COME TO ME

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

NOÉ, JOSÉ, MOISÉS, DAVI, SALOMÃO, DANIEL, NEEMIAS: A MOSTRA QUE A ESPIRITUALIDADE E A CAPACIDADE DE FAZER COISAS, DE REALIZAÇÃO, DEVEM ANDAR JUNTAS

Muitos ultimamente têm se levantado contra a chamada "teologia da prosperidade" o motivo não é primariamente a teologia em si, mas o ciúme primitivo e infantil insuflado pela simples razão que o outro está a fazer algo que supera claramente o que eu faço. A questão nem é se é essa teologia verdade ou não, fato é que tem mudado o rumo social e espiritual de milhões de pessoas em oposição à práticas e pregações de igrejas que têm mantido por gerações a fio, pobres pobres e mais favorecidos, mais favorecidos. A Bíblia traz registos de pé rapados, de pessoas sem nenhuma perspectiva social em sua própria época e cultura que tiveram seus destinos mudados, mas essa polêmica secundária e nem que está certo ou errado nessa falta do que fazer é o objetivo dessa postagem. O foco para todos, que é proposto aqui, nessa breve reflexão é outra, como se verá até ao seu final.

Diferenças litúrgicas, exageros e bravatas no discurso e nas pregações sempre houve, sempre existiram, prosperidade sempre houve e há entre os que pela bajulação e oportunismo conseguem melhores posições em igrejas que confessam teologias pressupostamente mais espirituais!

A pergunta é: é legítimo um crente supostamente desejoso de espiritualidade viva e sobreviva justamente enquanto incrédulos, ateus, ou cristãos pouco ou nada "espirituais" façam todo o trabalho, se arrisquem, paguem o preço do conhecimento e do desafio enquanto esse crente e cristão simplesmente se omite, por preguiça ou por pressupostos ideais mais elevados?

Certo pastor oportunista ( e não sou eu que estou dizendo, há testemunhos ) escreveu artigos contra a teologia da prosperidade, mostrou na Bíblia o que segundo ele provam que essa tal teologia seria "diabólica", entretanto a sua vida de um misto de empresário mal sucedido e pastor espiritual o deixaram cheio de dívidas e visto como caloteiro ao pronto de ter de fugir da cidade que tinha atividades, da cidade, dos negócios e da igreja! Vindo para uma igreja de renome, consegui espaço, emprego em um programa de Tv tipo talk show  muito bom e bem apresentado, sua dívida foi paga pela igreja que o recebera em vindo as eleições para debutado se lançou candidato e pela simples recomendação da igreja sem maior investigação, foi finalmente eleito.

Eleito o tal, houve um episódio na câmara pela manutenção de certas mordomias parlamentares, como auxílio moradia de módicos cinco mil reais. O voto dele foi... a favor! questionado nas redes sociais pelos irmão eleitores-admiradores, bloqueou quem podia e se calou raivoso! branco, com boa visibilidade social, fala agradável e emprego garantido aproveitou todas as as oportunidades. Sua esposa consegui a um salário de dez mil reais, enquanto ele ocupado com a política se afastara do que fazia na igreja, realiza um chá para mulheres uma vez por semana com umas gatas pingadas para não dizer que está recebendo dinheiro da igreja à toa! Esse tipo de religioso que vive a custa de denominações históricas e que nunca se envolve em polêmica espiritual e social acha ruim a dinheirama que outra igreja por outra estratégia pede todos os dias e faz mais projetos e interferência social que ele faz no seu falatório que nem deve ser tanto assim no espaço político, que cá entre nós no máximo garante alguns privilégios e soluções urbanas para a denominação que o acolhera na base de uma mão-lava-outra!

Claro que é legítimo cada um, cada ser humano, descobrir e conseguir seu espaço e fazer dele o melhor que puder, para si e para os outros e se essa máxima for válida para alguns deverá ser para todos, dentro de sua época, cultura e oportunidades, "dando a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"!

As personagens citadas na chamada dessa postagem, se analisadas cada uma de suas biografias bíblicas, são a prova de que novas tendências litúrgicas e na maioria de agrado de jovens crentes em igrejas renovadas ( versões politicamente corretas de pentecostais, vista como "bregas" ) gastam muito tempo em sua reuniões com cânticos e canções inspiradas em movimentos assemelhados à Igreja Betel dos EUA, em dos berço do movimento neo-calvinista, do inspirador "Jesus Culture Band" ( reformados, de confissão calvinistas e pentecostais! ) em uma cantoria que no Brasil chega a ser cansativa e a olhos vistos forçada, sendo que com Kim Walker e demais irmãos de lá é de fato inspirador e emocionante, como um nova fórmula a ser imposta ao auditório como única boa para um bom culto "espiritual". Afinal certas coisas são boas quando somente autênticas, pessoais e daquele modo com aquelas pessoas. Servem de exemplo, inspiram, mas cópia por cópia vemos o desastre que está!

O problema ou o dilema parece ser o mesmo de sempre: espiritual e descompromissado com as coisas mundanas, muitas delas tão essenciais para a manutenção da nossa complexa sobrevivência social ou "carnal", "mundano" e "pragmático" e sem espiritualidade!

Como disse parágrafo acima a lista de personagens bíblicas no título dessa chamada se analisadas seriamente conseguiram o equilíbrio em lidar, no seu tempo, na sua cultura com as duas coisas!

A seguir um vídeo, científico e ativista, tratando de uma realidade invisível a quem se julga ou se omite da realidade a título de ser "espiritual", como se as duas coisas não fossem possíveis, alcançáveis e necessárias!

Assista-o e leia em sua Bíblia, ou reveja, cada uma das histórias reais e desafios de Noé, José do Egito, Moisés, Davi, Salomão, Daniel, Neemias e outros os quais não citei.

Que essa reflexão nos abençoe com iluminação e equilíbrio.


Amém!


Por Helvécio S. Pereira*

*graduando em Teologia


Ao assistir ative a legenda em PT-BR ou outra, clicando em CC ou baixe separadamente através do programa Google2SRT a legenda na língua que desejar e salve em seu computador.







domingo, 6 de agosto de 2017

AS PREGAÇÕES VÃO MAL, QUAIS OS PROBLEMAS, QUAL A SOLUÇÃO?


C
ertos grupos afirmam que ninguém pode conhecer a Deus por si mesmo. Isso é em parte verdade e em parte mal compreendido quando afirmado sinteticamente e não analiticamente. Fato é que "como ouvirão se não houver quem pregue"?

A Bíblia afirma, mostra, registra fatos que Deus se revelara a alguns seres humanos, esses como testemunhas e tendo recebido uma revelação de Deus testemunharam e ensinaram a outros acerca de Deus.  Na Parábola do Rico e do Lázaro, o pai Abraão, que é a figura do Deus Pai, ao ouvir o clamor do Rico pedindo que alguém do inferno fosse ter com seus parentes ainda vivos disse-lhe que eles tinha Moisés e os profetas. "ouça-nos" ( atenção! e não "ouça-os"! Lucas 16:19-31 )) Poderia serem citados muitos textos bíblicos que corroboram para essa compreensão, mas deixarei por conta do leitor essa tarefa, já que esse assunto específico, pode e deva ser tema de outra postagem. Fato é que a pregação é algo inegavelmente desencadeante para a fé no Evangelho e portanto para a salvação!

Cada um de nós deve ensinar a outro sobre Deus, e o fazemos na medida que nós mesmos sabemos algo acerca dEle, aprendido de outros ou eventualmente testemunhado, um milagre ou livramento recebido, etc. A vaidade humana é tão patética e não notória que não poucas igrejas e denominações no passado e também hoje, com muitos membros e seguidores e socialmente instaladas, se basearam no fato de seu fundador haver tido uma compreensão particular, uma visão de como fazer a obra de Deus ou até uma revelação supostamente dEle, Deus, diretamente entregue por algum "anjo".

É evidente que nesse processo há de tudo: erros e acertos, poderíamos perceber sempre o joio e o trigo juntos. Se humanamente, desajeitadamente, tentarmos tirar o joio o bom trigo também será perdido.

Pregadores e pregações não fogem a essas possibilidades: são aprendidas com outros pregadores e de tempos em tempos uma tendencia e um estilo se estabelece, com adaptações naturais de vocabulário, maneira de como se relacionar com a plateia, etc.

Alguns pregadores hoje

Há pregadores coléricos que em suas pregações é facilmente percebida a característica de impor uma correção áspera a seus ouvintes, avisando-os duramente de erros que segundo o pregador, estejam correndo o risco de cometerem ou estejam cometendo. Tiveram muito sucesso esses pregadores durante duas ou mais décadas, principalmente entre os pentecostais. Apelos a uma melhor conduta como crentes, especialmente relacionado às roupas, cabelos, não uso de jóias, lazeres como Tv e filmes, futebol, etc, mantiveram gerações fiéis às igrejas ao mesmo tempo que lançaram compulsoriamente ao "mundo" muitos crentes que jamais voltariam a nenhuma igreja.

Excesso houve, pateticamente, mas esse tipo de pregação de de pregadores sem dúvida fizeram que muitos tomassem uma atitude menos dúbia diante de Deus, embora o rigor direcionado a costumes e ao que chamavam erroneamente de "doutrina" fosse eficiente na pregação da sua mensagem. Talvez porque se aproximasse caricaturadamente da maneira como o próprio Senhor Jesus ensinava, "com autoridade"

Hoje tempos o pastor Claudio Duarte com enorme sucesso com as suas pregações no estilo stand up, com uma clara postura de ator comediante, mas isso não é novo, tive a experiência de no passado ter ouvido muitas boas pregações com pastores sanguíneos, que além de pregarem muito bem ou pelo menos satisfatoriamente a sua mensagem, faziam a todo rir muito. O sucesso para certo público mais desatento e resistente, e o modo como as coisas são ditas sem rodeios e os apelos diretos, sempre foram e ainda são hoje um eficiente meio de atingir as pessoas e fazer com que elas ouçam. O pastor Lucinho da Igreja batista de Lagoinha mistura os dois estilos naturalmente e com isso consegue admiradores e críticos ferozes.

Notem que não estou falando ao conteúdo da pregação mas apenas como o pregados a partir da sua personalidade comunica às pessoas a sua mensagem. João Calvino pregava por horas, sem microfones e aparelhos de sons como temos hoje e ao final de sua vida,por causa de uma tuberculose, pregara sentado por mais de dois anos. Talvez fosse João Calvino um pregador fleumático como o também hoje calvinista, o reverendo Augustus Nicodemos. Pregadores fleumáticos e melancólicos se detém em um rol extenso de argumentos e demonstrações lógicas e têm naturalmente sucesso diante de um tipo específico de público, de bons leitores ou pelo menos bons ouvintes.

Charles Taze Russel fundador das Testemunhas de Jeová, possivelmente teve enorme sucesso em demonstrar eradamente suas teorias a um público ávido por novidade e de ouvintes ávidos e sedentos por alguém que lhes explicassem muitas coisas e lhes troussessem respostas a muitas questões. Alguns vão mais além como o fundador da igreja dos Mórmons, que descaradamente espalha aos quatro ventos que tenha recebido uma mensagem pessoal entregue por um anjo, coisa pouco ou nada original e que por si só já caberia as seus ouvintes e seguidores duvidarem seriamente.

Fora do cristianismo o analfabeto Maomé, por ser de temperamento falador e colérico, tal o qual o nosso patético Lula, sendo um líder natural, arregimentou não poucos seguidores e sua mensagem se estabeleceu culturalmente no mundo, pela pífia afirmação que recebera de um "anjo" sua revelação redentora da humanidade.

Muitas vezes não é a justificativa de uma revelação sobrenatural que ajuda ou reafirma a mensagem proclamada como uma "verdade"mas sendo a mensagem verdadeira, no caso o próprio Evangelho, um revelação dá a esse evangelho um caráter mais urgente e verdadeiro que outros, no caso do falecido missionário David de Miranda, uma visão dos céus em que mulheres de cabelos longos e virgens eram recebidas pelo Salvador enquanto outras de cabelos cortados eram lançados no fogo do inferno, ajudou a milhões de seguidores levarem a sério a sua pregação verdadeira do Evangelho largando radicalmente o "mundo"!

Humana e naturalmente, qualquer pregador tem ou tende a estabelecer algum grau de empatia com seus ouvintes. O apóstolo Valdomiro Santiago naturalmente estabelece um jeito caipira, bem mineiro, para quem conhece esse jeito mineiro de ser, com seus ouvintes, pregando a sua mensagem com um misto de autoridade e humor e simpatia distribuídos com a sua platéia. Já o missionário R.R. Soares parece naturalmente um Sílvio Santos, sendo cirurgicamente comedido e educado cativando desse modo não poucos ouvintes e no caso telespectadores.

R.R. Soares foi de fato o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e em dado momento a igreja ao ter que decidir quem a presidiria escolhera o seu cunhado, bispo Edir Macedo, esse com características claramente coléricas, um líder eficiente como todos os líderes de temperamento colérico, sejam políticos como o Lula, Paulo Maluf, Leonel Brizola, etc. Edir Macedo não se importa com o que alguém pense dele, característica das pessoas de temperamento de perfil colérico.

Notem mais uma vez que o teor da mensagem ainda não é a fonte de análise nessa postagem, apenas uma reflexão de que como a personalidade do pregador dá corpo a forma como ele prega a sua mensagem a outros. Embora em certa obscuridade, o pastor mineiro Mário de Oliveira fez com que a igreja do Evangelho Quadrangular tivesse enorme crescimento décadas atrás, assim como o missionário Davi Miranda, a voz empostada emprestava à sua pregação objetiva e pouco rebuscada biblicamente, um grau de autoridade. Já o pastor Márcio Valadão, por quarenta e cinco anos completados agora, a sua sobriedade e equilíbrio teológico, atributos naturais de seu temperamento têm igualmente levado em mais de quatro décadas milhares de pessoas a Cristo. de forma que nunca vi, nem um dia sequer, qualquer de seus apelos, o caso de nenhuma pessoa se render a Cristo! sem dúvida um salutar exemplo a ser observado por todos os demais pregadores!

Entretanto, por mais méritos que haja pregadores com o temperamento e estilo do consagrado ministério do pastor Márcio Valadão, em tempos de tão grandes rupturas de moralidade, ideológicas e sociais, falta a dureza necessária para o confronto como de um outro colérico, a do pastor Silas Malafaia. Augustus Nicodemos, Caio Fábio, hábeis nos argumentos, faltam-lhes autoridade, fica a sensação de um "evangelho de blá-blá-blá e mimimi, com algumas pitadas de humor e ironia, talento dos reconhecidamente fleumáticos mas nunca da energia necessária, da contundência para se afirmar ou negar algo! Caio Fábio de formação presbiteriana, depois um arminiano, desdenha do calvinismo, destilando ironias contra os calvinistas, já Augustus Nicodemos desdenha do pentecostalismo contando piadas no púlpito, mas ambos não são contundentes contra o ativismo homossexual! o que sobeja em uma característica aparece em falta em outra situação!


Mas o que fazer?

Primeiramente temos que entender que nenhum pregador do passado bíblico, do longo período da história da igreja foram ou o  são de alguma forma algum exemplo de pregadores  perfeitos! Há muitos e muitos anos ( não o conheci pessoalmente mas o ouvia em espaços alugados no rádio aqui em Belo Horizonte ) um missionário, já falecido há anos, chamado Geraldo de Carvalho. Semi analfabeto, sem escolarização e conhecimento bíblico necessário, foi um certo tipo de kamicase cristão, alguém que se lança a fazer algo para Deus sem muitas condições naturais para sê-lo ou fazê-lo. Entretanto eu conheci um homem que saiu das ruas e não se matou por ouvir a sua mensagem e por receber suas orações em sua igreja, aquela época improvisada em um salão alugado, feio e precário! Esse homem está firme em outra igreja hoje e nuca mais abandonou a fé bíblica no Senhor Jesus.

Quem foi o melhor pregador, o exemplo a ser seguido por qualquer um que queira e se proponha a pregar a salvação às pessoas?

A resposta é inequívoca: o Senhor Jesus Cristo!

Ensinava com autoridade e fazia prodígios que segundo ele os que cressem fariam o mesmo e prodígios maiores que os feito por Ele mesmo!

Porém os pregadores mais eficientes, conseguiram o que o Senhor Jesus não conseguiram em seu próprio tempo:  serem convencidos pela mensagem!

O pregador em toda a Bíblia mas bem sucedido foi um sem amor aparente pelos seus ouvintes: Jonas!
Jonas era xenófobo, odiava por razões justas os ninivitas! em um primeiro momento se esquivara de, sob a ordem direta de Deus de pregar o arrependimento a eles! em em segundo momento levado até os ninivitas, a força por Deus, após o sucesso de sua pregação, lamentou a morte de uma árvore que lhe servia ocasionalmente de abrigo.

O segundo pregador bem sucedido foi o apóstolo Pedro, sanguíneo, que a princípio cria sinceramente que as boas novas eram somente endereçadas aos judeus! em uma pregação cerca de três mil pessoas foram salvas!

O mais mal sucedido sem dúvida foi Noé! Ninguém se convertera! se talvez não fosse a sua autoridade patriarcal, de chefe de família nem a sua família entraria na Arca com ele!

O mais omisso, se pudermos imaginar que Ló pregara a alguém, no máximo aos seus futuros genros...ele se assemelhara a nós todos que mesmo convivendo com pessoas não salvas ao nosso redor e não nos omitindo de vez ou outra darmos um "toque", um folheto, um abraço, um apoio, claramente deixando-nos sermos identificados como cristãos, evangélicos e crentes, ninguém passa para o nosso lado, nem parentes!

Aos pastores convém e podemos dizer é obrigatório pregar!

A nós membros de igrejas e fora de púlpitos, é nos ordenado, testemunhar!

São duas coisas diversas e diferentes!

Pregadores tem que ser diligentes e eficientes nas suas pregações e aí quando  analisamos um aqueda de "qualidade" ligada a certo desleixo e irresponsabilidade é um problema  a ser resolvido cortando-se os excessos, todos eles: de inexatidão bíblica, seja qual for; de temeridade ou seja o preenchimento de lacunas com "achismos"; com a aparência pela aparência, um sermão bem feito mas inócuo, ineficiente; pela patética cumplicidade humana: um sermão não é para ser agradável ao mundo mas para sacudi-lo!

Testemunhas devem se limitar a dizerem às outras pessoas o que Deus tenha feito por elas e diante de seus próprios olhos! Eu sou testemunha do que Deus tem realizado na vida de muitas pessoas convertidas que conheço e em meu próprio favor! nenhuma  teologia em particular, nenhuma diretriz teológica e denominacional vai me dizer o que não é! tenho aprendido de Deus a partir de coisa que tenho visto sua intervenção! esse é o meu testemunho! ouvir falar desse Deus mas tenho sido testemunha do seu operar no mundo! mesmo que a realidade esteja  sendo tão caótica fora e dentro da igreja! a minha fé não se baseia somente em discursos de "a" ou de "b". É pela experiência que sei que alguém está errado ou certo e as duas coisas em muitos momentos!

Por último devemos ter em mente que a Palavra de Deus pregada porque quem quer que seja em qualquer circunstancia tem poder próprio! não voltará para Deus vazia mas fará o desejo de Deus, de julgamento ou de salvação,logo o problema não pode ser limitado pela "qualidade do pregador" ou da pregação!

Muitas das pregações do pastor Benny Him, são bíblicas, mesmo que você e eu ponhamos ponderadamente dúvidas sobre o festival de quedas em suas reuniões, embora também em seus livros uma coleção de asneiras teológicas e mentiras factuais seja fartamente encontráveis, como no seu livro "Bom Dia Espírito Santo", um fato ocorrido em um citado hospital, jamais acontecera! A Palavra de Deus não pertence a nenhum pregador, denominação ou igreja em particular e a prova maior disso que sendo o Antigo Testamento, um livro e propriedade cultural-religiosa dos judeus, fora apropriado por todas as igrejas cristãs legitima e incontestavelmente! A Bíblia é de Deus dada aos homens, usada por homens com o dever de anunciá-la com todas as nossas limitações possíveis e passíveis: educacionais, de temperamento e circunstanciais!

Muitos se esmeram em analisarem e criticarem pregações feitas por diversos pregadores, especialmente os que hoje detém e desfrutam de maior visibilidade. Gostaria de lembra-los que todos os do passado, todos os do presente, cometeram e comentem deslizes bíblicos, razoáveis, em suas pregações ou posições: Lutero pregou a morte os judeus me sua época; João Calvino o inferno a quem acreditasse no que a ciência dizia já em sua época: a realidade que a Terra não fosse o centro do universo, isto está nos escritos de João Calvino; Augustus Nicodemos e outros calvinistas atuais se contradizem sobre a eficácia da oração e se são ou não "eleitos"; pastor Márcio Valadão afirma vez ou outra que todos nós nascemos como Deus nos imaginara um dia ( um misto estranho de onisciência e predestinação muito mal explicada ); e eu poderia gastar uma postagem inteira relacionando afirmações eventuais sinceras e não bíblicas de grandes e bem sucedidos pregadores atuais, verdadeiros ganhadores de almas, que sem o seu ministério e pregações e ensino, muitas almas teriam se perdido em pelo menos quatro décadas de avivamento espiritual e evangélico no Brasil.

Atentemos novamente finalmente, para o que é maios importante: que Jesus Cristo seja anunciado a tempo e fora de tempo e que muitos ainda possam ser alcançados e salvos.

Quer realmente ajudar a obra de Deus?

Quer ajudar os diversos pregadores em seu árduo trabalho para o qual nenhum de nós está cem por cento capacitado?

Ore por eles, por todos eles! não só por quem é de sua simpatia em particular e denominacional e teológica!

Ore por TODOS! para que a unção e o transbordar do próprio Deus, através do Seu Espírito venha fazer através deles algo maravilhoso ainda em nossos dias e mais uma vez!

Amém!

Por Helvécio S. Pereira*

* graduando em Teologia


PARA MELHOR COMPREENSÃO DA RAZÃO DESSA POSTAGEM, POR FAVOR, SE PUDER, LEIA A POSTAGEM ANTERIOR A ESSA SOBRE O MESMO ASSUNTO EM:

PREGAÇÕES, COMO ESTÃO NAS IGREJAS HOJE? É REAL O SENTIMENTO QUE A QUALIDADE DAS MESMAS DEIXAM A DESEJAR?



UMA PREGAÇÃO À MODA ANTIGA... SE ESSA EXPOSIÇÃO E TESTEMUNHO NÃO O SACUDIREM ESPIRITUALMENTE O QUE O FARÁ?





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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

PREGAÇÕES, COMO ESTÃO NAS IGREJAS HOJE? É REAL O SENTIMENTO QUE A QUALIDADE DAS MESMAS DEIXAM A DESEJAR? ( ATUALIZADO E REVISADO! )


D
e algumas décadas para cá, há um sentimento mais ou menos recorrente de que a qualidade das pregações têm deixado a desejar,

isso corresponde a verdade ou não?


Qualidade de pregações, mais tempo  dedicado ao estudo da Bíblia, como reuniões destinadas ao chamado Estudo Bíblico ( as igrejas batistas e outras tinham tradicionalmente um dia na semana, uma noite, na minha igreja era sempre as quintas-feiras ), maior frequência às chamadas Escolas Dominicais, etc, tem sido uma crítica dos tradicionais aos grupos pentecostais e neo pentecostais, por se tratar, a olhos vistos, por complexas razões sócio-econômicas a única crítica plausível por parte de igrejas protestantes tradicionais como batistas, metodistas e presbiterianos, a esses grupos e igrejas mais novas.

Tem-se afirmado esse tipo de crítica como forma de avanço e argumento por parte de calvinistas, cujo, aparentemente, primeiro interesse é mostrar que estão certos biblicamente enquanto o arminianismo, segundo eles está errado. Ou seja o calvinismo só se sustenta e até avança entre os crentes protestantes ou evangélicos ao demonstrar a aparente fragilidade teológica e bíblica dos não-calvinistas.

Entretanto essa reivindicação de que só eles, ou certos grupos, detêm um melhor conhecimento bíblico e consequentemente, por resultado direto, uma melhor pregação e mensagem mais eficiente e verdadeira, não é novidade e nem uma particularidade dos calvinistas. Em certos períodos da história da igreja e do cristianismos contemporâneo, grupos paraprotestantes têm igualmente reivindicado e usado dessa estratégia para conseguir novos adeptos, simpatizantes e prosélitos, como as Testemunhas de Jeová, Mórmons e Adventistas do Sétimo Dia. Igualmente os unitaristas, como membros da Igreja Voz da Verdade, trilham o mesmo caminho.

Mas é verdadeira a constatação de que as pregações decaíram de qualidade ou não?

Se é verdade que há uma relação entre a formação escolar secular, formação teológica e treinamento objetivo tem uma influencia direta na qualidade do ensino e da pregação ( pregação também é ensino ) não é a única garantia de uma pregação ou ensino ideal, por um motivo que precede a essas habilidades, que é exatamente a personalidade do pregador.

Geralmente pregadores com muita formação teológica, conhecimento de línguas originais da Bíblia, história do cristianismo, pecam pelo exagero, priorizando o profundo conhecimento teológico e denominacional que possuem. Mesmo que éticamente e emocionalmente não pequem pelo exagero de constantemente estarem exibindo seu talento e capacidade intelectual e até oral, podem concentrar seus esforços no ensino, que não é de fato o objetivo de uma pregação, principalmente quando feita a um público aberto em que haja sempre e muitas vezes muitas pessoas que não conheçam a igreja, a Bíblia, e que estejam desejosas de ouvirem uma mensagem que venham de encontro as suas urgentes necessidades e demandas pessoais.

Pregadores muito cultos, muito apaixonados e e persistentes em confirmar sua linha teológica que quase sempre e mais vezes se dá mais por simpatia inconsciente que por alguma constatação  e prova de verdade, são muito presunçosos e autoconvencidos ( o que é diametralmente oposto de fé genuína ) desprezando os fatos, a realidade priorizando as suas próprias opiniões e particularidade denominacional.

Por outro lado pregadores com menos bagagem teológica e educacional podem pecar, por uma objetividade mais dura, serem muito diretos, cometerem erros interpretativos ( o  que é diferente de uma posição teológica ) e preencherem lacunas com opiniões extemporâneas com pouca ou nenhuma base bíblica. 

Finalmente vale a constatação de que todos erramos e que erros e acertos trazem alguma consequência, quase sempre indesejável ou pior incontrolável: uma pregação, qualquer que seja, trará alguma consequência, boa ou ruim. Outro fato é que hoje com o implemento e desenvolvimento das redes sociais tornando pública cada declaração que sofrerá análise e crítica não só dos membros da igreja local mas será vista por crentes de outras igrejas, cristãos de outras denominações e igrejas, por defensores de correntes teológicas diversas e por ativistas de diversos ativismos que será objeto de desconstrução da mensagem do Evangelho pregada a todos.

Notadamente, até pela existência de uma mídia das igrejas ( rádios, portais, emissoras de TV, revistas, jornais, livros, blogs, redes sociais ) e de fora das igrejas, a preocupação em se ter uma boa propaganda, em ser simpático, palatável e o risco de processos, debates e resistência por parte do mundo e da mídia secular, têm feito reféns esses pregadores que no caso do uso e difusão de imagens, áudio visuais ou apenas imagens, pregadores aparecem vestidos na moda, maquiados, fotografando da melhor forma, aparentemente mais preocupados como as pessoas os verão.

Eu pessoalmente, depois de mais de quarenta anos ouvindo todo tipo de pregadores e pregações, e isso é uma simples opinião pessoal, que  não deve ser tomada como única verdade, eu que sempre dei valor mais às pregações que outra qualquer coisa nos cultos, mesmo comparada à música, algo que sempre apreciei e agora nem tanto, acho que tanto por parte de pregadores mais preparados como parece óbvio esperar dos mais simplórios, as pregações em geral estão muito ruins!!!

O pastor titular da minha igreja, igreja Batista de Lagoinha, pastor Márcio Valadão, é e sempre foi um pregador cuidadoso, exemplar e meticuloso em suas pregações, simples, objetivas, aplicáveis, pedagogicamente exemplares e didáticas; nunca intencionalmente usadas como autopromoção ou feitas com algum grau de pedantismo. A mesma qualidade de pregação aprendida, treinada e pregada por tantos outros pastores batistas aqui pelas bandas da cidade de Belo Horizonte, alguns deles já falecidos.

O mesmo, infelizmente não se pode dizer das gerações de pastores mais jovens da mesma igreja, que não diferem apenas por serem mais jovens, de outra geração e com uma natural tendência a serem melhor absorvidos.Não é também somente pelo vocabulário mais ágil, menos rebuscado, aparentemente mais direto, ou pelo maneirismo e indumentária joviais, sempre vestidos "mutantemente" com os cortes de cabelo, agora também barbas e bigodes tão bem vistos pelas gerações mais jovens e atuais. Mas é clara sim, portanto um perceptível sentimento de que "não está mais tão bom", ou "que poderia ser melhor", sinalizando que ou sobra alguma coisa inútil e que falta "algo mais"!

E isso, essa fata de não sei o quê, é algo cada vez mais perceptível em todas as denominações. Parece que por crescerem o número de pregadores e púpitos, um amadurecimento desejável, certamente não deve ter acompanhado esses pregadores mais ávidos por serem bem sucedidos e terem seu espaço, que por efetivo impacto espiritual real no Reino de Deus.


Por Helvécio S. Pereira


( continua... escrevi essa parte ainda em meu trabalho, no horário de folga. Em breve a segunda parte! )

segunda-feira, 31 de julho de 2017

O VERDADEIRO NOME DE DEUS SERIA "JEOVÁ"? UM GRUPO IMPORTANTE DE PARAPROTESTANTES DURANTE MUITO TEMPO TEVE RELATIVO SUCESSO EM COLOCAR EM DÚVIDA SE OS DEMAIS CRISTÃOS CHAMAVAM DEUS PELO SEU NOME CORETO. ESSE GRUPO TEM ALGUMA RAZÃO? VEJA!

Tetragrama sigficando Yavé
Não raramente grupos de cristãos arvoram-se em redescobrir a redondeza da terra e fazem disso uma declaração de diferencial entre eles e os demais. Dessa forma uma "boa novidade" se transforma rapidamente em pretexto para esconder não poucos erros que se materializam como heresias com graves desdobramentos. A falta de maturidade e capacidade de determinar prioritariamente o que é importante ou secundário e consequente conhecimento bíblico faz com que muitos se esqueçam da obra salvívica de Jesus Cristo ( que é a verdadeira prioridade das Escrituras), nosso único Salvador e se aventurem dedicando toda uma vida, energias e inteligência em causas sem causa.

Atente pois  para as informações abaixo e não caia nesse erro primário:




termo Jeová na Bíblia




Ninguém sabe, ao certo, como se pronuncia YHVH, o tetragrama, designação das quatro consoantes que compõem o nome do Deus de Israel. É que em algum tempo antes da era cristã, para não sujarem com lábios humanos o nome do seu Deus, os israelitas deixaram de pronunciá-lo, e assim as vogais desse nome foram esquecidas. Por ocasião da leitura pública dos rolos nas sinagogas, ao chegar ao nome YHVH, uma nota marginal dizia: "Está escrito, mas não se lê." E ali mesmo era indicada a palavra que deveria ser lida: "Leia-se ADONAY".

O texto pré-massorético do Antigo Testamento só tinha consoantes; as vogais eram transmitidas através dos séculos pela tradição. Só no sexto ou sétimo século dC. é que os massoretas colocaram vogais no texto hebraico. A palavra YHVH, então, era escrita com as vogais do título ADONAY, e a palavra ADONAY era falada quando ocorria YHVH.

 Acontece, também, que em algumas passagens do Antigo Testamento o título ADONAY (Senhor) vem seguido do tetragrama YHVH, que nesse caso é pontuado com as vogais de ELOHIM (Deus), resultando na forma JEHOVIH (JEOVI), como, por exemplo, em Sl 73.28 Is 50.4 Ez 3.11,27 Zc 9.14. Ou resultando na forma YEHVIH (JEVI), que ocorre, por exemplo, em Is 25.8 Jr 2.22 Am 1.8 Ob 1.1 Mq 1.1 Sf 1.7.

E em vinte e cinco passagens ocorre uma quarta forma de se expressar o nome do Deus de Israel, e isso por meio do monossílabo YAH (JÁ), que é a primeira sílaba de YAHVEH (JAVÉ). A Petrus Galatinus (mais ou menos 1520 dC.) atribui-se a fusão, pela primeira vez, das consoantes YHVH com as vogais de ADONAY. Koehler-Baumgartner fala de 1200 dC. Dessa fusão surgiu um nome híbrido: YeHoVaH (Jeová). Esse não é, portanto, o nome do Deus de Israel. O Jerome Biblical Commentary chama "Jeová" de um "não-nome" (77.11), e o Interpreter’s Dictionary of the Bible o chama de "nome artificial" (s. v. Jehovah). O Lexicon in Veteris Testamenti Libros, de Koehler-Baumgartner (s. v. YHVH), chama a grafia "Jeová" de "errada" e defende como "correta e original" a pronúncia "Yahveh".

Alguém poderia perguntar por que a primeira vogal de ADONAY, um "A," se tornou um "E." É que a palavra ADONAY começa com uma gutural, um álefe, e sob gutural uma vogal esvaída deve ser um shevá composto. Ao se colocar essa mesma vogal esvaída sob uma consoante não-gutural, ela passa a ser um shevá simples, que se representa na transliteração por um "e" suspenso. No caso, sob o iode (Y) coloca-se a vogal "e": "Ye".

No Antigo Testamento traduzido por João Ferreira de Almeida e publicado em dois volumes quase sessenta anos após sua morte (1748 e 1753), é empregada a forma JEHOVAH onde no texto hebraico aparece YHVH. Almeida fez isso baseado na tradução espanhola feita por Reina-Valera (1602). Na Almeida conhecida como Revista e Corrigida (RC), lançada em 1898 e que ainda hoje é usada, a comissão revisora substituiu JEHOVAH por "Senhor" nas passagens em que esse nome ocorre, menos naquelas em que está junto com ADONAY (Senhor), e em algumas poucas passagens esparsas. Nessas ocorrências a RC conservou JEHOVAH. Veja-se, por exemplo, Is 61.1: "O Espírito do Senhor (ADONAY) JEOVÁ está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu" (RC). Este último SENHOR também é, no texto hebraico, YHVH.

O costume de usar "SENHOR" para indicar YHVH começou com a Septuaginta, a primeira tradução do Antigo Testamento, a qual foi feita entre 285 e 150 aC. O texto hebraico foi traduzido em Alexandria para a língua grega. Nesse texto os tradutores da Septuaginta reduziram a escrito uma tradição oral das sinagogas, onde geralmente se lia "ADONAY" (Senhor) toda vez que ocorria o nome YHVH. Essa foi a Bíblia de Jesus, dos apóstolos e da Igreja Primitiva.

Seguindo o costume que começou com a Septuaginta, a grande maioria das Bíblias emprega o título "SENHOR" (com maiúsculas) como correspondente de JAVÉ (YHVH). O título "Senhor" (com minúsculas) é tradução da palavra ADON, que em hebraico quer dizer "senhor" ou "dono." No Novo Testamento "Senhor" traduz a palavra grega KURIOS, que quer dizer "senhor" ou "dono".

Jesus não usou o termo "Jeová." Por exemplo, citando o Antigo Testamento em Dt 6.13, em que aparece YHVH, ele disse: "Ao Senhor (Kurios) adorarás." {Mt 4.10} Tiago não fala de "Jeová." Discursando em Jerusalém {At 15.17} ele disse: "o Senhor, que faz todas estas coisas," e isso é citação de Am 9.12, que tem YHVH como sujeito da ação. Paulo também não usa "Jeová": em Rm 4.8, ele escreveu "Senhor," citando Sl 32.2, que tem YHVH.

São duas as razões que levaram os eruditos bíblicos a usarem a forma "Javé" como a mais provável para designar, em português, o nome do Deus de Israel (YHVH). A primeira é de ordem gramatical e a outra, de ordem documentária.

Primeiro, a de ordem gramatical. De acordo com Êx 3.14, Deus se apresentou a Israel como AQUELE QUE É, o Deus absoluto e imutável. A forma Javé (Yahveh, em hebraico), corresponde ao verbo ‘ehyeh, repetido em Ex 3.14: EU SOU QUEM SOU (BLHoje). O verbo está no imperfeito, que em hebraico, por ser um verbo lâmede-he, termina com a vogal e. O verbo "ser" aqui é hayah (com iode), que em sua forma arcaica era havah (com vave). A Bíblia de Jerusalém em português transliterou esse nome de Deus e o grafou assim: Iahweh. Em inglês, a BJ traz Yahweh, cujo h médio os americanos pronunciam com ligeira aspiração. Essa última forma é comum na literatura bíblico-teológica em inglês. Observe-se que em Êx 3.14 o verbo está grafado ‘ehyeh, sendo que a vírgula suspensa significa que em hebraico há ali uma letra álefe, que indica a primeira pessoa: EU SOU. Já o iode inicial indica terceira pessoa: AQUELE QUE É (Yahweh).

Um fato que indica ser a a vogal da primeira sílaba de YHVH é a forma abreviada desse nome, que é grafada Yah (Já). Essa abreviação de YHVH ocorre vinte e cinco vezes no Antigo Testamento. A American Standard Version (1901), matriz da Versão Brasileira, nessas passagens põe "Jehovah" no texto, mas na margem há nota, assim: "hebraico: Jah." Ver, por exemplo, Êx 15.2 e Sl 104.35. Nessa última passagem aparece a frase cúltica "Hallelu-Yah" (Aleluia). Ver também a nota da Bíblia de Estudo de Almeida nessas duas passagens.

Como é que Yahweh se tornou Javé em português? Primeiro, o iode (Y) inicial hebraico dá j em português (como em Yoseph - José). Segundo, o h inicial e final caem porque não soam em português. Terceiro, o w passa a ser v, que é como transliteramos em português a letra vave. E aí temos Javé.

Agora a razão de ordem documentária. Teodoreto, pai da Igreja, da escola de Antioquia, falecido em 457 dC., afirma que os samaritanos, que tinham o Pentateuco em comum com os judeus como Escritura 0,,,,,546 falecido antes de 216 dC., transliterava "a palavra de quatro letras" por Iaoué. Também os papiros mágicos egípcios, que são do final do terceiro século dC., dão como corrente a pronúncia acima referida, a de Teodoreto.

Finalmente, convém notar que em duas traduções modernas da Bíblia está correta a vocalização de YHVH. Uma delas é a Bíblia de Jerusalém, que traz Yahweh (inglês e português), Yahvé (francês), Yahvéh (espanhol) e Jahwe (alemão).

A Bíblia da LEB (Edições Loyola, 1989) usa o nome "Javé" como transliteração de YHVH. Em Gn 2.1 parte da nota explicativa diz: "Aqui aparece pela primeira vez o sacrossanto Nome de JAVÉ (YHWH), cujo sentido na tradição bíblica é "AQUELE-QUE-É." (...) Hoje o Tetragrama Sagrado, que se pronuncia em hebreu Yahweh, está devidamente implantado na língua portuguesa em sua forma correta, que é JAVÉ." E acrescentamos, forma dicionarizada: ver o Dicionário Aurélio e o Dicionário Michaelis, s. v. JAVÉ.

Comissão de Tradução, Revisão e Consulta da Sociedade Bíblica do Brasil
Fonte: BOL- Bíblia on-line /SBB





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domingo, 30 de julho de 2017

LIVRO ENUMERA AS CONTRADIÇÕES DA BÍBLIA E AS REFUTA UMA A UMA ! OUÇA O ÁUDIO DA SEGUNDA EDIÇÃO EM UM PROGRAMA DE RÁDIO EM INGLÊS MAIS LINK PARA DOWNLOAD OU LEITURA ON LINE

Desde o famoso "A Bíblia tinha Razão" ao qual li logo por ocasião da minha conversão,passando por uma série de outros bons livros em defesa das Escrituras, o  mais recente lançamento é:

“Demolishing Supposed Bible Contradictions” (Derrubando Supostas Contradições da Bíblia)


Será que Deus muda Sua mente? Podem todos os pecados ser perdoados ou existem alguns que são imperdoáveis? Por que Raabe foi elogiada por ter mentido, quando a mentira é proibida nos Dez Mandamentos?
Ken Ham, fundador do Museu da Criação, e uma equipe de colaboradores respondem a estas perguntas e muito mais no novo livro, “Demolishing Supposed Bible Contradictions” (Derrubando Supostas Contradições da Bíblia), que visa defender a palavra de Deus contra os críticos da fé que afirmam que a Bíblia é contraditória.

“Quando pensamos que existem contradições presentes, nós olhamos com atenção e entendemos o que a Escritura nos está dizendo, à luz de outras passagens,” Roger Patterson, um colaborador do livro, disse ao The Christian Post. “Então, podemos resolver esses conflitos muito facilmente.”
As afirmações de supostas incoerências na Bíblia, apontadas principalmente por ateus, têm contribuído para um aumento no número de jovens que abandonam a fé. Ham e sua equipe esperam que seu livro de fácil leitura ajude os Cristãos a refutarem qualquer alegação de supostas contradições da Bíblia.
Muitas pessoas, observou Ham no livro, compram a afirmação de que a Bíblia é “cheia de contradições,” mas não se preocupam em ler a palavra para afirmar por elas mesmas. Ham, também é presidente e CEO do ministério de apologética cristã Answers in Genesis.
Ao longo do livro, muitas supostas contradições são rapidamente descartadas quando a lógica simples, o contexto, as questões de translação ou de vários outros aspectos são levados em conta.
Em um capítulo intitulado “Change of Heart” (Mude o Coração), afirma que a natureza imutável de um Deus santo e justo contradiz Seu coração que se compadece de julgamento de uma nação ou grupo que são refutadas. A Escritura notável de Jonas sugere a “mudança” de Deus quando Ele não trouxe sobre a nação de Nínive, o desastre que havia ameaçado, após o arrependimento da nação.
Isto é repreendido pela contribuição do autor Stacia McKeever, que observa que “em nenhum lugar das Escrituras indica que Deus não é emotivo, mas na verdade [Suas] ações e emoções são frequentemente descritas em termos de ações e emoções humanas.”
“O caráter de Deus não muda. Porém, Ele pode mudar a forma como escolhe responder a ação de um indivíduo ou nação.”
O que distingue este livro dos outros ministérios baseados na apologética e livros é a visão compartilhada dos escritores de uma interpretação literal do Livro do Gênesis.
“O ministério da Answers in Genesis tem o objetivo de colocar toda a Bíblia como uma autoridade e não apenas selecionar e escolher as peças certas,” disse Patterson. “Os acontecimentos do dilúvio realmente ocorreram e houve realmente um Jardim do Éden com Adão e Eva reais.”
Mais do que nunca, a sociedade está questionando a credibilidade da Sagrada Escritura e colocando a sua precisão no âmbito de aplicação. Mas Patterson acredita que suas raízes por trás das tentativas de desacreditar a Bíblia é um problema psicológico de “aceitar a verdade da palavra de Deus como superior à opinião do homem sobre as coisas.”
“Eu acho que finalmente isso é a autoridade que Deus tem sobre a vida e cada uma de Suas criaturas,” afirmou. “As pessoas querem se rebelar contra essa autoridade.”
“Eles não querem viver a vida segundo o plano de Deus… por isso tentam desacreditar a Bíblia em uma tentativa de tirar Deus de Seu trono e colocar eles mesmos no trono.”
Patterson, um membro da equipe de desenvolvimento do currículo de Answers in Genesis, está atualmente trabalhando no desenvolvimento de recursos curriculares baseados na Bíblia, incluindo cursos on-line. Ele frequentemente contribui para a revista Answers, artigos na web, livros e outros recursos apologéticos do ministério.
Ham anunciou recentemente o apoio da AIG para o Ark Encounter Project, projeto de um parque temático da Arca de Noé em tamanho real em Kentucky do Norte, previsto para estrear em 2014.
Fonte: Christian Post





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LINK 1 Demolishing Supposed Bible Contradictions by Ken Ham

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LINK 3: PARTE DE UM ESTUDOSEMELHANTE EM PORTUGUÊS

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Download Demolishing Supposed Bible... por khoirunisa633-326

sábado, 29 de julho de 2017

ATUALIZADO!!! COM LINKS DE PÁGINAS PARA ESTUDO E PERGUNTAS! ALÁ E JEOVÁ SÃO O MESMO DEUS? SAIBA PORQUE OS MUÇULMANOS CONSIDERAM A TRINDADE UMA BLASFÊMIA E MUITO MAIS


Quem é Allá no Islã?


Allah – o Ilustre!

Segundo o Alcorão, Allá é o criador todo-poderoso, senhor e juiz de suas criaturas, mas também aparece com legislador e negociador, a quem 1.4 bilhões de Muçulmanos oram cinco vezes ao dia.

No entanto, se você perguntar a um Muçulmano, “Você pode me dizer quem Allá realmente é?”, ele pode responder com um sorriso, “Allá é grande!” (Allahu akbar), que é uma síntese do credo Islâmico. Esta sentença incompleta significa que Allá não é apenas grande, mas que também não há ninguém que seja maior que ele. Além disso, ele não é apenas o maior que alguém, caso contrário ele teria de ser comparado a outro ser criado. Não, ele é completamente diferente, e Deus distante e intocável. Ele é maior, mais forte, mais belo, mais rico, mais sábio que tudo que conhecemos. Por fim, qualquer entendimento de Allá permanece imperfeito e fica aquém da realidade. O Eterno no Islã não pode ser compreendido e nem definido. Pelo contrário, ele nos idealiza e nos determina que sigamos. Allá não é um deus pessoal, seduz quem quer e desvia quem ele quer. (Suras al-Na’am 6:39; al-Ra’d 13:27; Ibrahim 14:4; al-Nahl 16:93; Fatir 35:8; al-Muddaththir 74:31). Ele está além da compreensão humana, de emoções e permanece justo em tudo o que faz.

Islamismo Popular

A maioria dos Muçulmanos estava descontente com o conceito abstrato de Deus propagado por seus teólogos. Eles procuraram saber quem Allá é o que ele faz. Além dos 500 atributos e títulos de Allá, que são nomeados no Alcorão, eles escolheram 99 dos mais belos. Na seguinte lista tentaremos dar uma visão geral dos nomes de Allá, que aparecem mais de dez vezes no Alcorão.

Nomes e Atributos de Allá
"Nome de Allá"
Freqüência no Alcorão

Allah
Allah
2673

al-Rahman
O Misericordioso
170

al-Rahim
O Compassivo
228

al-Alim
O Conhecedor (Onisciente?)
158

al-Hakim
O Sábio
95

al-Ghafur
O Perdoador
91

al-’Aziz
O nobre Todo-Poderoso
88

al-Sami’a
O Ouvinte (de todas as coisas)
46

al-Khabir
O hábil
45

al-Qadir
O Todo-Poderoso
45

al-Basir
O Vidente
44

al-Waliy
O Governador
31

al-Shahid
O Testemunha
21

al-Waliyy
O Fiel Curador
21

al-Wahid
O Único e Exclusivo
21

al-Ghaniyy
O Rico
18

al-Hamid
O Louvável
17

al-Wakil
O Agente
13

al-Mu’id
O Restaurador de tudo
12

al-Halim
O amável Clemente
12

al-Qawiyy
O Forte
11


Os vinte nomes e títulos na lista acima representam 84 por cento dos nomes e atributos de Allá que aparecem no Alcorão e forma a base do entendimento de Allá pelos Muçulmanos. Quando um Muçulmano, recitando sua corrente de oração, tocam as 33 pedras correspondentes aos 33 nomes de Allá três vezes, ele espera compensar um de seus pecados registrados no livro de Allá.

Al-Ghazali, um dos mais famosos teólogos Muçulmanos explicou e comparou estes 99 nomes e atributos de Allá um com o outro. Ele reconheceu que diversos dos conceitos-chave se sobrepõe ou contradizem um ao outro e chegou à conclusão de que “Allá é tudo e nada! Não podemos compreendê-lo com nosso entendimento, podemos apenas adorá-lo!”.

Um resumo dos nomes de Allá pode ser encontrado na Sura al-Haschr 59:22-24: Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, conhecedor do cognoscível e do incognoscível. Ele é o Clemente, o Misericordiosíssimo. Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, Soberano, Augusto, Pacífico, Salvador, Zeloso, Poderoso, Compulsor, Supremo! Glorificado seja Deus, de tudo quanto (Lhe) associam! Ele é Deus, Criador, Onifeitor, Formador. Seus são os mais sublimes atributos. Tudo quanto existe nos céus e na terra glorifica-O, porque é o Poderoso, o Prudentíssimo.

Unidade de Allá

Mohamed seguiu com seus argumentos sobre Allá e testemunhou primeiro aos Judeus e Cristãos durante anos em que o Islã ainda era minoria em Meca:

"... Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos." (Sura al-‘Ankabut 29:46)

Versos similares com ênfases na tolerância são freqüentemente encontrados no Alcorão. Esses versos são citados hoje por Muçulmanos que vivem como minorias entre Cristãos, para justificarem a si próprios.

Infelizmente, Mohamed revelou o contrário a isso em Medina dez anos depois e, então, anulou (ab-rogou) todos os versos do Alcorão do período Mecano, os quais recomendam atitude tolerante.

“Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.” (Sura al-Tauba 9:29)

Quando Mohamed e seus seguidores controlaram a maioria em Meca, ele não deu mais espaço para a tolerância. A partir daí o Islã tem sido considerado a única religião válida aos olhos de Allá (Suras Al ‘Imran 3:19; al-Baqara 2:193; al-Saff 61:9 e outras).

A fé em Allá, o único e exclusivo deus, permanece um dos cruciais artigos da fé Islâmica e é definido como a confissão central dos Muçulmanos: “Não há Deus além de Allá!” Qualquer um que crê em outros deuses além de Allá e os adoram comete o pecado imperdoável de blasfêmia, do ponto de vista Islâmico.
Aquele Allá não está de acordo com o Alcorão
Allá – Nada de Trindade

Qualquer um que leve os Muçulmanos a sério logo reconhecerá que o Alcorão veementemente nega a existência da Santa Trindade. Um dentre várias razões é que uma seita Cristã que floresceu na região nos tempos de Mohamed ensinava que a Trindade consiste do Pai, o Filho e Maria, i.e. Allá, Maria e Jesus (Sura al-Ma’ida 5:116)! Porém, esta heresia é rejeitada por todas as igrejas. Não obstante, muitos Muçulmanos continuam achando que os Cristãos sugerem que Allá dormiu com Maria e a fez dar a luz a Jesus através disso. Esta acusação é uma blasfêmia, baseada num equívoco, e levou à rejeição da doutrina do Deus Triuno dentro da comunidade Islâmica. Além do mais, esta atitude é apoiada pela advertência pública:

“Não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho.” (Sura al-Nisa’ 4:171b).

Quem quer que creia na Santa Trindade está fortemente condenado pelo Alcorão:

“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” (Sura al-Ma’ida 5:73)

Se eles seguirem estritamente suas próprias premissas, os Semitas (Judeus e Muçulmanos) não podem assumir que Deus é mais que uma pessoa. E também não podem confessar o Cristianismo como uma fé monoteísta, mesmo que os idealistas Europeus continuem abraçando a ilusão de “três religiões monoteístas”.
Allá – Nada de Pai

Pelas mesmas razões a maioria dos Muçulmanos considera blasfêmia quando alguém chama Deus Pai ou o Pai de Jesus Cristo. Ao fazer isso, quer de propósito ou não, eles próprios se tornam inacessíveis à revelação central de Jesus Cristo, o qual nos ensinou a orar: “Pai nosso que estás no céu, santificado seja Teu (Pai) nome!” Nos registros dos quatro evangelhos, Jesus fala do Pai 200 vezes, e apenas 99 vezes de Deus. Cristo nos revelou o Deus pessoal, o qual, em amor, nos adotou legalmente para sempre como seus próprios filhos, e, assim, se tornou “Pai nosso”.

Este novo entendimento de Deus, como enfatizado no Novo Testamento, é a resposta teológica de Jesus ao rígido conceito Islâmico de Allá. Os Cristãos têm algo que os Muçulmanos não têm. Eles têm um relacionamento pessoal com Deus. Através do ‘telefone vermelho’ eles se conectam ao Todo-Poderoso que se tornou o Pai deles por causa da expiação de Cristo. O Pai deles os conhece, cuida deles e os ama, não importa onde estejam. Os Muçulmanos não têm contato direto com Allá. E o Alcorão também não dá o direito a eles de se chamarem filhos de Deus. Eles são forçados a permanecer para sempre adoradores escravos do Senhor do universo.

A rejeição à afirmação dos Cristãos de serem filho de Deus é tanto subversiva como categórica, quando Mohamed diz no Alcorão:

“Os judeus e os cristãos dizem: Somos os filhos de Deus e os Seus prediletos. Dize-lhes: Por que, então, Ele vos castiga por vossos pecados? Qual! Sois tão-somente seres humanos como os outros! Ele perdoa a quem Lhe apraz e castiga quem quer. Só a Deus pertence o reino dos céus e da terra e tudo quanto há entre ambos, e para Ele será o retorno.”(Sura al-Ma’ida 5:18)

Essa refutação à afirmação da divina adoção de seres humanos claramente demonstra que os Judeus em Medina também explicaram a Mohamed que o SENHOR os escolheu corporativamente e judicialmente para serem sua descendência (Deuteronômio 32:6; Isaías 63:16; Jeremias 3:4, 19; 31:9; etc). “Tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antiguidade é o teu nome.” (Isaías 63:16b) Este privilégio coletivo no Antigo Testamento foi prometido pessoalmente a cada discípulo individualmente nascido de novo através de Jesus Cristo (Romanos 6:14-16).



Allá – Nada de Filho



UMA PERGUNTA BASTANTE PERTINENTE:

O Alcorão exige que todos os Muçulmanos creiam em ‘Isa, filho de Maria e mensageiro de Allá, bem como em todos os outros profetas. Isso significa que todos os Muçulmanos crêem em Cristo. A questão apenas é: Como Cristo é apresentado no Alcorão?

O Alcorão por várias vezes faz alusões ao fato de que Cristo nasceu da virgem Maria, sem que qualquer homem a houvesse tocado. Seu filho foi criado através da palavra de Deus e de seu espírito nela. Se diz que ela atendeu a Djibril (Gabriel):

“Disse-lhe: Como poderei ter um filho, se nenhum homem me tocou e jamais deixei de ser casta?” (Suras Mariam 19:20; Al ‘Imran 3:47)

Mohamed descreve a concepção de Cristo de seu próprio jeito: “aquela que conservou a sua castidade (Maria) e a quem alentamos com o Nosso Espírito, fazendo dela e de seu filho sinais para a humanidade” (Suras al-Anbiya’ 21:92; al-Tahrim 66:12)

Com base nisso, os Muçulmanos acreditam que Cristo nasceu da virgem Maria. Porém, se recusam veementemente a crer que o filho de Maria também era filho de Deus, já que ele apenas foi criado nela por Allá, não concebido por Allá. Por esse dogma Islâmico, o Alcorão especificamente contradiz o Credo Niceno, o qual todas as igrejas confessam que Jesus Cristo é: “Deus de Deus, luz de luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não criado, uma natureza com o Pai”.

Os seguidores de Mohamed negam a divindade de Cristo de todas as formas, mas eles crêem em seus singulares milagres de cura, na ressurreição de pelo menos três mortos e no desenvolvimento da lei de Moisés através do filho de Maria (Sura Al ‘Imram 3:49b-50). Eles leram sobre a alimentação de seus discípulos no deserto por uma mesa que desceu do céu (Sura al-Ma’ida 5:112-115).

Além disso, os Muçulmanos crêem em sua ascensão corpórea e sua presença atual com Allá. Ainda, eles estritamente e especificamente negam o fato histórico da crucificação. Por causa dessa negação 1.4 bilhões de Muçulmanos se apartam da completa salvação, os quais deliberadamente, ou até inconscientemente, rejeitam o perdão de seus pecados através do sacrifício expiatório de Cristo. Eles esperam estabelecer sua própria justificação sem a cruz de Cristo. 


Allá – Nada de Espírito Santo

O Islã não apenas nega a divindade de Cristo como também nega a do Espírito Santo. É apenas nas Suras de Medina e nas tradições antigas que o “Espírito de Allah” é chamado de Djibril (Gabriel). O Espírito de Allá é mencionado 29 vezes no Alcorão, mas sempre no sentido de um ser criado, similar aos anjos ou demônios. Ele está sempre sujeito à autoridade de Allá (Sura Bani Isra’il 17:85). Ele não é divino no sentido do Novo Testamento. Allá é um! Assim não pode haver um espírito independente de Allá além de próprio.

Por essa razão não há percepção da real natureza do Pai e do Filho no Islã, porque é o Espírito Santo que revela isso ao coração do homem (Romanos 8:15-16; I Coríntios 12:3). Conseqüentemente, não há frutos do Espírito (Gálatas 5:22-25) no Islã, mas apenas obras da carne (Gálatas 5:19-21). Piedade natural e devoção religiosa têm pouco ou nada a ver com os efeitos do Espírito de Cristo habitando dentro da pessoa. Adicionalmente, nenhum Muçulmano tem definido a esperança de vida eterna (Colossenses 1:27b). Embora todos os homens esperem ser recriados após a morte no Dia do Julgamento, não há renovação espiritual nesta vida ou na próxima. Todas essas perguntas serão respondidas com “talvez” ou “se Allá quiser”.

Logo se tornará evidente para qualquer estudante da teologia Islâmica que Allá não é nunca poderá ser Pai, Filho e Espírito Santo. Allá não é uma trindade santa. Ele é um espírito completamente diferente do Deus da Bíblia. Quem quer que diga que o Pai de Jesus Cristo e Allá são a mesma pessoa, está sendo tanto superficial e ingênuo ou ignora o conteúdo real do Alcorão e das tradições de Mohamed. Todo Muçulmano devoto rejeitará veementemente a essência do Evangelho, “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
Em que sentido o amor de Deus se difere da misericórdia de Allá?

O nome de Deus que aparece mais freqüentemente no Alcorão além do título básico de ‘Allá’ é ‘O Compassivo, o Misericordioso’ (“ah-Rahman al-Rahim”). Toda Sura, exceto uma, começa com este nome. A esperança secreta dos Muçulmanos repousa sobre este nome de Allá. Esta expressão Semita significa-lhes que o Todo-Poderoso tem misericórdia sobre um Muçulmano angustiado ou sobre seu clã. Ele se curva para eles, ouve quando o chamam (al-Dua’a) e “talvez” os ajuda. Ainda, ele sempre permanece grande, distante, o Allá inalcançável, que todos temem e adoram com profundo respeito.

A Bíblia, porém, nos ensina:

“Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” (I João 4:16) Este amor de Deus (Ágape) se mostrou quando veio em forma de homem em Cristo Jesus, quando viveu conosco, tomou para si nossa culpa e morreu em nosso lugar. Em sua elevada santidade, Ele não permaneceu distante, mas ele deixou sua glória, se tornou um de nós e se permitiu ser crucificado para nossa justificação. O amor não ajuda ocasionalmente apenas, mas se auto-sacrifica completamente, até mesmo por quem não merece.

Talvez uma ilustração prática pode ajudar a marcar a diferença entre o entendimento Islâmico da misericórdia de Allá e o significado Cristão do amor de Deus: Se um homem dissesse para sua noiva, “Eu tenho misericórdia e vou me casar com você”, qual seria a reação dela? Ela correria dele! Mas, se ele dissesse, “Eu te amo, e por isso quero me casar com você”, então eles se casariam. Allá permanece à melhor distância possível como o deus inalcançável, enquanto o Deus do Cristianismo desce ao nosso nível, se sacrifica por nós, se torna um conosco e nos muda através de seu amor.

Todas essas considerações trazem uma questão básica: Se Allá não pode ser um Pai, um Filho ou um Espírito Santo e não ser amor, quem mais pode ser? Há outro Deus além da Trindade?

A verdadeira face de Allá no Islã

Precisamos nos libertar do idealismo Iluminista e do engano do humanismo e, espiritualmente, superar a fantasia oca de que as três religiões Abraâmicas crêem no mesmo Deus.

Allá – Um Espírito Anti-Bíblico?

De cinqüenta a sessenta por cento do Alcorão foi tirado diretamente do Antigo Testamento e de literaturas interpretativas do AT, as quais Mohamed não podia ler, porque não haviam sido ainda traduzidas para o Árabe naquele tempo. Mas, nós encontramos tradições na Mishna e o Talmud e em outros escritos Judaicos em forma Árabe e Islâmica. Cerca de cinco a sete por cento são emprestados do Novo Testamento, o qual também não estava disponível em Árabe. É por isso que diversos textos apócrifos aparecem no Alcorão, tendo sido modificados em sua forma e conteúdo para se adaptar ao contexto Islâmico.

A tradução dessas tradições orais para o Árabe coloquial da tribo dos Curaixitas foi um empreendimento magistral de Mohamed. Infelizmente, em suas traduções ele cometeu diversos erros. Porém, ele não queria que os bem-conhecedores Judeus e Cristãos corrigissem suas ditas revelações. Ao contrário, ele fez de suas mensagens inspiradas o padrão da verdade revelada.


Atenção para um detalhe importantíssimo: 

Tudo na Bíblia que não corrobore com a versão Árabe do Alcorão é considerado fraude. E ainda, o texto original das Escrituras é considerado inspirado verbalmente.

A maioria dos Muçulmanos está convencida de que alguns Judeus deliberadamente falsificaram certos textos da Tora para enganar Mohamed e que os Cristãos removeram o nome de Mohamed dos registros do Novo Testamento. Por esta simples lógica, a verdade Bíblia se equivoca pela falta perspectiva do Alcorão e por causa da mentira Islâmica que é apresentada ao mundo como verdade.

Essas desconfianças prontamente se apresentam aos Muçulmanos, como em seu Alcorão, o qual pode ser recitado por até sete leituras autorizadas diferentes, e pode ser interpretado de acordo com diversas versões igualmente autorizadas. Edições antigas do Alcorão ainda têm três caracteres de vogais diferentes acima de muitas consoantes, porque todas as sete formas de leitura são possíveis e reconhecidas pelos Muftis.

Além disso, 240 versos do Alcorão foram anulados por revelações mais novas do Alcorão. Os versos novos e velhos estão, no entanto, em igual importância, mesmo embora o anterior tenha sido invalidado. Aqueles que não estão suficientemente informados podem se equivocar facilmente, já que estes versos contraditórios podem provar pontos opostos de visão.
Os Muçulmanos estão autorizados a mentir?

Não há um espírito da verdade no Islã como há no Novo Testamento. Embora Allá seja chamado de “O Verdadeiro e Justo” (al-Haqq) mais de uma vez no Alcorão lemos que ele é “o mais Esperto de todos” (khair al-maakireen, Suras Al ‘Imran 3:54; al-Anfal 8:30) e que ele se torna um enganador para qualquer um que o engane (Sura al-Nisa’ 4:142)! Se o objeto de adoração de uma religião contém esperteza e engano, até que ponto seus discípulos seguirão os feitos de seu mestre? E ainda, o Alcorão registra que Allá mandou Mohamed e seus fiéis seguidores a cancelar seus votos precipitados (qad farada allah lakum tahillat aimanikum; Sura al- Tahrim 66:2). Isso significa que nem mesmo um juramento é garantia de verdade.

Várias tradições a respeito de afirmações de Mohamed dizem que um Muçulmano tem o direito de mentir em quatro ocasiões! Além disso, inverdades e distorções de fatos são permitidos na chamada Guerra Santa, na reconciliação de dois Muçulmanos, entre um marido e suas esposas e entre uma esposa e seu marido (Thirmidhi, birr 26; Musnad Ahmad b. Hanbal 6:459, 461). Tais princípios éticos enfraquecem a segurança na verdade e a confiança nas palavras de irmãos. As traduções disponíveis do Alcorão e as tradições constantemente disfarçam versos e afirmações como essas, mas as citações mencionadas acima em nosso livro têm tentado traduzir o sentido exato do Árabe, o mais preciso possível.

Os Cristãos que desejam discutir assuntos de fé com os Muçulmanos devem estar cuidadosamente preparados de antemão, afim de que não sejam confrontados com opiniões que não têm nada a ver com o que os Muçulmanos realmente crêem. Mohamed repetidamente enfatizou o fato de que a “Guerra é enganação”, a Sharia considera todos os estados não-Islâmicos como território inimigo e apóia as táticas de mentira, trapaça e de acalmar o adversário levando-o a uma falsa sensação de segurança.

Em casos extremos, um Muçulmano vivendo em países onde o Islã é minoria pode se dizer Cristão, Hindu ou até para obter vantagens ou proteção, embora permaneça fiel à fé em seu coração. Porém, se ele realmente abandonar suas convicções, a ira de Allá e um castigo gigantesco cairão sobre ele (Sura al-Nahl 16:106). Neste contexto, é importante notar que nem todos os Muçulmanos são mentirosos ou trapaceiros. Há entre eles pessoas de caráter que são tanto confiáveis quanto honestas. O problema, porém, é que a mentira é a fonte de sua religião, o que torna mais fácil para eles, caso precisem, se desviar da honestidade.


Allá – um Espírito Anticristão?

O fato é que o Islã categoricamente rejeita a divindade de Cristo e a negação repetida, no Alcorão, de que Ele é o Senhor e o Filho de Deus, levarão o leitor cuidadoso dos documentos do Novo Testamento à conclusão de que Allá é um espírito anticristão. As palavras do apóstolo que claramente testemunhava o amor de Deus nos dá um critério bem claro de como se discernir os espíritos:

Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.

Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus manda-mentos; e os seus mandamentos não são pesados. (I João 2:22-23 e 4:1-3)

Devemos meditar cuidadosamente nestes textos e deixar o apóstolo do amor de Deus nos instruir na verdade, até mesmo sobre o Islã. É impossível que o Pai de Jesus Cristo enviasse seu anjo Gabriel a Mohamed em Meca para ditar dezessete vezes que Deus não pode ter um filho, se ele mesmo enviou o mesmíssimo anjo a Maria em Nazaré seiscentos anos antes, para informá-la de que o filho que elas estava prestes a conceber através do Espírito Santo seria chamado de “Filho do Soberano” e “Filho de Deus” (Isaías 9:6; Lucas 1:32, 35).

As revelações que Mohamed recebeu não podem vir do mesmo Deus,

porque “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo por meio dele próprio” (II Coríntios 5:19). Como então Mohamed poderia afirmar que o anjo Gabriel o ensinou que Jesus nunca foi crucificado? (Sura al-Nisa’ 4:157).

A visão espiritual das coisas tem levado a opinião Cristã a experimentar que a maioria dos Muçulmanos tem sido subjugada por uma sujeição corporativa, e estão mais ou menos cientes do fato de que foram imunizados e endurecidos contra Jesus e o Evangelho.

Se um Muçulmano deseja trocar o Islã por Cristo, sua libertação não ocorre apenas com um ensino Bíblico fiel e com argumentos que refutem o Islã. Pelo contrário, cada pessoa em particular precisa ser liberta pela palavra de Cristo, “Se o Filho o libertar, você verdadeiramente será livre.” (João 8:36; Romanos 6:16,18,22) Muitos convertidos nunca são capazes de se libertar a si próprios completamente das amarras de seu subconsciente porque eles não seguem a regra básica dada por Jesus Cristo, “se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24,25)


O Espírito de Allá se opõe ao Espírito Santo

O Islã é uma força espiritual que constantemente se opõe ao Espírito Santo. Desde começo ele oprimiu, perseguiu e evitou a igreja de Cristo. Os Europeus mal conseguem imaginar até que ponto os Cristãos ortodoxos foram desprezados, aviltados e perseguidos por pelo menos as últimas cinqüenta e três gerações. Eles foram e ainda são tratados como cidadãos de segunda classe pelos estados de maioria Islâmica. Apenas dez por cento dos membros das antigas igrejas Cristãs resistiram a essa pressão permanente e recusaram-se converter ao Islã! Eles preferiram a pobreza e vergonha a perder a salvação oferecida pelo Filho de Deus crucificado.

Qualquer um que deseje conhecer as condições impostas aos Cristãos nos países Islâmicos que têm como objetivo proteger o estado deveriam ler a carta a seguir.

Foi imposta às igrejas de Damasco e seus arredores, mas assinaram como se fossem deles mesmo:

Em nome de Allah, o Misericordioso, o Clemente:

Nós Cristãos de Damasco (e seus arredores) dirigimos a presente carta aos servos de Allah, Omar bem Khattab, Príncipe dos crentes.

Quando vocês entraram a este país, os pedimos que nos garantissem que poupariam nossas vidas e a vida de nossos descendentes, nossas possessões, e as posses de nossos irmão de fé. Nós, em retorno, assumimos as seguintes obrigações:

Prometemos, no futuro, construir mais nenhuma igreja, nenhum monastério, nenhuma célula monástica, nem cemitérios em nossas cidades. Nós não devemos restaurar as edificações mencionadas acima quando elas se deteriorarem ou que estejam situadas em áreas residenciais de Muçulmanos.

Abriremos nossas portas para os viajantes e os que passam. Serão bem-vindos todos os Muçulmanos como nossos visitantes e os ofereceremos hospitalidade por três dias. Não ofereceremos proteção a nenhum espião, seja em nossas casas ou em nossas igrejas. Não manteremos nenhum segredo que possa de alguma forma agir em detrimento contra os Muçulmanos.

Não daremos a nossos filhos nenhuma instrução contrária ao Alcorão. Não podemos realizar publicamente nossos cultos religiosos e nem recomendá-los em nossos sermões. Não podemos impedir que nenhum de nossos parentes se converta ao Islã, se eles quiserem.

Devemos mostrar respeito aos Muçulmanos e nos levantar quando eles forem se sentar. Não imitaremos seus modos de vestir, nem seus chapéus e turbantes, nem seus calçados e nem o corte de cabelo. Não adotaremos seu modo de falar (isto é, seus idiomas particulares) e não usaremos suas designações de paternidade e filiação. Não gravaremos letras Árabes em nossos selos. Não usaremos bebidas alcoólicas. Raparemos nossas madeixas. Usaremos a mesma roupa e o mesmo cinto onde quer que estejamos.

Não exibiremos nossas cruzes ou livros nas ruas ou em mercado freqüentados por Muçulmanos. Tocaremos quietamente os sinos de nossas igrejas. Não levantaremos nossas vozes na presença dos Muçulmanos. Não organizaremos procissões públicas no Domingo de Ramos ou Páscoa. Não choraremos alto em nossos funerais. Não oraremos ostentosamente nas ruas ou mercados freqüentados por Muçulmanos. Não enterraremos nossos mortos ao lado dos mortos Muçulmanos.

Não empregaremos escravos que tenham pertencido a Muçulmanos. Nossas casas não menosprezarão as casas dos Muçulmanos.

Essas são as condições que nós e nossos irmãos têm consentido. Em retorno receberemos a garantia de proteção. Se violarmos qualquer uma dessas obrigações, sendo mentirosos contra nós próprios, perderemos nosso direito de proteção e nos exporemos às penalidades que estão reservadas para os rebeldes e revolucionários.

De acordo com o especialista em Lei Islâmica, Mawardi, uma garantia de proteção será declarada nula e cancelada quando aqueles que têm a legítima proteção não observarem um dos seguintes pontos:

Eles estão proibidos de criticar o livro de Allá (o Corão) ou de dizer que ele foi distorcido.

Eles estão proibidos de acusar o apóstolo de Allá de mentira ou ridicularizá-lo.

Eles estão proibidos de criticar a religião Islâmica ou atacá-la.

Eles estão proibidos de acusar uma mulher Muçulmana de adultério ou de se aproximar dela com intenção de casamento.

Eles estão proibidos de confundir um Muçulmano a respeito de sua religião ou no tocante de suas possessões.

Eles estão proibidos de ajudar adversários armados dos países Islâmicos ou de pedir ajuda a seus impérios.

Desde 1973 estamos testemunhando um evidente renascimento do Islã, porque 20% do lucro da produção de petróleo nos estados Islâmicos são oferecidos para propósitos religiosos. Assim, o ímpeto do Islã pelo mundo tem crescido. A proibição de missões é aplicada com mais rigor. Convertidos do Islã algumas vezes são ameaçados de morte. Igrejas nativas experimentam o constrangimento e quase nunca podem construir um prédio. A reforma Islâmica exige a introdução da Sharia em todos os estados Islâmicos ao invés das leis atuais que se originam nos tempos dos poderes coloniais. Os limites da liberdade e da igualdade dos Cristãos locais são muitos. Embora as missões entre Muçulmanos em países Islâmicos sejam proibidas da parte das autoridades locais, a missão dos Muçulmanos do mundo todo está em pleno vapor. Mesquitas são surgem aos montes em todos os países Cristãos.

Na Indonésia, sínodos fortes se desenvolveram entre os animistas Batak, Dayak e outras tribos durante a era colonial Holandesa. Nas últimas décadas, mais de 700 templos foram destruídos ou queimados para se reduzir a visível dominância dos Cristãos nos distritos Islâmicos e nas cidades. No norte da Nigéria, também nas últimas décadas, os Muçulmanos instigaram disputas civis contra as minorias Cristãs vez após vez, porque os Cristãos se consideravam cidadãos de um país religiosamente neutro e se recusaram a se sujeitar à lei da Sharia. No Egito, um grupo de turistas Suíços foi atacado em Luxor enquanto visitavam um templo; as mulheres foram estupradas publicamente, os homens foram mortos e todos foram amaldiçoados porque os terroristas Islâmicos se ofendem com a presença de turistas estrangeiros com suas roupas reveladoras.
Mais sobriedade Bíblica

A maioria dos Cristãos no Ocidente ainda não perceberam que estão no meio da terceira ofensiva da chamada Guerra Santa. Sempre que uma mesquita é construída na África, Ásia, Europa e América, uma célula dessa religião totalitarista é estabelecida, de modo que os regulamentos da Sharia é que valem por lá, não as leis da terra local. O propósito imutável do Islã deve permanecer sendo o estado teocrático, como propagado por Khomeini e seus sucessores (Suras al-Baquara 2:193; al-Anfal 8:39; al-Saff 61:9-11).

Quem quer que diga que Allá do Islã é o Deus de Abraão e Pai de Jesus Cristo está iludido e ainda não percebeu a dimensão apocalíptica do ataque Islâmico. Nunca antes tantos Muçulmanos viveram em países Cristãos. Devido aos nascimentos excessivos, o número de Muçulmanos dobra a cada 27 anos, ou ainda mais rápido; já os Cristãos do mundo todo precisam de 54 anos para dobrar seu número.

Os Cristãos precisam entender o Islã do ponto de vista do Evangelho e evangelizar os Muçulmanos em nome de Jesus. Caso contrário a Europa, tal como certa vez com o Oriente Médio, pode ter de encarar um terrível despertar.

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Uma lista parcial de problemas e contradições no Alcorão

Esta é uma lista parcial de problemas encontrados no Alcorão, as quais, segundo nosso conhecimento, permanecem sem resposta. Seus pensamentos, comentários ou explicações para qualquer um dos pontos abaixo são bem-vindos.

1. Criação: O relato bíblico do Gênesis diz que Deus criou tudo em seis dias (veja Gênesis 1:1 – 2:2). O Alcorão, porém, tem um problema de verdade aqui já que a Surah 41:9, 10, 12 tem um total de oito dias de criação (4+2+2=8). Enquanto isso, a Surah 10:3 dá um total de seis dias de criação. Isso é um problema de auto-contradição.
2. Faraó: Segundo o Alcorão (Surah 7:120-125), o Faraó usou a crucificação contra os sacerdotes – uma prática que não tem nenhuma evidência histórica precedente ao Império Babilônico. Mais uma vez, este é um problema de compreensão histórica.
3. O Bezerro de Ouro: Segundo o Alcorão (Surah 20:90-100), um Samaritano ajudou os Israelitas a construir o bezerro de ouro, e o bezerro de ouro teria mugido após sair do fogo. Na realidade, os Samaritanos não existiam como povo até pelo menos 1000 anos após os tempos de Moisés e do êxodo Israelita do Egito. Novamente um problema de compreensão histórica.
4. Judaísmo: Segundo o Alcorão (Surah 9:30), os Judeus crêem que Ezra é o Filho de Deus – Messias. Isso jamais foi uma doutrina do Judaísmo. Isso é um claro problema de conhecimento distorcido de outras religiões e mal conhecimento de um fato histórico.
5. Alexandre, o Grande: Segundo o Alcorão (Surah 18:89-98), Alexandre, o Grande, foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada. Os registros históricos, porém, mostram que Alexandre morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.), e acreditava ser divino, forçando as outras pessoas a reconhecerem-no como deus. Na Índia, no rio Hyphasis (agora rio Beas), Alexandre erigiu doze altares dos deuses do Olímpo. Mais uma vez o Alcorão mostra erros históricos e religiosos.
6. A Trindade: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho. Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas na Arábia Central nos tempos de Muhammad. Em contraste, o Cristianismo sempre teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo. O ensino do Alcorão sobre a Trindade indubitavelmente causa uma confusão entre os Muçulmanos sobre o que a Bíblia ensina sobre o Deus Triuno.
7. Maria: Segundo o Alcorão (Surah 19:28; 3:33-36), Maria, a mãe de Jesus, era filha de Imran ou Amram, o pai de Moisés e Aarão. Também diz que Maira era irmã de Moisés e Aarão. Muhammad confundiu Maria com Miriã.
Um segundo ponto interessante sobre Maria é a história da palmeira falando e oferecendo seus frutos a ela (Surah 19:23). Essa lenda é facilmente rastreada junto a lendas similares nos apócrifos “Proto-Evangelho de Tiago”, “Pseudo-Mateus” e “o Evangelho da Natividade de Maria”, todos escritos nos séculos IV e VI, e foram cridos por sectários da Arábia. (Informações mais profundas sobre as fontes do Alcorão podem ser encontradas no The Religion of the Crescent do Rev. W. St. Clair Tisdall).
8. Variantes textuais do Alcorão: Muitos Muçulmanos dizem que o Alcorão de hoje é idêntico às revelações recebidas por Muhammad. Porém, há uma quantidade esmagadora de evidências sem respostas que dizem o contrário. Isso inclui as evidências de variações tanto antes quanto depois de Othman (o terceiro Califa, também chamado de Uthman, Osman, Osmã, etc).
Como vemos e respondemos a esses problemas não resolvidos de conhecimento lógico, histórico e religioso? Embora não sirvam como base para nossa crença de que o Alcorão não é a revelação de Deus (já que há assuntos de muito maior conseqüência entre a mensagem da Bíblia e a mensagem do Alcorão), eles nos mostram que há problemas legítimos na crença de que o Alcorão é a revelação de Deus aos homens, já que Deus é sabedor de tudo e infalível, portanto não daria informações errada. Como Cristãos, encontramos as respostas na Bíblia. Números 23 nos diz,
Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? (vs 19)
Deus, que é conhecedor de tudo e poderoso, não pode errar em sua revelação ao homem. Os problemas no Alcorão e as diferenças entre a Bíblia e o Alcorão são numerosas, deixando um dificuldade sem solução para o Islã que diz ser o cumprimento da Bíblia. 


* This article is a translation of "A Partial List of Problems and Contradictions in the Quran" - original

* Este artigo é uma tradução de "A Partial List of Problems and Contradictions in the Quran" 

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