COME TO ME

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O PODER DO VELHO TESTAMENTO SOBRE A VIDA ESPIRITUAL DO CRENTE ou Por que o crente deveria prestar mais atenção ao Antigo Testamento?



Muitos de nós após a experiência de conversão, não só necessária mas a única que restabelece a comunhão de qualquer ser humano com o único Deus, O  Criador de todas as coisas ( Ele é Deus, o único Deus, não porque simplesmente nós gostamos de nomeá-lo assim, ou porque é o Deus de nossa religião somente ) através de Jesus Cristo , quem tem o Filho tem a vida quem não tem o Filho não tem a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele ( o homem ), não havendo nenhum outro caminho, nenhum outro esquema teológico, racional, filosófico, ideológico, nada...a salvação, ou antes a aceitação do homem, qualquer que seja, em qualquer  tempo, sociedade, condição social e individual, gostando nós ou outro, gostando ou não passa pelos critérios de Deus em reconciliar a humanidade consigo mesmo. Quem não concorda já está fora...religião não salva, nem mesmo uma religião, uma igreja e uma teologia cristã...a contragosto de muitos...

Pois bem depois de tudo isso achamos que ir a igreja aos domingos ( qualquer delas ) e cantar alguns cânticos, ouvir alguma coisa, até mesmo se envolver em alguma ocupação legitimamente cristã, dar dinheiro, ter cargos, ou ser um profissional da sua religião nos faz amigos de Deus, estamos muito, muito enganados!!!

Tudo isso é bom e legítimo muitas vezes e até nos abençoa e abençoa outras pessoas, mas a vida cristã não é gravar CDs, DVds, pregar, cantar, tocar, e dizer que pertence a tal e tal igreja e que confessa tal e tal teologia...nada disso é essencial.

Todo o Antigo Testamento, mostra algumas pessoas tendo contado com o Deus de todas as coisas são os privilegiados, ouvem Deus falando com eles e eles falam com Deus, uma realidade inimaginável para homens e mulheres modernos, religiosos de carteirinha. Do Gênesis em diante essa é a realidade, primeiro com Adão e Eva, depois com Caim, e os registros prosseguem, um tal de Enoque andou com Deus e Deus para si o tomou...esse excedeu a todos os demais de forma contundente e clara.

Não eram todos aprováveis por Deus, por exemplo Caim teve um diálogo com deus após um crime hediondo, o primeiro assassinato, mas Deus falara com ele ( Caim ) e Caim falara, argumentara com Deus. Não há vida com Deus sem caminhar com Deus...e o Antigo Testamento é que dá para nós  crentes hoje a perspectiva do que significa andar com Deus.

Alguns asseveram: eles viveram sob a lei e nós sob a graça. Errados não na lembrança mas no foco: muitos viveram antes da instituição da lei Mosaica, incluindo o pŕoprio Moisés, mas isso é um assunto específico para outro momento. O fato é que a relação que as pessoas que se relacionaram diretamente com Deus trás indubitavelmente peciosas lições para nós hoje, estabelecendo princípios que não mudaram e não podem de modo algum serem ignorados, pois o Deus bíblico não mudou e a forma como fala e nos ouve e olha para nossas vidas também não.

Espera-se naturalmente que mostremos no decorrer da vida cristã a qualidade daqueles e menos de seus erros resistência a verdadeira vontade de Deus. Como exemplos e para a nossa edificação os registros Antigo-testamentários chegam até nós hoje atraves das Sagradas Escrituras. Um aprendizado pessoal e solitário, da forma que deveremos responder a Deus e no que Ele espera de nós, diante de cada decisão, desafio, dificuldade e prova.  Mais uma vez não é teologia esposa que se coloca em xeque, mas a pŕopria vida vivida diante de Deus, trata-se de fazer o correto como o Bom Samaritano, de  quem teologicamente se esperava menos a únic aatitude correta.
O que de fato temos é que, nos exemplos para nossa lição, pessoas, homens e mulheres se relacionaram com Deus, e no interior desses relacionamentos foram aprovados e ou rejeitados, e hoje pessoas são rejeitadas do mesmo modo, não a ponto de perderem a salvação, que é outra coisa, mas de não experimetearem toda a plenitude da comunhão com Deus ( claro que eu mesmo me incluo nesse rol de pessoas, como querendo avaliar a mim mesmo e aprender a mais desejável lição ).

O que muda dos homens e mulheres antigo testamentarios para nós pós era cristã, é que eles não poderiam se reconciliar com Deus, Jesus não havia vindo e cumprido a sua missão. Afastados de Deus nasceram e morreram pois não podiam arrombar a porta dos céus e exigir de Deus que lhes desse acesso aos céus. Hoje crendo em Cristo, podemos cada um individualmente, ir diretamente a Deus em oração, onde estivermos, como estivermos e através do nome dEle sermos aceitos. Eles não poderiam por si mesmo fazer isso, a não ser parcialmente, após Israel ter sido organizado como nação e serem estipulados os princípios de culto e sacerdócio no templo.

Princípios que não devem ser abandonados ( não somente esses, mas muitos outros podem ser a cada dia descobertos nas Sagradas Escrituras, realcionados e apreendidos ),os abaixo relacionados, são em princípio um exercício inicial apenas, nem por isso menos importantes :

1) Amor desinteressado e que coloca Deus em primeiro lugar absoluto;


Quantas vezes, na vida cristã, embora haja um envolvimento legítimo com as coisas de Deus e da igreja, Deus nunca é  de fato o primeiro na vida do crente. Talvez até pareça, mas nunca é feito por ele uma avaliação sincera dessa sua relação com as demais coisas e com o próprio Deus. E isso não é uma particularidade de uma denominação, teologia, ou igreja. Deus conhece o coração de cada um de nós, o quanto palavras e ações, refletem o que parecemos dizer ou mostrar superficialmente.

Um crente que tem um carro arranhado no estacionamento da igreja e tira satisfações com um irmão  de denominação (algo materialmente legítimo ) e esquece toda a boa pregação que acabara de ouvir e que deveria colocar em prática, tem em certa medida o seu carro, que envelhecerá, perderá o valor, e que inexoravelmente não será mais o que significa socialmente hoje, não tem Deus em primeiro lugar. Onde está o seu terouro alí se encontra o seu coração. E esse é apenas um exemplo simplório mas real em nossos dias.

2) Deus como seu mestre, guia em todos os assuntos.

Normalmente pensamos em Deus como um bom legislador em alguns assuntos: casamento, adultério, roupas ( costumes ), posições teológicas, etc. Nunca dizemos isso claramente, mas agimos e nossas ações o dizem todos os dias: Deus não entende de automóveis, de comércio, de entretenimento ( você pergunta a Deus sobre um filme, determinada moda, sobre política, economia, sexo? ) Para  a maioria das pessoas (mesmo crentes ) na prática Deus parece ser uma pessoa desatualizada ou ausente, acima de todos os nossos negócios. Não foi assim em Babel, não foi assim no tempo pré diluviano e não será assim atá a volta abrupta do Senhor. Deus se interessa,sabe dos caminhos da humanidade, e Ele é o único a poder sabiamente nos dar instruções e a nos guiar nesse intricado e caótico mundo dos homens. Não o deixe de fora. Submeta-se a Ele, muitos confiam em carros e cavalos, nós confiamos no nome do Senhor. Ninguém é sábio como o Senhor e só Ele pode dar a sabedoria verdadeira que não temos.

Muitos crentes não só não lêem a Bíblia suficientemente, como não a entendem, ( pior ) como não a buscam como fonte primária de aprendizado sobre todas as coisas. Buscam livros de um novo autor e de um proeminente teólogo  e esquecem que o Espírito do Senhor nos guiaria me todas as coisas.

3) Não têm encontros reais com Deus.

Não somos o centro de todas as atenções do universo, isso é tolice, mas podemos despertar o interesse de Deus na medida exata em que nos interessamos por Suas coisas, e embora Deus não seja o nosso serviçal diário, nessa medida, como no AT, se somos compromissados com as coisas de Deus, de como ele vê os homens, a humanidade, os fatos, Deus se revela a nós na história pessoal e no anonimato. Tomamos conhecimento da serva do General Naamã, de Raabe a meretiz ou  do homem a quem Saulo foi ordenado a se encontrar para ser curado da cegueira. A diferença importante não é se tal crente se diz calvinista ou não calvinista, mas se ambos, tem experiências concretas com Deus em suas vidas. Não se um tem reuniões contidas em suas igrejas e outros barulhentas, se um se recusa a aceitar milagres e manifestadões de dons nos dias de hoje  ou outro os valoriza. Em que medida uns e outros têm experiências concretas, reais, com Deus, tendo ao contrário uma experiência ditocômica entre coisas de Deus e coisas seculares, um Deus que só se manifesta aparentemente em coisas, digamos religiosas...  

4) Intervenções de Deus em sua vida que não podem ser atribuídas a sorte e coincidências.

No Antigo Testamento pessoas em várias ocasiões levaram seus problemas e demandas reais ( sociais, afetivas, econômicas, de sobrevivência ) a Deus e por isso, só por isso tiveram a sua história pessoal mudada, deixando de  ser anônimas para serem incluídas no grande propósito e destino de toda a humanidade. Uma escrava anônima de um estrangeiro, uma prostituta em um reino pagão, uma concubina escolhida segundo costume de sua época: Hagar a egípcia que junto com a família de Abraão conseguiu conhecer o Deus verdadeiro, um ladrão na hora da morte, entre tantos e numeráveis exemplos bíblicos.

Mas a grande lição a ser apreendida é que mesmo indo as muitas igrejas e denominações e tendo uma vida legitimamente e visivelmente religiosa, podemos incorrer nos mesmos erros de personagens bíblicos do AT, deixando a Deus, seguindo a distância somente, sendo auto convencidos de uma qualidade própria que não se tem, tendo fama de vivo sendo morto, cumprindo-se finalmente o que afirma a sempre viva e eterna Palavra de Deus, que o vento espalha sempre a plangana ( salmo 1). Pode ate ser que determinada teologia como a calvinista ou mesmo a batista arminiana diga que por ser escolhido ou uma vez salvo, salvo para sempre, incite a idéia de que a vida cristã possa ser vivida sem exame, sem autocrítica , que nenhum perigo correremos se formos desavisados, descuidados, zombadores, covardes e mentirosos. NÃO É O QUE A BÍBLIA DIZ!

A segurança que temos nEle é unicamente em amá-LO sobre todas as coisas, em todas as circunstâncias e mantermos a comunhão que nos é oferecida graciosamente através de Jesus Cristo. A graça nos dada, ofertada, mostrada, mas temos que estender as nossas mãos... se o  amor do mundo está em nós, se nos dividimos entre Ele e a forma como nós mesmos vemos todas as coisas, incluídas as religiosas, cristãs, culturalmente e tradicionalmente evangélicas, somos, ou nos fazemos ocasionalmente tolos!

Não é a igreja que nos faz melhores...não é a mais correta teológica e liturgicamente das igrejas genuinamente evangélicas, mas após ouvir de Deus o que fazemos com Ele. Não é algo fácil e nem rápido, automático, trata-se de uma caminhada, por caminho que é nada menos que o próprio Senhor. Ele mesmo é O caminho, A verdade e A vida... que Ele nos ajude a não negligenciarmos essa tão grande salvação que começa no encontro real com Ele e prossegue até a eternidade nos céus. Amém.

Por Helvécio S. Pereira



domingo, 19 de fevereiro de 2012

ORAÇÃO NA IGREJA... NOVAMENTE UMA PALAVRA FRANCA...

A oração de Ana, mãe de Samuel, parecia bêbada pedindo a Deus um filho

Na semana passada postei algo relacionado à oração e a igreja: a única declaração  feita pelo Senhor Jesus direcionada à igreja, materialmente falando, concernente ao prédio da igreja, é que a igreja seria Casa de Oração. Hoje as exigências naturais da ordem de culto, da forma de cada reunião, os modismos, a necessidade de manter as pessoas frequentes à denominação, a própria influência da cultura secular, as estratégias transformam as reuniões em outra coisa que não seria o que elas seriam originalmente na mente de Deus.

Claro que é prazeroso ter um coral na igreja, entoando os mais belos e tradicionais hinos, bons e talvez excelentes músicos, que toquem com prazer e com talento ímpar. Um culto organizado, previsível, letra dos cânticos nos telões, versículos bíblicos para acompanhamento dos irmãos, tudo projetado em alguma tela própria. O tempo do culto cronometrado e tão exatamente dividido como num pooll de televisão em rede, onde cada comercial, vinheta é inserido sem erro e sem espaços vazios. Mas por outro lado, onde Deus teria liberdade de operar em uma reunião dessas?

São assim as igrejas norte-americanas, e de esculhambadas muitas igrejas brasileiras com mais dinheiro estão se aparelhando e oferecendo um serviço ( culto ) nos mesmos moldes. Seria isso errado? Não, evidentemente se todos se prepararam, dos músicos ao pregador, diante de Deus para oferecerem o melhor e sob a direção do Senhor no dia e horário da reunião, todo esse conjunto de coisas abençoará as pessoas. Entretanto eu creio que as coisas são são fechadas como no determinismo calvinista, improvável e irrazoável, por uma série de questões não aventadas no momento. Aliás boa parte desse engessamento se deve na prática a opinião e tradição calvinista, se algo acontece de tal forma é justamente porque Deus teria decidido e permitido que seria de tal modo. O culto engessado seria o culto na mente do Senhor. Mas é injustiça atribuir esse estado de coisas aos calvinistas somente, arminianos e todos caímos nessa irrazoabilidade: em um tipo de reunião em que a forma substitui a razão de ser do ajuntamento de pessoas no nome de Jesus Cristo.

Contarei dois fatos reais acontecidos em duas igrejas diferentes ( e não é por serem diferentes e nem por uma ser superior ou melhor que a outra em alguma coisa , mas pelos acontecimentos reais em si ). Por razões que não importam serem citados nessa postagem, minha esposa acaba de chegar de uma reunião em uma Igreja Universal perto de nossa casa ( há várias igrejas próximas de onde moramos de diferentes denominações ) e nessa reunião bem no meio dela, entra um casal jovem, a moça e o marido ou companheiro desesperados, com papéis nas mãos, provavelmente exames e receitas médicas ( há um grande hospital público do outro lado da rua ), e essa mulher aos prantos, grávida de quatro ou cinco meses, vai ajoelhada até o altar da igreja, da porta até ao final do auditório clamando ao Senhor. O pastor interrompe o que estava fazendo e recebe o casal, ouve-os, declara que o Senhor pode mudar toda a situação e no mesmo momento ora junto com toda a igreja. O que você acha do fato? Fez ele ou não fez o que estaria mais correto diante de Deus?

Segundo fato, na Igreja Batista de Lagoinha, minha esposa relatou que uma senhora idosa no culto da manhã se próxima do tablado em que se localiza o púlpito durante a pregação do principal pastor da igreja, ele continua a sua excelente pregação enquanto a mulher ora baixinho com a cabeça junto ao chão do púlpito. A seguir um diácono, o homem corpolento, agarra a senhora por trás e literalmente a carrega...isso mesmo a carrega...para uma sala fora da nave da igreja...ninguém diz nada e a reunião prossegue normalmente...

Eu pergunto: qual das duas posturas tem a sua igreja, o seu pastor, os  membros de sua igreja e denominação? qual delas é a que Jesus aprovaria?

Pense nisso...a igreja é  casa de oração...nada além disso. Quando se transforma em outra coisa conforme a nossa expectativa ela está morrendo... tem fama de que vive mas está morta, moribunda.

Para que não haja nenhuma dúvida: não afirmei em nenhum momento que a IURD é melhor que  a IBL ou vice-versa, ou que uma ou outra não seja de Deus, apenas quero que pense que quando Deus opera em uma e em outra e quando deixa de operar em uma ou em outra. É essa a questão: o erro e o acerto de outros deveriam ser alertas para todos nós. 

Deus não precisa ( e certamente não quer ) de nosso blá-blá-blá, nem de nossa pompa, nem de nossos cânticos afinados e equalizados como em um excelente estúdio de gravação, nem de nossos estacionamentos com guardadores, nem lanchonetes, pousadas, pizzarias, mas de operações miraculosas de Deus na vida de quem urgentemente dele necessita.

Que o Espírito do Senhor encontre liberdade em muitas igrejas hoje através de crentes que lhe dêem o devido lugar e primazia e Senhorio em nossos cultos e reuniões. Só assim não teremos somente um espetáculo mas um fato e uma declaração inconteste: de que o  próprio Senhor esteve entre nós nessa reunião e pessoas foram salvas, curadas, libertas, transformadas contra toda a lógica humana, para a glória dEle e só dELe! Amém!!! Amém!!

Por Helvécio S. Pereira

domingo, 12 de fevereiro de 2012

QUAL A DESCRIÇÃO FÍSICA DA IGREJA FEITA PELO SENHOR JESUS?

Há pelo menos duas semanas ou mais, algo tem vindo a minha mente, e por falta de tempo não meditei mais acerca desse assunto e só agora tento escrever algo. Espero que seja útil e abençoe as pessoas que as lerem.

Em primeiro lugar, a religião como concebemos e crescemos no ocidente a ver como igreja cristã, não corresponde exatamente ao que é fundamental como tal, como igreja física, material, como igreja de pedras, tijolos, cimento, ferro, vidros, concreto, etc.

Se examinarmos a Bíblia, particularmente o Novo Testamento inteiro, não há sequer uma descrição física da igreja, como havia no Antigo Testamento, acerca do templo, por exemplo. Há pelo mundo construções belíssimas de igrejas cristãs  para todos os gostos, e todas elas dedicadas de alguma forma, com certo grau de requinte a Deus. Desde igrejas barrocas resultantes da contra reforma católico romana, repletas de imagens, símbolos, ouro, pedras e madeiras nobres, como grandes igrejas protestantes, calvinistas, anglicanas, metodistas, batistas e todas as grandes construções feitas ao longo do século vinte com muito espaço, tecnologia, conforto e funcionalidade. Não há nada de errado nisso, e se cristãos têm condições de contribuir e materializar de alguma forma algo dedicado a Deus, nada há de errado nisso. Uma simples torre, com uma cruz encimada, lembra, é referência de que algo muito, muito importante atravessou a história da humanidade, que queno mínimo isso deve ser levado em conta de forma mais séria. 

Há muitas igrejas disponíveis em todo o mundo e principalmente no ocidente, nas Américas, do Norte, Central, do Sul e todas aparentemente cheias de pessoas que se alegram em ter junto consigo outras pessoas e compartilhar a sua forma de expressar a fé no Deus do cristianismo e em Jesus Cristo. Algumas certamente melhores em certos aspectos e outras piores também. Algumas mais agradáveis e outras mais estranhas, algumas pouco impactantes na realidade diária, algumas mais teóricas, outras mais pragmáticas, algumas com pessoas fervorosas e outras com pessoas cheias de dúvidas, algumas por paixão a Deus no melhor sentido da palavra e outras por tradição e obrigação.

Mas todas são, de certo modo ( a há os que não aceitam isso em nome de algum origulho denominacional tolo - e notem não estou dizendo que todas as igrejas estão certas em tudo, ou que são todas iguais ) alguma referência, ainda que tênue as vezes, de que há um Deus, um Salvador que é Jesus Cristo, um nascimento miraculoso e único, uma morte injusta, uma vitoriosa e única ressureição. Esse ressuscitado ( Jesus Cristo ) tem a promessa de levar a um céu a todos os que crerem nEle, o que virá imediatamente após a morte pessoal de cada ser humano que creu ou um sofrimento inimaginável a quem não atentar para essa realidade, segundo o revelado na Bíblia, nas Sagradas Escrituras, as quais reconhecemos, nós os que cremos como a única Palavra de Deus.

Essa é a forma da igreja  impactar a humanidade, um testemunho visível, um instrumento que aponta para um fato histórico e de consequências reais para o ser humano. O que se canta e como se canta, o que se fala e como se fala, o que se ensina e como se ensina são importantes, mas segundo a única descrição do Senhor Jesus fica em segundo plano. Segundo o Senhor há uma só característica que marca a sua igreja física, que marca o lugar de reunião, de culto, de materialização de uma liturgia, lemos o registro dessa declaração em:

E os ensinava, dizendo: ...Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração... Marcos 11:17 

Entretanto essa casa ( a casa de Deus ) já era vista assim no Antigo Testamento, casa de oração, a casa de Deus, o templo, era vista por Deus e desse modo devia ser vista pelos homens como casa de oração.

Você pode dizer que todos os religiosos do mundo oram em suas religiões, que todos os religiosos sabem muito bem o que é a idéia de oração. Religiosos oram. ateus não oram, não só porque não acreditam que exista um Deus pessoal com todos os seus atributos, mas principalmente não vivenciam essa experiência, dai a grande distância e a dificuldade de apreenderem isso. Entretanto todos os religiosos, independentemente da religião, cristã ou não, sabem o que significa orar. Você pode dizer mas muitos rezam simplesmente e é verdade, mas religiosos sabem que há alguém, pelo menos em tese que os ouve, e eles não se cansam de verbalizar e de ter atitudes que expressam essa realidade.

Milhões de muçulmanos em todo o mundo várias vezes ao dia se colocam com o rosto em terra numa atitude explícita de oração e de humilhação. Budistas, católicos romanos, ortodoxos gregos e todos os cristãos do mundo têm todos de alguma maneira uma atitude exteriorizada que pode ser identificada como momento de oração.

Falando muito francamente a nós como comunidade evangélica, a igreja , espaço amplo, pequeno, retangular, circular, só tem sentido se for uma casa de oração! a igreja não é espaço para SHOW! não é espaço para CONGRESSOS ( espaço para conversação )! não é espaço para DEBATES! não é espaço para programas de TV! ( diferente de um culto transmitido para que outras pessoas fora do lugar possam ver o que acontece ) não é espaço para aulas, não é uma escola, um seminário, uma faculdade... mas de oração! Tudo que fazemos em nome do Senhor e para o Senhor pode ser legítimo ( shows, congressos, palestras ) mas não pode roubar espaço e tempo do essencial: a oração!

E a oração só tem sentido, quando o crente fala ao seu Deus, mas quando pode e é ouvido e isso ao mesmo tempo. Não pode ser um bando de gente orando e indo embora não dando espaço para Deus falar também... isso não é diálogo, não é relacionamento, não é nada. Daí muçulmanos, judeus, budistas, católicos e muitos crentes só apresentarem a evidência primeira da oração, o tempo, o espaço e atitude, mas não o encontro com Deus, o relacionamento e a resposta.

Imagine você ou eu, ou outra pessoa, ligando várias vezes ao dia para uma outra  pessoa, e eu ou você falamos com essa pessoa, falamos, falamos, e antes de qualquer resposta.... desligamos. Sewríamos considerados idiotas. E fazemos isso intensamente várias vezes ao dia, ao mês, ao ano e durante toda a vida, sem nunca ouvirmos Deus nos falar...

Não sabemos quantas vezes Abraão falou ( orou ) com Deus desde a sua infância e desde o tempo que ainda era simplesmente Abrão. Mas na Bíblia, nas Escrituras, encontramos as vezes que Abraão falou com Deus e foi ouvido, atendido, orientado, corrigido, e quando ouviu de Deus as promessas maravilhosas que seriam realizadas pelo Senhor!

A Bíblia é pródiga, rica, nos exemplos de orações bem sucedidas e em outras nem tanto, mas em todos esses exemplos, a círculo se completa: o ser humano fala com Deus, Deus o ouve, se inclina, responde intervindo e realizando um milagre, uma promessa. São tantos os exemplos que me lembro só agora enquanto escrevo essas poucas palavras, exemplos maravilhosos nas próprias Escrituras.

Muitas vezes não sou compreendido de fato, até por meus leitores, quando olho paras as diversas igrejas e denominações atuais no Brasil, para os irmãos em Cristo, e reconheço a multi-operação de Deus apesar de nossos erros e contradições, e digo que Deus está operando na IURD, na IBL, nas Igrejas Reformadas, na Deus e Amor, na Renascer, na IMPD e em tantas, tantas... ( algo inaceitável para um bom número de crentes evangélicos )... o referencial não é a denominação e nem o que ela ( como igreja local, denominação ) pode parcialmente oferecer, nem a sua liderança, mas  na medida em que ocasionalmente alguém é ensinado ou oportunizado a ORAR e Deus possa ouvir e responder!

O que mostra a vida de uma igreja não é o bom nome denominacional mas a oração que ela ensina, oportuniza seus membros e visitantes: a orar!

Quando em qualquer igreja, denominação, as orações deixam de ser :

1) oportunizadas

2) respondidas individualmente ( com testemunhos reai do mover de Deus)

Essa igreja certamente está morta! Faça o que fizer, seja do tamanho e da condição que for, bem quista pela sociedade a sua volta e na qual está inserida ou totalmente desconhecida, anônima.

Uma oração não atrapalha o culto, a reunião, a oração na verdade... é a razão da reunião! Vamos a igreja, a qualquer uma para ORARMOS! E não para fazermos qualquer outra coisa, ainda que legítimas...


O clamor de alguém arrependido, necessitado, pedindo socorro, solução, cura e livramento, pedindo perdão ou agradecendo algo recebido diretamente de Deus é a vida da reunião na igreja. Não os pedidos genéricos, os agradecimentos genéricos e repetidos como numa bula, seguindo e segundo a crença abraçada por tradição da membresia da igreja local ou da denominação. Certamente Deus quer ouvir a confissão e promessa de Zaqueu, o desespero de Jacó, a choro de Ana mãe do futuro profeta Samuel, a última oração na mente de Hagar mãe de Ismael no deserto, dentre tantos exemplos bíblicos ricos em detalhes, desfecho de cada drama pessoal.

E não se trata de orações bonitas, bem construídas como um discurso conveniente e rebuscado, com palavras apropriadas à reunião, convenientes aos que estão ao redor, mas sinceras, diretas, baseadas em coisas reais, mensuráveis, urgentes talvez, verdadeiras, inteligentes, racionais, relacionadas as coisas de Deus, entre o que ora e o Deus que sustenta a vida e todas as demais  coisas.

Há duas recomendações na Bíblia referentes a atitude da oração: 

Uma, a primeira: orar secretamente e não para ser visto pelas outras pessoas. A razão é simples, mentimos diante dos outros! Isso se torna mais evidente quando tentamos falar o que as pessoas a nossa volta compreendem e esperam que sejam ditas como palavras certas, corretas, aceitáveis teológica ou até mesmo tradicionalmente.

Segunda: orar insistentemente. Não porque Deus não saiba, ou não tenha ouvido a da primeira, da segunda, da terceira vez, mas até  que em nós, em quem ora, a certeza se construa, o que varia de pessoa para outra pessoa. Alguns crêem mais rápida e facilmente outros não. Teólogos parecem ter uma grande fé, mas de fato não a têm... O entendimento embora seja importante, legítimo e necessário, atrapalha a atitude primária da fé que exatamente de ir contra aquilo que todos aceitam e apreendem até legitimamente.

Lázaro deveria teologicamente continuar morto até o dia da ressureição, fato teologicamente correto. O Centurião era pagão, pecador, e teve a maior fé diante de Jesus, fé que em todo o Israel não havia. Pessoas simples ( carentes de educação formal e até  de mais profundo conhecimento teológico ) muitas vezes.  Não que pessoas cultas, favorecidas pela mais desejável educação legítima não possam ter essa desejável e legítima fé, mas é percentualmente e de fato menor esse número de pessoas.

Poderia ser feito um estudo bíblico acerca da oração, algo sempre recorrente e necessário, mas finalmente gostaria de dizer que nesse tempo de igreja com projetos e coisas mil a serem administradas, de estretégias e negócios, as vezes legítimos, as vezes oportunistas, deve ser feita urgentemente em todas as denominações e posições teológicas, uma revisão das postura individual dos crentes e da igreja relativa à oração.

Pergunto: como crentes individualmente e como denominação, como igreja local, a nossa oração está sendo biblicamente eficiente ou caiu na rotina, na tradição, no costume, no ato mecânico e culturalmente aceito e repetido pelos crentes? O quão distante ou próximo das reais e maravilhosas experiências bíblicas está a nossa experiência de oração hoje? Afinal é plenamente possível matermos uma vida cristã de trejeitos e procedimentos cristãos, até conhecimento cristão sem passarmos pelo crivo da real, concreta, factual comunhão com o nosso Deus. Se tal é a realidade que desastre é essa presumida vida cristã. O perigo é real para cristãos evangélicos tradicionais, renovados, pentecostais, neopentecostais devido a nossa tendência de agirmos como atores, no sentido de representarmos o que eventualmente por força do tempo, deixarmos de sermos de fato.

Ainda vale lembrar que a comunhão com o nosso Deus, é materializado no que dizemos a Ele e mais ainda do que ouvimos dele, pois sendo um diálogo e não um monólogo, a comunhão só é possível com as duas pessoas falando uma a outra. Que privilégio encontrar-se sendo ouvido pelo único Criador e mantenedor de todas as coisas? Que fosse poucas vezes na vida, mas sem dúvida, algo que se devesse guardar para o resto de toda uma vida.


Mas já que a oração pessoal é passível de ser feita no secreto de um quarto qual o papel da igreja nesse processo?

A igreja incentiva, ensina e dessa forma anima o crente e mais do que isso oportuniza a quem não tem privacidade de orar em sua própria casa ou em outro lugar. Vale lembrar que a Bíblia nos anima a orar sem cessar em em todas as circunstâncias, seja nos bons ou nos maus momentos. O livro de Salmos é um livro de poemas que são de fato as orações mais sinceras escritas pelos salmistas, possivelmente o registro de orações e das respostas, enfim das experiências reais que antecederam o próprio registro.

Que a igreja do Senhor Jesus no Brasil, não se perca em meio a tantos desafios e exigências, nem sempre tão urgentes, e seja uma igreja que mantenha a comunhão com o seu Senhor e assim conheça plenamente a vontade dEle. Amém.

Por Helvécio S. Pereira

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25 Nov 2010
Tenho algumas vezes, em minhas despretenciosas reflexões ( despretenciosas por não terem o tom acadêmico e muito menos professoral, são apenas reflexões ), dito que se não se crer no que o Livro de Gênesis declara, não é necessário ...
31 Jan 2011
-A razão das atuais, ou pelo menos de predominância histórica, das condições existenciais e morais do homem têm no Gênesis a sua satisfatória resposta. A existência de condições nem sempre e totalmente favoráveis a nosso conforto ...
11 Jan 2011
Como parte do pentateuco, o Gênesis, depreciado modernamente graças a nossa submissão e endeusamento da ciência, que com a sua contribuição à saúde, tecnologia e construção material da sociedade, pouco ou quase nada tem a dizer sobre ...
21 Nov 2010
A religiosidade cristã moderna ou atual, de há muito tem se contentado e desprezado as narrativas de Gênesis, precioado por parte majoritária de setores quase que totais do mundo científico e da falsa sensação de que tudo pode ser ...

O GÊNESIS, COM NARRAÇÃO DE CID MOREIRA E IMAGENS

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29 Mai 2010
UM LIVRO OBRIGATÓRIO PARA CATÓLICOS E EVANGÉLICOS ACERCA DA ERRÔNEA CULTURA DO CULTO A MARIA. Recebi por indicação do irmão Jorge Fernandes Isha, um e-book gratuito, de leitura obrigatória para os evangélicos e para ...
16 Fev 2010
Judas era o mais culto, de origem e status social diverso dos demais, de outra cidade, e foi substituído não pelo apóstolo dentre os discípulos eleito pelos demais, por própria escolha de Jesus, após a morte de Estevão, Saulo, discípulo de Gamaliel, provavelmente o mais preparado ...Melquesedeque, Maria , José, e tantos outros. Deus se dá a conhecer plenamente a cada um que o ama. O ue Ele fará na história as vezes não noscompete saber, as vezes sim. Essa é a diferença. ...
19 Mar 2010
Tal qual os fariseus, põem não poucos impencilhos que vão desde reparações a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto, forma dos apelos e ... Essa pessoa , esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros. ...
04 Mar 2011
Nesse aspecto seria legítimo um católico cultuar Maria como N.Senhora, um muçulmano a Maomé como seu legítimo profeta, um budista como objeto de culto, e assim por diante. Todoslçegitimamente amparados por sentimentos sinceros e ...
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