eles, "conhecedores do bem e do mal."

Em ambos os casos o "mal" não é um ser, uma coisa, material, mas uma possibilidade apenas. Algo que o homem sem comer da árvore ( do conhecimento do bem e do mal, e não só do conhecimento como muitos erroneamente defendem ) não teria.
   
Desse modo resolve-se um problema teológico que muitos levantam de  que Deus não conhece o mal pois não há mal em Deus. Deus teriade ser inocente ( não opondo-se a culpa ) mas sem conhecimento do mal, o que Ele declara ser o oposto: conhecedor do bem e do mal e mesmo assim Santo, Perfeito, Imutável (no sentido de não ser corruptível ). Outro dado importante é se aceitarmos que no caso "Nós", se referir ou até implicar no fato dos outros seres celestiais conhecerem  o mal, explicaria o fato de Satanás ter se tornado o que se tornou e outros incontáveis anjos antes emissários e serviçais de Deus se havido tornado demônios. Logo o mal não foi criado por Deus, pois nem existe, o mal é como oposição ao bem é um fato, uma possibilidade, e por ele, o mal, o bom se trrasforma em "mau", oposto do "bom" que só há um, segundo declaração do próprio Senhor Jesus: DEUS!

Voltemos ao ponto original dessa postagem: era a criação PERFEITA ou IMPERFEITA?

A minha posição, percebida pela revelação Escriturística é que sempre foi PERFEITA. Desse modo nem uma intenção nem descuido, nem surpresa causou todo o desastre, mas Deus deixara cada inclusilhada da existência de suas criaturas inteligentes e pasśiveis de relacionar com Ele mesmo capazes de acertos e erros. Olouvor e oreconhecimento deveriam, desse modo produto da criatura pelo seu criador e não algo determinado e imposto.

Satanás era perfeito e sobre o brilho das pedras andava e por ser perfeito julgou-se subir e sentar-se ao lado de Deus e receber como Deus, reconhecimento e adoração. Por isso foi atirado na terra, tirado de sua posição original e todo o enredo que se estende até hoje é uma disputa não de poder, por ser o seu poder de Satanás, insuficiente para combater e competir com o Soberano e único poder de Deus.

A luta de Satanás obstinada e  concretamente perdida é no campo da lógica, teima em ter razão, em demonstrar que Deus está porventura errado e a forma de intentar isso é  pela sua presunçosa astúcia ( inteligência, voltada a enganar, torcer, vencer malandramente ). Ele mesmo foi criado perfeito, conhecendo como os demais seres celestiais o bem e o mal e com perfeita capacidade de julgar, em escolher e reconhecer a grandeza de Deus. Não foi um defeito atribuído por Deus, ou um erro que fez dele quem ele se tornou e é. Nem Adão e Eva caíram por serem imperfeitos. Deus os fez perfeitos, a dúvida, a desobediência, sim introduziu neles e em todos nós seus descendentes uma imperfeição, a qual a Bíblia revela e chama de PECADO. 


Por algum motivo que desconhecemos, Deus decidira salvar o homem e não aos  anjos caídos de sua condição. A nós é dito que Jesus é aquele que tira o pecado do mundo, que perdoa pecados, que nos redime e  salva nos recebendo para Si mesmo, dando-nos o poder de sermos "filhos de Deus", a saber a todos os que "crêem no Seu nome" ( de Jesus Cristo )!

Deus não criara Satanás para ser instrumento de nada, nem para aperfeiçoamento algum da raça humana. Curiosamente todas as correntes do paganismo é que sempre ensinaram que o "mal" é parte do "bem" e que juntos em uma partilha astral constroem a realidade ( uma espécie de Yi-yang ). A Bíblia diz que Deus a ninguém tenta e portanto a árvore no meio do jardim não era uma tentação promovida por Deus.  Satanás não foi criado para ser Satanás pois Deus não precinde de nada e de ninguém a não ser de si mesmo. Satanás não era e não é "um mal necessário"mas um inimigo a ser vencido e envergonhado publicamente perante toda a criação pois ninguém foi tão longe quanto ele para sua própria perdição. Crer de outro modo é não só  uma contradição quanto um erro classo e primário.

Inicialmente me ateria ao sentido das palavras originais na Bíblia relacionadas à "perfeição" a "perfeito" mas a expição como foi feita, a mim soou mais prática e acessível a mim e aos meus eventuais leitores,sejam leigos ou teólogos. De fato uma síntese mais ampla e clara do que tratados teológicos dispersos e opostos em posição.

O assunto refletido nessa postagem se torna importante no ue concerne a remição, ao resgate da alma do homem, a obra redentora de Cristo pois REMIR significa, no Dicionário online de Português: O que é remir: v.t. Redimir, resgatar, readquirir. Libertar do cativeiro, do poder do inimigo. Remir no Dicionário informal de Português. Remir é verbo transitivo direto. Rem(ir) 3ª conj. O mesmo que resgatar. Adquirir de novo.


Abaixo uma informação sucinta relacionada aos dois termos:



Por Helvécio s. Pereira


ESTUDO BÍBLICO COMPLEMENTAR 1 *

* Este estudo não é de minha redação e autoria, garimpei-o na internet e aborda um dos aspectos do ponto em reflexão. Um segundo estudo referente ao sentido da palavra perfeito e sua origem latina são complemetares e necessários a meu ver e será publicado nesse blog em breve.

perfeição e perfeito nas Escrituras



Estas palavras ocorrem muitas vezes tanto no A.T. como no N.T. Algumas vezes aplicam-se a coisas, por exemplo, à lei do Senhor, e ocasionalmente a Deus (Mt 5.48) - mas o maior número de vezes ao homem


No A.T. o atributo da perfeição é atribuído a certos homens e negado a outros - no N.T. ser perfeito é geralmente um assunto de intento e exortação.


Que se entende exatamente por perfeição?


1. Quer dizer que a coisa a que se aplica é, por sua natureza, completa, possuindo as qualidades que deve possuir, e não tendo os defeitos que não deve ter.


2. o uso do termo na Bíblia. A palavra que no A.T. se emprega com a significação de perfeito é tamim


Parece que primitivamente significou qualquer coisa bem acabada, tendo por isso o mesmo sentido que em português. Aplica-se à vítima do sacrifício, e então quer dizer sem defeito (Êx 12.5) - em relação ao homem significa homem direito, reto e de bom caráter (Gn 6.9 - 17.1 - Sl 119.1). 


Também se aplica ao caminho, palavra, lei de Deus no seu sentido mais lato. A palavra no N.T. é telein, oferecendo a sua raiz a idéia de ‘fim’. 


Já perfeito é aquilo que está conforme com o fim que se deseja alcançar. E vemos então que o uso da palavra na Bíblia está em conformidade com seu uso moderno. A sua significação é relativa, variando segundo aquilo a que se adapta. A absoluta perfeição somente pertence a Deus - nenhuma das suas criaturas a pode reclamar. Mas nas suas limitadas relações podem os homens e as coisas ser perfeitos, até certo ponto.


3. Perfeição e o caráter cristão. Há certas passagens, no N.T., em que a palavra pode empregar-se em relação ao discípulo de Jesus Cristo, sendo a mais notável a de Mt 5.48: ‘Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.’ o cristão deve cumprir o seu dever, como Deus realiza o Seu - como homem deve o cristão ser como Ele em conduta, caráter e vida. Não é um preceito impossível de praticar, não é um ‘conselho de perfeição’, mas um desígnio prático da vida.


O Sermão da Montanha sugere o método cristão de vida para essa perfeição. Amar a Deus de todo o coração - manifestação do mesmo amor aos seus semelhantes - a cultivação do seu próprio caráter de santidade, que é o amor em ação - é este o gênero de vida pelo qual o homem se torna perfeito, cumprindo a sua missão na terra. o versículo de que se trata é um resumo do que se acha exposto em todo o Sermão.




Na verdade, todo o ensino das Sagradas Escrituras é dado ‘a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra’ (2 Tm 3.17). A obra expiatória de Cristo foi efetuada para que o homem pudesse viver aquela vida que conduz à perfeição. o Espírito Santo é um auxiliador que o homem tem sempre presente - e um dia, no Seu dia, tudo irá bem, realizando a igreja cristã o seu fim, ‘até que todos cheguemos à unidade da fé... à perfeita varonilidade’ (Ef 4.13). ‘Para que vos conserveis perfeitos, e plenamente convictos em toda a vontade de Deus’ (C14.12). isto ainda não é assim.


Às vezes uma linguagem desprevenida é usada pelos teólogos cristãos, e o resultado é aparecerem pessoas que reclamam esse estado de perfeição nesta vida. Mas isso é, evidentemente, contrário ao ensino do N.T. S. Paulo diz de uma maneira determinada: ‘não que eu o tenha já recebido, ou que tenha já obtido a perfeição’ (Fp 3.12) - e toda aquela doutrina do cap. 7 da epístola aos Romanos claramente mostra que a luta com o pecado termina somente com a vida. A meta está diante de nós - é um assunto de grande objetivo e de urgente oração do nosso lado, e de ação do Espírito Santo do lado divino - por fim será atingida a meta. Não há lugar para presunção como também não há para desesperos.

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sábado, 10 de dezembro de 2011

A "UNÇÃO" DA IGREJA DE TORONTO SAIBA MAIS! LEIA NA ÍNTEGRA A CARTA DO PR. PAUL GOWDY EX-LÍDER DA IGREJA DO AEROPORTO NO CANADÁ

Evangélicos, aparentemente um grande número ligados à lideranças expressivas e hoje contra a Igreja Universal do Reino de Deus, principalmente contra o bispo Edir Macedo, ficaram bravos e vociferaram pragas contra o líder da ainda maior Igreja neopentecostal Brasileira, como os erros da IURD, ou a falta de papas na língua do bispo Edir Macedo ( até gosto disso certas horas ) fossem suficientes para negar o fato de que os tombos e uivos para Deus da igreja de Toronto são no mínimo incontornavelmente bíblicos.

Trocando em miúdos para quem ainda não entendeu: não é porque o Bispo Macedo disse o que disse que deixa de ser verdadeiros os fatos e o que afirmara e divulgara na sua Rede de televisão. Já disse aqui outra vez que todos os reformados, todos os calvinistas até mesmo os calvinistas pentecostais, boa parte dos pentecostais e e dos neopentecostais diriam em rede nacional as mesmas coisas e denunciariam os mesmos fatos se tivessem uma mídia tão poderosa quanto a Rede Record de televisão. Não o fizeram antes, e oque disseram através de blogs e sites pessoais, não teve a repercussão de uma revista eletrônica em horário nobre. Afinal são décadas de acontecimentos quase secretos para a maioria das pessoas mesmo cristãs.

Digo também que o Pr. Silas Malafaia, com quem concordo no embate contra o movimento gay, o Apóstolo Renê Terra Nova e o Pr Márcio ( infelizmente ) da IBL, só não batem em Morris Cerullo, Benny Hinn e outros por terem algum rabo preso com os mesmos, ou uma cumplicidade espúria ainda que seja só política da boa amizade. Os laços de amizade, de contratos, de toma lá dá cá, entre os mais proeminentes líderes de igrejas no Brasil hoje é uma calamidade. A concorrência e as alianças pelo crescimento contra um outro que já cresceu é inconfessada. 

Outra coisa ( não é por tomar partido do bispo Edir Macedo ) mas quando ele ( Edir Macedo ) afirmara que 99% dos cantores gospels  são endemoniados outra vez a raiva de cantores, compositores, estrelas gospels e celebridades admiradas  indistintamente por crentes e incrédulos, "ministros de louvor'' e tais foi expressiva. Sem entrar no mérito da questão o quanto os demônios podem influenciar uma pessoa em qualquer coisa que a mesma se proponha a fazer o que seria uma outra longa história, a chamada "música gospel" hoje é uma babel que supera de longe a própria música secular tanto na poesia ( letra ) como na harmonia e ritmo, ou seja vale tudo! De bom mesmo, de autêntico, de motivação santa talvez Edir Macedo esteja certo, se tiver hoje 1% é MUITO!!! Pelo menos ele não gosta de Rap, Funk, Trash, etc.

A música nos cultos da Universal é ruim de doer, não tem show, tem oração e clamor numa reunião feia em que o desesperado aprende uma coisa de positiva: buscar a Deus como a única solução e só nEle esperar. Não digo que é a melhor reunião de todas as demais igrejas, mas não é um show e o homem não é a atração em nenhum momento. O que é outra longa história.

Vamos ao ponto: uma longa reportagem no principal Jornal da Igreja Evangélica Assembléia de Deus sobre a "Unção de Toronto".

O jornal Mensageiro da Paz (órgão oficial das Assembléias de Deus no Brasil ), cujo fundador é o missionário Gunnar Vingren, apresenta neste mês uma matéria de duas páginas sobre a carta do pastor Paul Gowdy (ex-líder da Igreja do Aeroporto de Toronto) sobre as aberrações que chamam de manifestações do Espírito.

O pastor canadense Paul Gowdy, um dos antigos líderes da Toronto Airport Christian Fellowship (Comunhão Cristã do Aeroporto de Toronto), mais conhecida como Igreja do Aeroporto, que disseminou alguns dos mais populares modismos perniciosos que infestaram o meio evangélico nos últimos anos, como dente de ouro, unção do cai-cai, unção do riso, etc., denunciou recentemente e arrependido a farsa dessas heresias e o que realmente aconteceu por trás da promoção desse falso avivamento. Inicialmente, a denúncia foi publicada só para um pequeno círculo de evangélicos, mas aos poucos começou a ser divulgada em grande escala nos EUA, especialmente a partir de fevereiro. Blogs e sites foram os grandes popularizadores do texto.

Fonte: Site Noticias Gospel


ANTES ASSISTA A REPORTAGEM COMPLETA VEICULADA NO DOMINGO ESPETACULAR DA REDE RECORD DE TELEVISÃO




Na íntegra do texto da carta pessoal do próprio pr. Paul Gowdy:



Levei
nove anos até criar coragem e escrever este relato. Demorei porque não tinha convicção de que seria corre to falar sobre as fraquezas do corpo de Cristo publicamente. Em segundo, porque tinha que  fazer  uma  jornada espiritual de busca em minha alma e me convencer de que, o que havia ocorrido na Igreja Aeroporto  de  Toronto foi ruim ou pelo menos pior do que bom.
Durante alguns anos falei da experiência de Toronto como uma bênção misturada. Penso que James A. Beverly o chamou assim em seu livro “Risada Santa” e a “Bênção de Toronto 1994”. Hoje diria que foi uma mistura de maldição, concluindo que qualquer coisa boa que alguém recebeu através desta experiência pessoal é enormemente ultrapassada pela gravidade do mal e do engano satânico. Aqui residia meu grande dilema.

Tento viver a vida cristã no temor do Senhor e Jesus exortou-nos que um dos pecados sem perdão era a blasfêmia contra o Espírito Santo, isto é, atribuir a Satanás o que é de fato uma obra de Deus. Não quero correr o risco de admitir que a bênção de Toronto era de Deus ou de Satanás, mas creio que Satanás usou esta experiência para cegar as pessoas sobre as doutrinas históricas de Deus, em que o fruto cresce ao lado de uma vida de arrependimento, pois as pessoas não puseram a prova aquelas manifestações para saber se eram mesmo de Deus ou de espíritos enganadores, e não testaram para saber se as profecias eram mesmo de Deus.

Depois de três anos fazendo parte do núcleo da bênção de Toronto nossa Igreja Vineyard em Scarborough ao leste de Toronto, praticamente se auto-destruiu. Devoramo-nos uns aos outros com fofocas, falando mal pelas costas, com divisões, partidarismo, criticas ferrenhas uns dos outros, etc. Depois de três anos “inundados” orando por pessoas, sacudindo-nos, rolando no chão, rindo, rugindo, rosnando, latindo, ministrando na igreja Internacional do Aeroporto de Toronto, fazendo parte de sua equipe de oração, liderando o louvor e a adoração naquele local, praticamente vivendo ali, tornamo-nos os mais carnais, imaturos, e os crentes mais enganados que conheci. Lembro-me de haver dito ao meu amigo e pastor principal da igreja de Vineyard de Scaraborough em 1997 de que, desde que a bênção de Toronto chegou ficamos esfacelados. Ele concordou.

Minha experiência é de que as manifestações dos dons espirituais de 1 Coríntios 12 eram mais comuns em nossas reuniões antes de Janeiro de 1994 (quando começou a bênção de Toronto) do que durante o período da suposta visitação do Espírito Santo.

No período de 1992-1993 quando orávamos pelas pessoas experimentamos o que chamo de a verdadeira profecia, libertação e graça vindas de nosso Senhor. Depois que se iniciou a bênção de Toronto, os períodos de ministração mudaram, e as únicas orações que ouvíamos eram: “Mais, Senhor”; com gritos de “fogo!”, sacudidelas esquisitas do corpo, e expressões de “oh! uuu! iehh”.

Em 20 de janeiro de 1994 quinze pessoas de nossa igreja foram ouvir Randy Clark, pastor da Igreja Vineyard na Igreja do Aeroporto de Toronto. John Arnot (pastor da igreja do aeroporto) convidou-nos para ir até lá. Ele nos disse que Randy havia estado nas reuniões de Rodney Howard Browne e que a coisa estourou em sua igreja nas semanas seguintes. John esperava que algo acontecesse também entre nós. Ficamos felizes em nos dirigir até lá. Tínhamos uma igreja noutra localidade que havia começado em 1992. Era uma igreja do centro de Scaraborough, ligada ao grupo Vineyard, mas bem a leste da Igreja do Aeroporto. Éramos uma família grande e alegre. E porque éramos poucos tínhamos reuniões especiais, conferencias, etc.

No ano anterior a maioria de nossos líderes participou de uma curta viagem missionária à Nicarágua. Na ocasião gozávamos de muita comunhão uns com os outros. Desde que deixei de fazer parte das igrejas Vineyard li muitos comentários e análises críticas. Alguns escreveram que a bênção de Toronto era uma grande conspiração que trazia heresia ao corpo de Cristo. Minha convicção é de que a heresia e a apostasia são apenas o resultado, mas nada do que aconteceu ali era intencional. Estou convencido de que os líderes das igrejas Vineyard são pessoas sérias que experimentaram um novo nascimento, amam o Senhor, mas caíram no laço do engano. Não amou o Senhor o suficiente para guardar os seus mandamentos. Fracassaram por não obedecer as escrituras e se desviaram porque anelavam algo maior e grandioso, mais empolgante e dinâmico. Eu também cometi este pecado. Preguei sobre esta renovação na Coréia, no Reino Unido, nos Estados Unidos e aqui no Canadá, e estou profundamente arrependido ao escrever este relato, e peço-lhes que vocês, a noiva e o corpo de Cristo me perdoem. Especialmente os pentecostais e carismáticos, pois todos fazem parte de minha família teológica.

Sou um crente “evangelical”, sempre o fui e jamais cri que os dons espirituais cessaram no fim da era apostólica. Creio que minhas raízes evangélicas (minha família é de Batistas e eu tive uma experiência de conversão e novo nascimento na igreja Presbiteriana) começaram a abrir os meus olhos para os problemas com a chamada renovação. Hoje, olhando pra trás fico me perguntando como fiquei tão cego assim? Eu via as pessoas imitando cachorros, fazendo de conta que urinavam nas colunas da Igreja do Aeroporto. Observava as pessoas agirem como animais latindo, rugindo, cacarejando, fazendo de contas que voavam, como se asas tivessem, comportando-se como bêbados, entoando cânticos “sem pé nem cabeça”, isto é, sem sentido algum. Hoje fico perplexo em pensar que eu aceitava tais coisas como manifestações do Espírito Santo. Era algo irreverente e blasfemo ao Espírito Santo da Bíblia.

Naquele tempo pensava que, enquanto não ensinassem qualquer coisa que violasse as escrituras, o que experimentávamos e víamos podia ser encaixado no campo do que chamamos de exótico. É um zumbido de manifestações que não encontram justificativas na perspectiva bíblica. Ensinaram-nos nas pregações que tínhamos apenas duas opções: uma enfermaria pulsando a vida (de bebês) em meio a fraldas sujas e crianças chorando ou o cemitério, onde tudo está em ordem, mas só há mortos. Pastor jovem e inexperiente, optei pela vida no caos. Não percebia que Deus quer que amadureçamos e que cresçamos nele. Fiquei perturbado com a palavra profética que veio através de Carol Arnot (esposa do líder em Toronto), relatando-nos que tivera uma experiência de noiva ao ser conduzida à presença de Jesus. Ela afirmou que o que experimentou era muito melhor que sexo! Aquilo me perturbou e comecei a me perguntar: como alguém pode comparar o amor de Deus ao sexo?

Quando começamos a suspeitar de que os demônios estavam à vontade em nossos cultos, John Arnot ensinava que devíamos nos perguntar se eles estavam chegando ou saindo. Se estiver saindo deles, está bem! John defendia o caos afirmando que não devíamos ter medo de sermos enganados, pois se havíamos pedido ao Espírito Santo para nos encher; como Satanás poderia nos enganar?

Isto deixaria o diabo muito forte e Deus muito fraco. Ele afirmava que precisávamos ter mais fé num grande Deus que nos protegia do que num grande diabo que nos enganaria.

Tais palavras eram convincentes, mas totalmente contrárias as escrituras, pois Jesus, Paulo, Pedro e João alertaram-nos sobre o poder dos espíritos enganadores, especialmente nos últimos dias. Mesmo assim, não devotamos amor a Deus para lhe obedecer a palavra e, como conseqüência, abrimo-nos a ação de espíritos mentirosos. Que Deus tenha misericórdia de nós!

Finalmente a ficha caiu quando eu rolava pelo chão, certa noite, “bêbado no Espírito”, como costumávamos dizer, e ali, cantando e rolando no chão, comecei a cantar uma canção de ninar: “Maria tinha um cordeiro e seu pelo era mais alvo que a neve”. Cantei esta música infantil de maneira debochada e imediatamente alguma coisa em meu coração sussurrou que aquilo era um demônio [1]. Imediatamente me arrependi e fiquei chocado com aquela experiência. Como um demônio entrou em mim? Eu amava a Deus? Não era zeloso pelas coisas de Deus? Não era totalmente louco por Jesus? Percebi que um espírito imundo acabara de se manifestar através de minha vida e era culpado de um grande pecado. Depois disto me afastei da Igreja do Aeroporto (TACF). Não tinha convicção de que deveria denunciar aquelas experiências, mas senti que tínhamos fracassado em pastorear a bênção.

Depois que parei de freqüentar o TACF – Toronto Airport Church – tive que pastorear as conseqüências ou os frutos dali. Exemplo disto foi quando algumas pessoas voltaram de uma reunião e nos perguntaram se havíamos recebido a espada dourada do Senhor. Perguntei-lhes de que se tratava, imaginando que alguma palavra profética tivesse sido liberada em relação as escrituras, mas me responderam: “Não, não é a Bíblia; é uma espada invisível que somente os verdadeiramente puros poderão receber. Se for tomada de maneira errada, então será morto pelo Senhor. Mas, se você for santo o suficiente para recebê-la, então você poderá desembainhá-la pois ela cura Aids, câncer, etc. e produz salvação. A pessoa deve fazer gestos de ataque, imaginando ter em suas mãos esta espada invisível, avançando sobre as pessoas enquanto está em oração! Pensei: além do engano, a Igreja Aeroporto passou a fazer parte dos desenhos animados!

Esta “revelação” foi recebida pela Carol Arnott e depois repassada aos que eram mais santos. O mesmo aconteceu com as obturações de ouro. Pessoas de nossa congregação abriam a boca umas para as outras procurando os dentes de ouro que Deus colocara ali, para provar o quanto nos amava. Durante os anos que ali fiquei só ouvi uma vez uma mensagem de arrependimento pregada por um conferencista de Hong Kong, Jack Pullinger. A mensagem passou alto, bem acima de nossas cabeças, como um balão de gás; não estávamos ali para nos arrepender, e sim para fazer festa ao Senhor!

Depois de um ano na “bênção” preguei num encontro de pastores e falei: “Amigos, temos nos sacudido, nos arrastado pelo chão, rolamos por terra, rimos, choramos e adquirimos as camisetas da igreja. Mas não temos avivamento, nem salvação, nem frutos, nem aumento de evangelização, por isso, qual é a graça?”. Fui repreendido – afinal, quem era eu para anelar frutos quando o Senhor estava curando seu atribulado povo? Durante anos éramos legalistas, e Deus agora estava restaurando as feridas libertando-nos do legalismo. Aconselharam-me a não forçar o Senhor que os resultados apareceriam no temo certo.

Eu sabia que isto estava errado, pois o Senhor ordenou fazer discípulos de todas as nações. O argumento era: temos direito a um ano sabático, pois, quem sabe por quanto tempo Deus fará coisas novas e diferentes!

Por fim, não comentei a controvertida questão da ordenação de mulheres. Pessoalmente acredito, pelas escrituras, que as mulheres não devem ser pastoras ou presbíteras numa assembléia local. Eu poderia estar errado quanto a isto e existe muito debate na igreja a este respeito, e esta era minha convicção, mas as igrejas Vineyard estavam ordenando todas as esposas de pastores para serem co-pastoras com eles. Sou a favor de mulheres no ministério, mas creio que o papel do ancião/presbítero/pastor local foi reservado aos homens. Não fui eu quem escreveu a Bíblia, mas pela graça de Deus quero obedecer-lha daqui em diante.

Esta é minha história. Poderia continuar apresentando farta documentação dos excessos, loucuras, extravagâncias e pecados. Cantamos sobre o exército de Joel e o avivamento de bilhões como se fossem os dez mandamentos; e como sempre, parece que o avivamento já está chegando dobrando a esquina. No próximo mês, no próximo ano, etc. Jesus falou que, quando o Filho do homem voltar, encontrará fé na terra? Esta é a mensagem dominadora que tem sido ensinada em todo movimento profético, espiritual, especialmente do Vineyard. Às vezes imagino que eles pensam que vão dominar o mundo todo! Mas foi lá no Vineyard que aprendi uma frase de Paulo de que não devemos ir além da palavra escrita.

Concluindo, quero lamentar o dano, que eu pessoalmente perpetrei ensinando coisas que não são bíblicas. Eu me arrependo diante de vocês e diante de Deus. Eu não testei os espíritos quando a palavra ordena que assim seja feito. Todos os que estavam ali quando estas coisas começaram a acontecer sabem que o que escrevo é a verdade. Podem ter conclusões diferentes, especialmente se ainda promovem o “rio”.

Aos que estão no “rio” eu exorto; nadem para fora, existem coisas vivas na água que irão lhe atacar! Amo as pessoas da Igreja Aeroporto e o movimento Vineyard, mas penso que temos muitas contas a prestar; o Senhor lhes abrirá os olhos qualquer dia desses. Imagino que quando esta carta for publicada serei bombardeado por cartas de ambos os lados, alguns me condenando por ainda crer no ministério do Espírito Santo e andando no engano e alguns amigos antigos condenando-me por expor a sujeira ou por ser negativo com respeito a unção do Senhor. Bem, o Senhor conhece meu coração e por sua graça haverá de me guiar a toda verdade, pois quero conhecer a Jesus Cristo o crucificado.

Se você acha que estou no erro ore por mim para que o Senhor me abra os olhos, pois quero estudar a palavra e me tornar varão aprovado. Peço a todos os que lerem esta carta que orem para que o Senhor abra os olhos daqueles que estão sendo enganados. Quer sejamos líderes ou seguidores, somos amados de Deus e ele é um Deus perdoador. Ele afirma que se confessarmos nossos pecados ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.

Creio que somos como a igreja de Laodicéia; pensamos que somos ricos, prósperos e sem necessidade alguma, e, no entanto não percebemos que estamos cegos e nus. Precisamos levar a sério o conselho de Jesus comprando ouro refinado no fogo (que fala do sofrimento e não de espíritos enganadores), vestiduras brancas para cobrir nossa nudez e colírio para os olhos para poder ver outra vez.

O Senhor nos chama ao arrependimento, e graças ao Senhor pelo que ele é, pois nos conduzirá e nos restaurará ao Pai. Se Deus me perdoou e abriu os meus olhos então poderá agir a favor de todos os que estão no engano.

Termino com o alerta de Paulo que permaneçamos firmes para não tropeçarmos em coisa alguma.

Sinceramente,

Paul Gowdy

Esta carta foi traduzida e publicada com a autorização de Paul Gowdy e pode ser lida na integra nos sites: www.revivalschool.com 
ou www.discernment-ministries.org/TheTorontoDeception.htm (site de Paul Gowdy).


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QUEM INVENTOU O APELO NOS CULTOS?

SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS, LEIA AS PRINCIPAIS POSTAGENS

25 Nov 2010
Tenho algumas vezes, em minhas despretenciosas reflexões ( despretenciosas por não terem o tom acadêmico e muito menos professoral, são apenas reflexões ), dito que se não se crer no que o Livro de Gênesis declara, não é necessário ...
31 Jan 2011
-A razão das atuais, ou pelo menos de predominância histórica, das condições existenciais e morais do homem têm no Gênesis a sua satisfatória resposta. A existência de condições nem sempre e totalmente favoráveis a nosso conforto ...
11 Jan 2011
Como parte do pentateuco, o Gênesis, depreciado modernamente graças a nossa submissão e endeusamento da ciência, que com a sua contribuição à saúde, tecnologia e construção material da sociedade, pouco ou quase nada tem a dizer sobre ...
21 Nov 2010
A religiosidade cristã moderna ou atual, de há muito tem se contentado e desprezado as narrativas de Gênesis, precioado por parte majoritária de setores quase que totais do mundo científico e da falsa sensação de que tudo pode ser ...

O GÊNESIS, COM NARRAÇÃO DE CID MOREIRA E IMAGENS

NÃO DEIXE DE LER OS SEGUINTES POSTS DENTRE OS MAIS LIDOS...

29 Mai 2010
UM LIVRO OBRIGATÓRIO PARA CATÓLICOS E EVANGÉLICOS ACERCA DA ERRÔNEA CULTURA DO CULTO A MARIA. Recebi por indicação do irmão Jorge Fernandes Isha, um e-book gratuito, de leitura obrigatória para os evangélicos e para ...
16 Fev 2010
Judas era o mais culto, de origem e status social diverso dos demais, de outra cidade, e foi substituído não pelo apóstolo dentre os discípulos eleito pelos demais, por própria escolha de Jesus, após a morte de Estevão, Saulo, discípulo de Gamaliel, provavelmente o mais preparado ...Melquesedeque, Maria , José, e tantos outros. Deus se dá a conhecer plenamente a cada um que o ama. O ue Ele fará na história as vezes não noscompete saber, as vezes sim. Essa é a diferença. ...
19 Mar 2010
Tal qual os fariseus, põem não poucos impencilhos que vão desde reparações a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto, forma dos apelos e ... Essa pessoa , esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros. ...
04 Mar 2011
Nesse aspecto seria legítimo um católico cultuar Maria como N.Senhora, um muçulmano a Maomé como seu legítimo profeta, um budista como objeto de culto, e assim por diante. Todoslçegitimamente amparados por sentimentos sinceros e ...
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