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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O CRISTIANISMO ADIMITE CRÍTICA A SI MESMO E SÓ PREVALECE MEDIANTE MANIFESTAÇÕES PERCEPTÍVEIS EM TODA A SUA HISTÓRIA... MAS É O ISLAMISMO INOCENTE, É ELE A VERDADE COMO PROPUGNA OS SEUS SEGUIDORES ACIMA DE QUALQUER CRÍTICA?


Quem é Allá no Islã?


Allah – o Ilustre!

Segundo o Alcorão, Allá é o criador todo-poderoso, senhor e juiz de suas criaturas, mas também aparece com legislador e negociador, a quem 1.4 bilhões de Muçulmanos oram cinco vezes ao dia.

No entanto, se você perguntar a um Muçulmano, “Você pode me dizer quem Allá realmente é?”, ele pode responder com um sorriso, “Allá é grande!” (Allahu akbar), que é uma síntese do credo Islâmico. Esta sentença incompleta significa que Allá não é apenas grande, mas que também não há ninguém que seja maior que ele. Além disso, ele não é apenas o maior que alguém, caso contrário ele teria de ser comparado a outro ser criado. Não, ele é completamente diferente, e Deus distante e intocável. Ele é maior, mais forte, mais belo, mais rico, mais sábio que tudo que conhecemos. Por fim, qualquer entendimento de Allá permanece imperfeito e fica aquém da realidade. O Eterno no Islã não pode ser compreendido e nem definido. Pelo contrário, ele nos idealiza e nos determina que sigamos. Allá não é um deus pessoal, seduz quem quer e desvia quem ele quer. (Suras al-Na’am 6:39; al-Ra’d 13:27; Ibrahim 14:4; al-Nahl 16:93; Fatir 35:8; al-Muddaththir 74:31). Ele está além da compreensão humana, de emoções e permanece justo em tudo o que faz.

Islamismo Popular

A maioria dos Muçulmanos estava descontente com o conceito abstrato de Deus propagado por seus teólogos. Eles procuraram saber quem Allá é o que ele faz. Além dos 500 atributos e títulos de Allá, que são nomeados no Alcorão, eles escolheram 99 dos mais belos. Na seguinte lista tentaremos dar uma visão geral dos nomes de Allá, que aparecem mais de dez vezes no Alcorão.

Nomes e Atributos de Allá
"Nome de Allá"
Freqüência no Alcorão

Allah
Allah
2673

al-Rahman
O Misericordioso
170

al-Rahim
O Compassivo
228

al-Alim
O Conhecedor (Onisciente?)
158

al-Hakim
O Sábio
95

al-Ghafur
O Perdoador
91

al-’Aziz
O nobre Todo-Poderoso
88

al-Sami’a
O Ouvinte (de todas as coisas)
46

al-Khabir
O hábil
45

al-Qadir
O Todo-Poderoso
45

al-Basir
O Vidente
44

al-Waliy
O Governador
31

al-Shahid
O Testemunha
21

al-Waliyy
O Fiel Curador
21

al-Wahid
O Único e Exclusivo
21

al-Ghaniyy
O Rico
18

al-Hamid
O Louvável
17

al-Wakil
O Agente
13

al-Mu’id
O Restaurador de tudo
12

al-Halim
O amável Clemente
12

al-Qawiyy
O Forte
11


Os vinte nomes e títulos na lista acima representam 84 por cento dos nomes e atributos de Allá que aparecem no Alcorão e forma a base do entendimento de Allá pelos Muçulmanos. Quando um Muçulmano, recitando sua corrente de oração, tocam as 33 pedras correspondentes aos 33 nomes de Allá três vezes, ele espera compensar um de seus pecados registrados no livro de Allá.

Al-Ghazali, um dos mais famosos teólogos Muçulmanos explicou e comparou estes 99 nomes e atributos de Allá um com o outro. Ele reconheceu que diversos dos conceitos-chave se sobrepõe ou contradizem um ao outro e chegou à conclusão de que “Allá é tudo e nada! Não podemos compreendê-lo com nosso entendimento, podemos apenas adorá-lo!”.

Um resumo dos nomes de Allá pode ser encontrado na Sura al-Haschr 59:22-24: Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, conhecedor do cognoscível e do incognoscível. Ele é o Clemente, o Misericordiosíssimo. Ele é Deus; não há mais divindade além d’Ele, Soberano, Augusto, Pacífico, Salvador, Zeloso, Poderoso, Compulsor, Supremo! Glorificado seja Deus, de tudo quanto (Lhe) associam! Ele é Deus, Criador, Onifeitor, Formador. Seus são os mais sublimes atributos. Tudo quanto existe nos céus e na terra glorifica-O, porque é o Poderoso, o Prudentíssimo.

Unidade de Allá

Mohamed seguiu com seus argumentos sobre Allá e testemunhou primeiro aos Judeus e Cristãos durante anos em que o Islã ainda era minoria em Meca:

"... Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos." (Sura al-‘Ankabut 29:46)

Versos similares com ênfases na tolerância são freqüentemente encontrados no Alcorão. Esses versos são citados hoje por Muçulmanos que vivem como minorias entre Cristãos, para justificarem a si próprios.

Infelizmente, Mohamed revelou o contrário a isso em Medina dez anos depois e, então, anulou (ab-rogou) todos os versos do Alcorão do período Mecano, os quais recomendam atitude tolerante.

“Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.” (Sura al-Tauba 9:29)

Quando Mohamed e seus seguidores controlaram a maioria em Meca, ele não deu mais espaço para a tolerância. A partir daí o Islã tem sido considerado a única religião válida aos olhos de Allá (Suras Al ‘Imran 3:19; al-Baqara 2:193; al-Saff 61:9 e outras).

A fé em Allá, o único e exclusivo deus, permanece um dos cruciais artigos da fé Islâmica e é definido como a confissão central dos Muçulmanos: “Não há Deus além de Allá!” Qualquer um que crê em outros deuses além de Allá e os adoram comete o pecado imperdoável de blasfêmia, do ponto de vista Islâmico.
Aquele Allá não está de acordo com o Alcorão
Allá – Nada de Trindade

Qualquer um que leve os Muçulmanos a sério logo reconhecerá que o Alcorão veementemente nega a existência da Santa Trindade. Um dentre várias razões é que uma seita Cristã que floresceu na região nos tempos de Mohamed ensinava que a Trindade consiste do Pai, o Filho e Maria, i.e. Allá, Maria e Jesus (Sura al-Ma’ida 5:116)! Porém, esta heresia é rejeitada por todas as igrejas. Não obstante, muitos Muçulmanos continuam achando que os Cristãos sugerem que Allá dormiu com Maria e a fez dar a luz a Jesus através disso. Esta acusação é uma blasfêmia, baseada num equívoco, e levou à rejeição da doutrina do Deus Triuno dentro da comunidade Islâmica. Além do mais, esta atitude é apoiada pela advertência pública:

“Não digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho.” (Sura al-Nisa’ 4:171b).

Quem quer que creia na Santa Trindade está fortemente condenado pelo Alcorão:

“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” (Sura al-Ma’ida 5:73)

Se eles seguirem estritamente suas próprias premissas, os Semitas (Judeus e Muçulmanos) não podem assumir que Deus é mais que uma pessoa. E também não podem confessar o Cristianismo como uma fé monoteísta, mesmo que os idealistas Europeus continuem abraçando a ilusão de “três religiões monoteístas”.
Allá – Nada de Pai

Pelas mesmas razões a maioria dos Muçulmanos considera blasfêmia quando alguém chama Deus Pai ou o Pai de Jesus Cristo. Ao fazer isso, quer de propósito ou não, eles próprios se tornam inacessíveis à revelação central de Jesus Cristo, o qual nos ensinou a orar: “Pai nosso que estás no céu, santificado seja Teu (Pai) nome!” Nos registros dos quatro evangelhos, Jesus fala do Pai 200 vezes, e apenas 99 vezes de Deus. Cristo nos revelou o Deus pessoal, o qual, em amor, nos adotou legalmente para sempre como seus próprios filhos, e, assim, se tornou “Pai nosso”.

Este novo entendimento de Deus, como enfatizado no Novo Testamento, é a resposta teológica de Jesus ao rígido conceito Islâmico de Allá. Os Cristãos têm algo que os Muçulmanos não têm. Eles têm um relacionamento pessoal com Deus. Através do ‘telefone vermelho’ eles se conectam ao Todo-Poderoso que se tornou o Pai deles por causa da expiação de Cristo. O Pai deles os conhece, cuida deles e os ama, não importa onde estejam. Os Muçulmanos não têm contato direto com Allá. E o Alcorão também não dá o direito a eles de se chamarem filhos de Deus. Eles são forçados a permanecer para sempre adoradores escravos do Senhor do universo.

A rejeição à afirmação dos Cristãos de serem filho de Deus é tanto subversiva como categórica, quando Mohamed diz no Alcorão:

“Os judeus e os cristãos dizem: Somos os filhos de Deus e os Seus prediletos. Dize-lhes: Por que, então, Ele vos castiga por vossos pecados? Qual! Sois tão-somente seres humanos como os outros! Ele perdoa a quem Lhe apraz e castiga quem quer. Só a Deus pertence o reino dos céus e da terra e tudo quanto há entre ambos, e para Ele será o retorno.”(Sura al-Ma’ida 5:18)

Essa refutação à afirmação da divina adoção de seres humanos claramente demonstra que os Judeus em Medina também explicaram a Mohamed que o SENHOR os escolheu corporativamente e judicialmente para serem sua descendência (Deuteronômio 32:6; Isaías 63:16; Jeremias 3:4, 19; 31:9; etc). “Tu, ó SENHOR, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antiguidade é o teu nome.” (Isaías 63:16b) Este privilégio coletivo no Antigo Testamento foi prometido pessoalmente a cada discípulo individualmente nascido de novo através de Jesus Cristo (Romanos 6:14-16).

Allá – Nada de Filho


UMA PERGUNTA BASTANTE PERTINENTE:

O Alcorão exige que todos os Muçulmanos creiam em ‘Isa, filho de Maria e mensageiro de Allá, bem como em todos os outros profetas. Isso significa que todos os Muçulmanos crêem em Cristo. A questão apenas é: Como Cristo é apresentado no Alcorão?

O Alcorão por várias vezes faz alusões ao fato de que Cristo nasceu da virgem Maria, sem que qualquer homem a houvesse tocado. Seu filho foi criado através da palavra de Deus e de seu espírito nela. Se diz que ela atendeu a Djibril (Gabriel):

“Disse-lhe: Como poderei ter um filho, se nenhum homem me tocou e jamais deixei de ser casta?” (Suras Mariam 19:20; Al ‘Imran 3:47)

Mohamed descreve a concepção de Cristo de seu próprio jeito: “aquela que conservou a sua castidade (Maria) e a quem alentamos com o Nosso Espírito, fazendo dela e de seu filho sinais para a humanidade” (Suras al-Anbiya’ 21:92; al-Tahrim 66:12)

Com base nisso, os Muçulmanos acreditam que Cristo nasceu da virgem Maria. Porém, se recusam veementemente a crer que o filho de Maria também era filho de Deus, já que ele apenas foi criado nela por Allá, não concebido por Allá. Por esse dogma Islâmico, o Alcorão especificamente contradiz o Credo Niceno, o qual todas as igrejas confessam que Jesus Cristo é: “Deus de Deus, luz de luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não criado, uma natureza com o Pai”.

Os seguidores de Mohamed negam a divindade de Cristo de todas as formas, mas eles crêem em seus singulares milagres de cura, na ressurreição de pelo menos três mortos e no desenvolvimento da lei de Moisés através do filho de Maria (Sura Al ‘Imram 3:49b-50). Eles leram sobre a alimentação de seus discípulos no deserto por uma mesa que desceu do céu (Sura al-Ma’ida 5:112-115).

Além disso, os Muçulmanos crêem em sua ascensão corpórea e sua presença atual com Allá. Ainda, eles estritamente e especificamente negam o fato histórico da crucificação. Por causa dessa negação 1.4 bilhões de Muçulmanos se apartam da completa salvação, os quais deliberadamente, ou até inconscientemente, rejeitam o perdão de seus pecados através do sacrifício expiatório de Cristo. Eles esperam estabelecer sua própria justificação sem a cruz de Cristo. 


Allá – Nada de Espírito Santo

O Islã não apenas nega a divindade de Cristo como também nega a do Espírito Santo. É apenas nas Suras de Medina e nas tradições antigas que o “Espírito de Allah” é chamado de Djibril (Gabriel). O Espírito de Allá é mencionado 29 vezes no Alcorão, mas sempre no sentido de um ser criado, similar aos anjos ou demônios. Ele está sempre sujeito à autoridade de Allá (Sura Bani Isra’il 17:85). Ele não é divino no sentido do Novo Testamento. Allá é um! Assim não pode haver um espírito independente de Allá além de próprio.

Por essa razão não há percepção da real natureza do Pai e do Filho no Islã, porque é o Espírito Santo que revela isso ao coração do homem (Romanos 8:15-16; I Coríntios 12:3). Conseqüentemente, não há frutos do Espírito (Gálatas 5:22-25) no Islã, mas apenas obras da carne (Gálatas 5:19-21). Piedade natural e devoção religiosa têm pouco ou nada a ver com os efeitos do Espírito de Cristo habitando dentro da pessoa. Adicionalmente, nenhum Muçulmano tem definido a esperança de vida eterna (Colossenses 1:27b). Embora todos os homens esperem ser recriados após a morte no Dia do Julgamento, não há renovação espiritual nesta vida ou na próxima. Todas essas perguntas serão respondidas com “talvez” ou “se Allá quiser”.

Logo se tornará evidente para qualquer estudante da teologia Islâmica que Allá não é nunca poderá ser Pai, Filho e Espírito Santo. Allá não é uma trindade santa. Ele é um espírito completamente diferente do Deus da Bíblia. Quem quer que diga que o Pai de Jesus Cristo e Allá são a mesma pessoa, está sendo tanto superficial e ingênuo ou ignora o conteúdo real do Alcorão e das tradições de Mohamed. Todo Muçulmano devoto rejeitará veementemente a essência do Evangelho, “Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
Em que sentido o amor de Deus se difere da misericórdia de Allá?

O nome de Deus que aparece mais freqüentemente no Alcorão além do título básico de ‘Allá’ é ‘O Compassivo, o Misericordioso’ (“ah-Rahman al-Rahim”). Toda Sura, exceto uma, começa com este nome. A esperança secreta dos Muçulmanos repousa sobre este nome de Allá. Esta expressão Semita significa-lhes que o Todo-Poderoso tem misericórdia sobre um Muçulmano angustiado ou sobre seu clã. Ele se curva para eles, ouve quando o chamam (al-Dua’a) e “talvez” os ajuda. Ainda, ele sempre permanece grande, distante, o Allá inalcançável, que todos temem e adoram com profundo respeito.

A Bíblia, porém, nos ensina:

“Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” (I João 4:16) Este amor de Deus (Ágape) se mostrou quando veio em forma de homem em Cristo Jesus, quando viveu conosco, tomou para si nossa culpa e morreu em nosso lugar. Em sua elevada santidade, Ele não permaneceu distante, mas ele deixou sua glória, se tornou um de nós e se permitiu ser crucificado para nossa justificação. O amor não ajuda ocasionalmente apenas, mas se auto-sacrifica completamente, até mesmo por quem não merece.

Talvez uma ilustração prática pode ajudar a marcar a diferença entre o entendimento Islâmico da misericórdia de Allá e o significado Cristão do amor de Deus: Se um homem dissesse para sua noiva, “Eu tenho misericórdia e vou me casar com você”, qual seria a reação dela? Ela correria dele! Mas, se ele dissesse, “Eu te amo, e por isso quero me casar com você”, então eles se casariam. Allá permanece à melhor distância possível como o deus inalcançável, enquanto o Deus do Cristianismo desce ao nosso nível, se sacrifica por nós, se torna um conosco e nos muda através de seu amor.

Todas essas considerações trazem uma questão básica: Se Allá não pode ser um Pai, um Filho ou um Espírito Santo e não ser amor, quem mais pode ser? Há outro Deus além da Trindade?

A verdadeira face de Allá no Islã

Precisamos nos libertar do idealismo Iluminista e do engano do humanismo e, espiritualmente, superar a fantasia oca de que as três religiões Abraâmicas crêem no mesmo Deus.

Allá – Um Espírito Anti-Bíblico?

De cinqüenta a sessenta por cento do Alcorão foi tirado diretamente do Antigo Testamento e de literaturas interpretativas do AT, as quais Mohamed não podia ler, porque não haviam sido ainda traduzidas para o Árabe naquele tempo. Mas, nós encontramos tradições na Mishna e o Talmud e em outros escritos Judaicos em forma Árabe e Islâmica. Cerca de cinco a sete por cento são emprestados do Novo Testamento, o qual também não estava disponível em Árabe. É por isso que diversos textos apócrifos aparecem no Alcorão, tendo sido modificados em sua forma e conteúdo para se adaptar ao contexto Islâmico.

A tradução dessas tradições orais para o Árabe coloquial da tribo dos Curaixitas foi um empreendimento magistral de Mohamed. Infelizmente, em suas traduções ele cometeu diversos erros. Porém, ele não queria que os bem-conhecedores Judeus e Cristãos corrigissem suas ditas revelações. Ao contrário, ele fez de suas mensagens inspiradas o padrão da verdade revelada.


Atenção para um detalhe importantíssimo: 

Tudo na Bíblia que não corrobore com a versão Árabe do Alcorão é considerado fraude. E ainda, o texto original das Escrituras é considerado inspirado verbalmente.

A maioria dos Muçulmanos está convencida de que alguns Judeus deliberadamente falsificaram certos textos da Tora para enganar Mohamed e que os Cristãos removeram o nome de Mohamed dos registros do Novo Testamento. Por esta simples lógica, a verdade Bíblia se equivoca pela falta perspectiva do Alcorão e por causa da mentira Islâmica que é apresentada ao mundo como verdade.

Essas desconfianças prontamente se apresentam aos Muçulmanos, como em seu Alcorão, o qual pode ser recitado por até sete leituras autorizadas diferentes, e pode ser interpretado de acordo com diversas versões igualmente autorizadas. Edições antigas do Alcorão ainda têm três caracteres de vogais diferentes acima de muitas consoantes, porque todas as sete formas de leitura são possíveis e reconhecidas pelos Muftis.

Além disso, 240 versos do Alcorão foram anulados por revelações mais novas do Alcorão. Os versos novos e velhos estão, no entanto, em igual importância, mesmo embora o anterior tenha sido invalidado. Aqueles que não estão suficientemente informados podem se equivocar facilmente, já que estes versos contraditórios podem provar pontos opostos de visão.
Os Muçulmanos estão autorizados a mentir?

Não há um espírito da verdade no Islã como há no Novo Testamento. Embora Allá seja chamado de “O Verdadeiro e Justo” (al-Haqq) mais de uma vez no Alcorão lemos que ele é “o mais Esperto de todos” (khair al-maakireen, Suras Al ‘Imran 3:54; al-Anfal 8:30) e que ele se torna um enganador para qualquer um que o engane (Sura al-Nisa’ 4:142)! Se o objeto de adoração de uma religião contém esperteza e engano, até que ponto seus discípulos seguirão os feitos de seu mestre? E ainda, o Alcorão registra que Allá mandou Mohamed e seus fiéis seguidores a cancelar seus votos precipitados (qad farada allah lakum tahillat aimanikum; Sura al- Tahrim 66:2). Isso significa que nem mesmo um juramento é garantia de verdade.

Várias tradições a respeito de afirmações de Mohamed dizem que um Muçulmano tem o direito de mentir em quatro ocasiões! Além disso, inverdades e distorções de fatos são permitidos na chamada Guerra Santa, na reconciliação de dois Muçulmanos, entre um marido e suas esposas e entre uma esposa e seu marido (Thirmidhi, birr 26; Musnad Ahmad b. Hanbal 6:459, 461). Tais princípios éticos enfraquecem a segurança na verdade e a confiança nas palavras de irmãos. As traduções disponíveis do Alcorão e as tradições constantemente disfarçam versos e afirmações como essas, mas as citações mencionadas acima em nosso livro têm tentado traduzir o sentido exato do Árabe, o mais preciso possível.

Os Cristãos que desejam discutir assuntos de fé com os Muçulmanos devem estar cuidadosamente preparados de antemão, afim de que não sejam confrontados com opiniões que não têm nada a ver com o que os Muçulmanos realmente crêem. Mohamed repetidamente enfatizou o fato de que a “Guerra é enganação”, a Sharia considera todos os estados não-Islâmicos como território inimigo e apóia as táticas de mentira, trapaça e de acalmar o adversário levando-o a uma falsa sensação de segurança.

Em casos extremos, um Muçulmano vivendo em países onde o Islã é minoria pode se dizer Cristão, Hindu ou até para obter vantagens ou proteção, embora permaneça fiel à fé em seu coração. Porém, se ele realmente abandonar suas convicções, a ira de Allá e um castigo gigantesco cairão sobre ele (Sura al-Nahl 16:106). Neste contexto, é importante notar que nem todos os Muçulmanos são mentirosos ou trapaceiros. Há entre eles pessoas de caráter que são tanto confiáveis quanto honestas. O problema, porém, é que a mentira é a fonte de sua religião, o que torna mais fácil para eles, caso precisem, se desviar da honestidade.


Allá – um Espírito Anticristão?

O fato é que o Islã categoricamente rejeita a divindade de Cristo e a negação repetida, no Alcorão, de que Ele é o Senhor e o Filho de Deus, levarão o leitor cuidadoso dos documentos do Novo Testamento à conclusão de que Allá é um espírito anticristão. As palavras do apóstolo que claramente testemunhava o amor de Deus nos dá um critério bem claro de como se discernir os espíritos:

Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.

Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus manda-mentos; e os seus mandamentos não são pesados. (I João 2:22-23 e 4:1-3)

Devemos meditar cuidadosamente nestes textos e deixar o apóstolo do amor de Deus nos instruir na verdade, até mesmo sobre o Islã. É impossível que o Pai de Jesus Cristo enviasse seu anjo Gabriel a Mohamed em Meca para ditar dezessete vezes que Deus não pode ter um filho, se ele mesmo enviou o mesmíssimo anjo a Maria em Nazaré seiscentos anos antes, para informá-la de que o filho que elas estava prestes a conceber através do Espírito Santo seria chamado de “Filho do Soberano” e “Filho de Deus” (Isaías 9:6; Lucas 1:32, 35).

As revelações que Mohamed recebeu não podem vir do mesmo Deus,

porque “Deus estava em Cristo reconciliando o mundo por meio dele próprio” (II Coríntios 5:19). Como então Mohamed poderia afirmar que o anjo Gabriel o ensinou que Jesus nunca foi crucificado? (Sura al-Nisa’ 4:157).

A visão espiritual das coisas tem levado a opinião Cristã a experimentar que a maioria dos Muçulmanos tem sido subjugada por uma sujeição corporativa, e estão mais ou menos cientes do fato de que foram imunizados e endurecidos contra Jesus e o Evangelho.

Se um Muçulmano deseja trocar o Islã por Cristo, sua libertação não ocorre apenas com um ensino Bíblico fiel e com argumentos que refutem o Islã. Pelo contrário, cada pessoa em particular precisa ser liberta pela palavra de Cristo, “Se o Filho o libertar, você verdadeiramente será livre.” (João 8:36; Romanos 6:16,18,22) Muitos convertidos nunca são capazes de se libertar a si próprios completamente das amarras de seu subconsciente porque eles não seguem a regra básica dada por Jesus Cristo, “se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24,25)


O Espírito de Allá se opõe ao Espírito Santo

O Islã é uma força espiritual que constantemente se opõe ao Espírito Santo. Desde começo ele oprimiu, perseguiu e evitou a igreja de Cristo. Os Europeus mal conseguem imaginar até que ponto os Cristãos ortodoxos foram desprezados, aviltados e perseguidos por pelo menos as últimas cinqüenta e três gerações. Eles foram e ainda são tratados como cidadãos de segunda classe pelos estados de maioria Islâmica. Apenas dez por cento dos membros das antigas igrejas Cristãs resistiram a essa pressão permanente e recusaram-se converter ao Islã! Eles preferiram a pobreza e vergonha a perder a salvação oferecida pelo Filho de Deus crucificado.

Qualquer um que deseje conhecer as condições impostas aos Cristãos nos países Islâmicos que têm como objetivo proteger o estado deveriam ler a carta a seguir.

Foi imposta às igrejas de Damasco e seus arredores, mas assinaram como se fossem deles mesmo:

Em nome de Allah, o Misericordioso, o Clemente:

Nós Cristãos de Damasco (e seus arredores) dirigimos a presente carta aos servos de Allah, Omar bem Khattab, Príncipe dos crentes.

Quando vocês entraram a este país, os pedimos que nos garantissem que poupariam nossas vidas e a vida de nossos descendentes, nossas possessões, e as posses de nossos irmão de fé. Nós, em retorno, assumimos as seguintes obrigações:

Prometemos, no futuro, construir mais nenhuma igreja, nenhum monastério, nenhuma célula monástica, nem eremitérios em nossas cidades. Nós não devemos restaurar as edificações mencionadas acima quando elas se deteriorarem ou que estejam situadas em áreas residenciais de Muçulmanos.

Abriremos nossas portas para os viajantes e os que passam. Serão bem-vindos todos os Muçulmanos como nossos visitantes e os ofereceremos hospitalidade por três dias. Não ofereceremos proteção a nenhum espião, seja em nossas casas ou em nossas igrejas. Não manteremos nenhum segredo que possa de alguma forma agir em detrimento contra os Muçulmanos.

Não daremos a nossos filhos nenhuma instrução contrária ao Alcorão. Não podemos realizar publicamente nossos cultos religiosos e nem recomendá-los em nossos sermões. Não podemos impedir que nenhum de nossos parentes se converta ao Islã, se eles quiserem.

Devemos mostrar respeito aos Muçulmanos e nos levantar quando eles forem se sentar. Não imitaremos seus modos de vestir, nem seus chapéus e turbantes, nem seus calçados e nem o corte de cabelo. Não adotaremos seu modo de falar (isto é, seus idiomas particulares) e não usaremos suas designações de paternidade e filiação. Não gravaremos letras Árabes em nossos selos. Não usaremos bebidas alcoólicas. Raparemos nossas madeixas. Usaremos a mesma roupa e o mesmo cinto onde quer que estejamos.

Não exibiremos nossas cruzes ou livros nas ruas ou em mercado freqüentados por Muçulmanos. Tocaremos quietamente os sinos de nossas igrejas. Não levantaremos nossas vozes na presença dos Muçulmanos. Não organizaremos procissões públicas no Domingo de Ramos ou Páscoa. Não choraremos alto em nossos funerais. Não oraremos ostentosamente nas ruas ou mercados freqüentados por Muçulmanos. Não enterraremos nossos mortos ao lado dos mortos Muçulmanos.

Não empregaremos escravos que tenham pertencido a Muçulmanos. Nossas casas não menosprezarão as casas dos Muçulmanos.

Essas são as condições que nós e nossos irmãos têm consentido. Em retorno receberemos a garantia de proteção. Se violarmos qualquer uma dessas obrigações, sendo mentirosos contra nós próprios, perderemos nosso direito de proteção e nos exporemos às penalidades que estão reservadas para os rebeldes e revolucionários.

De acordo com o especialista em Lei Islâmica, Mawardi, uma garantia de proteção será declarada nula e cancelada quando aqueles que têm a legítima proteção não observarem um dos seguintes pontos:

Eles estão proibidos de criticar o livro de Allá (o Corão) ou de dizer que ele foi distorcido.

Eles estão proibidos de acusar o apóstolo de Allá de mentira ou ridicularizá-lo.

Eles estão proibidos de criticar a religião Islâmica ou atacá-la.

Eles estão proibidos de acusar uma mulher Muçulmana de adultério ou de se aproximar dela com intenção de casamento.

Eles estão proibidos de confundir um Muçulmano a respeito de sua religião ou no tocante de suas possessões.

Eles estão proibidos de ajudar adversários armados dos países Islâmicos ou de pedir ajuda a seus impérios.

Desde 1973 estamos testemunhando um evidente renascimento do Islã, porque 20% do lucro da produção de petróleo nos estados Islâmicos são oferecidos para propósitos religiosos. Assim, o ímpeto do Islã pelo mundo tem crescido. A proibição de missões é aplicada com mais rigor. Convertidos do Islã algumas vezes são ameaçados de morte. Igrejas nativas experimentam o constrangimento e quase nunca podem construir um prédio. A reforma Islâmica exige a introdução da Sharia em todos os estados Islâmicos ao invés das leis atuais que se originam nos tempos dos poderes coloniais. Os limites da liberdade e da igualdade dos Cristãos locais são muitos. Embora as missões entre Muçulmanos em países Islâmicos sejam proibidas da parte das autoridades locais, a missão dos Muçulmanos do mundo todo está em pleno vapor. Mesquitas são surgem aos montes em todos os países Cristãos.

Na Indonésia, sínodos fortes se desenvolveram entre os animistas Batak, Dayak e outras tribos durante a era colonial Holandesa. Nas últimas décadas, mais de 700 templos foram destruídos ou queimados para se reduzir a visível dominância dos Cristãos nos distritos Islâmicos e nas cidades. No norte da Nigéria, também nas últimas décadas, os Muçulmanos instigaram disputas civis contra as minorias Cristãs vez após vez, porque os Cristãos se consideravam cidadãos de um país religiosamente neutro e se recusaram a se sujeitar à lei da Sharia. No Egito, um grupo de turistas Suíços foi atacado em Luxor enquanto visitavam um templo; as mulheres foram estupradas publicamente, os homens foram mortos e todos foram amaldiçoados porque os terroristas Islâmicos se ofendem com a presença de turistas estrangeiros com suas roupas reveladoras.
Mais sobriedade Bíblica

A maioria dos Cristãos no Ocidente ainda não perceberam que estão no meio da terceira ofensiva da chamada Guerra Santa. Sempre que uma mesquita é construída na África, Ásia, Europa e América, uma célula dessa religião totalitarista é estabelecida, de modo que os regulamentos da Sharia é que valem por lá, não as leis da terra local. O propósito imutável do Islã deve permanecer sendo o estado teocrático, como propagado por Khomeini e seus sucessores (Suras al-Baquara 2:193; al-Anfal 8:39; al-Saff 61:9-11).

Quem quer que diga que Allá do Islã é o Deus de Abraão e Pai de Jesus Cristo está iludido e ainda não percebeu a dimensão apocalíptica do ataque Islâmico. Nunca antes tantos Muçulmanos viveram em países Cristãos. Devido aos nascimentos excessivos, o número de Muçulmanos dobra a cada 27 anos, ou ainda mais rápido; já os Cristãos do mundo todo precisam de 54 anos para dobrar seu número.

Os Cristãos precisam entender o Islã do ponto de vista do Evangelho e evangelizar os Muçulmanos em nome de Jesus. Caso contrário a Europa, tal como certa vez com o Oriente Médio, pode ter de encarar um terrível despertar.

Envie suas dúvidas para os endereços a seguir (apenas em Inglês). Se falar Português apenas, use o formulário no fim do artigo.

GRACE AND TRUTH
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GERMANY

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Uma lista parcial de problemas e contradições no Alcorão

Esta é uma lista parcial de problemas encontrados no Alcorão, as quais, segundo nosso conhecimento, permanecem sem resposta. Seus pensamentos, comentários ou explicações para qualquer um dos pontos abaixo são bem-vindos.

1. Criação: O relato bíblico do Gênesis diz que Deus criou tudo em seis dias (veja Gênesis 1:1 – 2:2). O Alcorão, porém, tem um problema de verdade aqui já que a Surah 41:9, 10, 12 tem um total de oito dias de criação (4+2+2=8). Enquanto isso, a Surah 10:3 dá um total de seis dias de criação. Isso é um problema de auto-contradição.

2. Faraó: Segundo o Alcorão (Surah 7:120-125), o Faraó usou a crucificação contra os sacerdotes – uma prática que não tem nenhuma evidência histórica precedente ao Império Babilônico. Mais uma vez, este é um problema de compreensão histórica.

3. O Bezerro de Ouro: Segundo o Alcorão (Surah 20:90-100), um Samaritano ajudou os Israelitas a construir o bezerro de ouro, e o bezerro de ouro teria mugido após sair do fogo. Na realidade, os Samaritanos não existiam como povo até pelo menos 1000 anos após os tempos de Moisés e do êxodo Israelita do Egito. Novamente um problema de compreensão histórica.

4. Judaísmo: Segundo o Alcorão (Surah 9:30), os Judeus crêem que Ezra é o Filho de Deus – Messias. Isso jamais foi uma doutrina do Judaísmo. Isso é um claro problema de conhecimento distorcido de outras religiões e mal conhecimento de um fato histórico.

5. Alexandre, o Grande: Segundo o Alcorão (Surah 18:89-98), Alexandre, o Grande, foi um devoto Muçulmano e viveu até idade avançada. Os registros históricos, porém, mostram que Alexandre morreu jovem aos 33 anos de idade (353 – 323 a.C.), e acreditava ser divino, forçando as outras pessoas a reconhecerem-no como deus. Na Índia, no rio Hyphasis (agora rio Beas), Alexandre erigiu doze altares dos deuses do Olímpo. Mais uma vez o Alcorão mostra erros históricos e religiosos.

6. A Trindade: Segundo o alcorão (Surah 5:116, 5:73-75), os Cristãos crêem em “três deuses” – Pai, Mãe e Filho. Isso mostra a influência de seitas Cristãs heréticas na Arábia Central nos tempos de Muhammad. Em contraste, o Cristianismo sempre teve bem claro que a Trindade consiste do Pai, Filho e Espírito Santo. O ensino do Alcorão sobre a Trindade indubitavelmente causa uma confusão entre os Muçulmanos sobre o que a Bíblia ensina sobre o Deus Triuno.

7. Maria: Segundo o Alcorão (Surah 19:28; 3:33-36), Maria, a mãe de Jesus, era filha de Imran ou Amram, o pai de Moisés e Aarão. Também diz que Maira era irmã de Moisés e Aarão. Muhammad confundiu Maria com Miriã.
Um segundo ponto interessante sobre Maria é a história da palmeira falando e oferecendo seus frutos a ela (Surah 19:23). Essa lenda é facilmente rastreada junto a lendas similares nos apócrifos “Proto-Evangelho de Tiago”, “Pseudo-Mateus” e “o Evangelho da Natividade de Maria”, todos escritos nos séculos IV e VI, e foram cridos por sectários da Arábia. (Informações mais profundas sobre as fontes do Alcorão podem ser encontradas no The Religion of the Crescent do Rev. W. St. Clair Tisdall).
8. Variantes textuais do Alcorão: Muitos Muçulmanos dizem que o Alcorão de hoje é idêntico às revelações recebidas por Muhammad. Porém, há uma quantidade esmagadora de evidências sem respostas que dizem o contrário. Isso inclui as evidências de variações tanto antes quanto depois de Othman (o terceiro Califa, também chamado de Uthman, Osman, Osmã, etc).
Como vemos e respondemos a esses problemas não resolvidos de conhecimento lógico, histórico e religioso? Embora não sirvam como base para nossa crença de que o Alcorão não é a revelação de Deus (já que há assuntos de muito maior conseqüência entre a mensagem da Bíblia e a mensagem do Alcorão), eles nos mostram que há problemas legítimos na crença de que o Alcorão é a revelação de Deus aos homens, já que Deus é sabedor de tudo e infalível, portanto não daria informações errada.

Como Cristãos, encontramos as respostas na Bíblia. Números 23 nos diz,
Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá? (vs 19)
Deus, que é conhecedor de tudo e poderoso, não pode errar em sua revelação ao homem. Os problemas no Alcorão e as diferenças entre a Bíblia e o Alcorão são numerosas, deixando um dificuldade sem solução para o Islã que diz ser o cumprimento da Bíblia. 


* This article is a translation of "A Partial List of Problems and Contradictions in the Quran" - original

* Este artigo é uma tradução de "A Partial List of Problems and Contradictions in the Quran" 

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sábado, 14 de janeiro de 2017

OS IRMÃOS CALVINISTAS DEVEM SER COMBATIDOS? NÃO! MAS AS FALÁCIAS CALVINISTAS E A EMPÁFIA DE ALGUNS SIM E DURAMENTE!

Um querido pastor, a quem devo boa parte da minha história, o fato de ter me tornado crente, pr Paulo César da Igreja Batista de Lagoinha, é de origem presbiteriana e portanto calvinista. Eu o conheço há mais de quarenta anos. Quando escrevo essa postagem, quarenta e um anos. Devo a minha conversão há pelo menos três tipos de crentes: um adventista que deve ter orado por mim e minha mãe, pregador itinerante que pregava por amor em praças públicas e um a um casal de crentes simples e de décadas de vida cristã, todos muito simples de posses e de educação formal.

Bem o querido pr. Paulo César disse em uma reunião recente que embora tenha se tornado batista, tenha nascido de novo ainda a Igreja Presbiteriana de sua cidade que teve uma experiência há época com a renovação espiritual ainda guarda uma simpatia pelo discurso calvinista da tal "soberania de Deus" não reconhecendo que isso é apenas uma aparente novidade jogada na cara dos demais crentes, uma armadilha como o nome de Jeová ou os Dez Mandamentos como marketing dos Adventistas. Algo muito normal em denominações que querem pescar no aquário dos outros, irrelevante na maioria das vezes e que esconde os verdadeiros e graves erros teológicos, que são preservados pelos seus defensores graças a uma grande e grave desonestidade intelectual. No fundo os grandes mantededores dessas doutrinas, já descobriram que há algo falho naquilo que defendem, mas o orgulho e a segurança, a carreira e favores teológicos não os deixam largar o osso!  

No dia em que minha mãe aceitou o convite para ir a Igreja Batista de Lagoinha, era o só o templo original, sem muros em todos os lados e rua de terra lateral e lote vago com mato em volta,o pastor Márcio de férias, em uma segunda feira lá estava o pr Paulo César, e por sua simpatia e simplicidade e clareza nas palavras minha mãe nunca mais deixou a igreja e depois eu também fui. Digo isso para esclarecer e dissipar toda visão sectarista e denominacional que alguém possa achar que eu tenha. Outro ponto é muito crente não sabe que o maior escritor em língua portuguesa, não é Camões ou Saramago, mas João Ferreira de Almeida, claro que a mídia secular nem apurará e divulgará isso! Um tradutor também é escritor, e os números de publicações da Bíblia em nome de João Ferreira de Almeida, deixam Paulo Coelho no chinelo, são imensos, crescentes, constantemente crescentes e portanto insuperáveis. João Ferreira de Almeida era um pastor calvinista!

A questão não é a qualidade espiritual de um calvinista que está em discussão nessa postagem! não de modo algum! ninguém é melhor cristão por estar em uma determinada igreja e denominação! somos espiritualmente melhores ou piores se tão somente andamos com Deus, mais próximos ou mais distantes, mais obedientes ou menos obedientes, se damos mais ou menos fruto espirituais, se fazemos determinadas coisas certas e importantes ou as deixamos de fazer. Se somos corajosos ou se nos acovardamos diante do momento de testemunharmos dEle, acerca dEle ou não! todas essas questões passam ao largo e bem distantes do traço denominacional! Outro ponto é que qualquer cristão com boa dose, ou nem tanto de sectarismo, de ligação emocional denominacional e teológica, perde as estribeiras quando em debate se vê sem saída para defender os seus pontos de paixão.

Você pode orar com um adventista mas se tocar no sábado acabou! você pode falar bem da Bíblia mas de disser a um paraprotestante Testemunha de Jeová que o nome de Deus não é Jeová, estará iniciando uma boa briga! se disser a um Metodista tradicional, a um Luterano acerca do batismo por aspersão, outra briga! logo os exemplos são vários e facilmente perceptíveis em todo o mundo cristão. Vale lembrar que a pouco mais de mil anos, um emissário do Papa romano excomungou o Patriarca da Igreja Ortodoxa por causa do credo de Niceia em que os católicos modificaram uma linha.

Bem, o que está em questão então?

Calvinistas, os mais desocupados e inconsequentes se ocupam em criticar todas as denominações, aproveitando a fartura de escândalos, na igreja contemporânea, para assim fazerem com que a sua mensagem e o seu "evangelho particular" prevaleçam! o que em si e por si só é enorme uma bobagem! seria razoável trinta e tantos milhões de crentes evacuarem as suas igrejas e denominações e procurarem uma igreja de confissão calvinista? Por ventura alguma igreja calvinista ou ainda as grandes neopentecostais, com grandes igrejas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, conteriam tal grande número de "convertidos"? a própria igreja católica romana conseguiria receber toda a população brasileira "convertida" à sua própria igreja? Obviamente que não! Logo "pregar o Evangelho", "pregar a verdade" não exatamente enfiar todos em sua própria igreja e denominação!


Outro ponto ainda importante é que se há uma teologia perfeita, isenta totalmente de erros, ela deve ser imposta a ferro e fogo, porque as pessoas necessitam dessa compreensão toal de alguma coisa ao invés de uma experiência com Deus? Aliás boa parte dos calvinistas mais entusiasmados combatem ativamente todas as experiências sobrenaturais na igreja aproveitando-se de algumas bizarrices, é verdade que si tem noticias; mas esse não é o caso. Uma falsa experiência não nega a possibilidade de experiências verdadeiras. Todas as pessoas dão conta da mais perfeita lisura e perfeição teológica? e mais: todas dão conta dessa compreensão que não é exatamente fácil e acessível a todas e principalmente à maioria das pessoas? Ainda outro ponto e o último: Enquanto o Calvinismo está correto em crer em Jesus Cristo e em sua obra salvadora está errado e é terrivelmente errático em explicitar essa salvação aos não crentes! Ou seja o Calvinismo é um erro grosseiro, cuja erraticidade já abordei em outras postagens e que é analisado profundamente, cansativamente, ponto a ponto em muito bons livros acerca do assunto! Em muito pontos é claramente desonesto e obsceno, no sentido de aceitar e proclamar coisas inaceitáveis como a perdição de alguém ( e de pessoas socialmente boas, pois há justos, a Bíblia mesmo indica e citamos; muitos! ) por ter sido predestinado à perdição!Logo se uma mãe, pai, esposa, esposo, filho, filha, seu médico, seu melhor amigo, não aceitou a sua mensagem "calvinista", ele se perde e tá explicado, não há o que lamentar!


Em todos os debates possíveis, e há muitos, em seminários teológicos, programas evangélicos nas Tvs cristãs e rádios, esses mais apaixonados são dispostos a falar, a fazer proselitismo, nunca a ouvir. Se fazem de surdos a toda e qualquer afirmação de outros. Quando por acaso se veem em apuros e se sente momentaneamente atordoados por haver se esgotado o seu estoque de afirmações prontas partem para o xingamento. Várias vezes vi, senti, isso, ouvi e li em fóruns pela internet, em blogs, etc. Isso em si já e um sintoma grave de erro! outro ponto é que muitos ( evidentemente não todos e nem a maioria dos calvinistas ) não demonstram o mínimo de generosidade e humanidade diante de fatos ou questões envolvendo "os não calvinistas". O último fato foi o falatório e até certa alegria na facada levada pelo apóstolo Valdomiro Santiago da Igreja Mundial do Reino de Deus. Algo inominável e em desacordo franco com o chamado"fruto do espírito" que todo cristão, independentemente da igreja que for, pertencer e que cores denominacionais e teológicas costume defender ou se alinhar.

Por essas e por outras, com alguma experiência em publicidade, resolvi ao invés de bater boca simplesmente, fazer com que eles e todas as demais pessoas de uma maneira mais direta, pudessem pararmos; pensarem na realidade. Nas suas afirmações, as quais não retomarei nesse post, erráticas, eles; as contradizem na sua prática no dia a dia? É essa a proposta! ao invés de brigar, provocar a mais sincera e inequívoca reflexão.

Uma coisa já consegui nas primeiras postagens no facebook: uma pessoa disse que estaria tranquila por não ter que dar conta a ninguém ( a Deus no caso segundo ela ) ao que pude delicadamente em tom de brincadeira lhe dizer: "-Você que acha! se não tem jantar de graça para nós humanos, você acha sinceramente que Deus existindo, daria uma vida a cada um de nós, e ficaria por isso mesmo? esqueça! pense bem viu?" (mais ou menos nessas palavras! )

Finalmente ficam furiosos se nos referimos( nós os "outros" os não calvinistas! ) ao calvinismo como "heresia". Entretanto, a maior deturpação calvinista, assim como curiosamente fazem outros pregadores sectários e proselitistas, escondem em uma primeira conversa: um  calvinista jamais prega com a ênfase dada pelos outros crentes a João 3:16. Para eles Deus "não amou o mundo" e não deu a Jesus para que todo aquele que nEle crer " pereça e tenha a vida eterna"! Se isso não for uma heresia e um terrível erro não sei o que será! mas há outros capciosos e igualmente terríveis! Mas isso está em outro posts meus e de outros crentes atentos.

A primeira campanha toca na questão do livre arbítrio. Para os calvinistas se houver o livre arbítrio cai por terra, como um castelo de cartas o seu ponto tão apaixonante ( para eles ) a errática predestinação! Que Deus nos abençoe a todos!


Por Helvécio S. Pereira






Mais alguns posters da minha campanha, use-os e abuse deles, pela verdade! ( melhor que bater boca e não ter os argumentos, ao menos e honestamente levados em conta, argumentos bíblicos! )























domingo, 8 de janeiro de 2017

UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA E DOIS DOCUMENTÁRIOS ELUCIDADORES! COMO O CRISTIANISMO SE ESTABELECEU, AVANÇOU E AINDA AVANÇA NO MUNDO HOJE! COMO REIS, POLÍTICOS E A POLÍTICA AJUDARAM A ESPALHAR A HISTÓRIA DE JESUS CRISTO! COMO FORÇAS INTERNAS E EXTERNAS QUASE ANIQUILARAM A SUA MEMÓRIA TANTAS VEZES! VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE VER E COMPREENDER ESSA REALIDADE!

Definitivamente, a maior, a melhor e mais sábia coisa, que um ser humano pode fazer após o ano primeiro dessa era ( primeiro d.C. de fato depois do ano 30 d.C. ) é crer em Cristo! ficar famoso, rico, ser um ser humano benéfico aos demais seres humanos e à humanidade, ser justo, sem pecados grosseiros e terríveis, formar família, acumular poder, criar grandes coisas nesse mundo, enfim todas essas coisas louváveis não superam e nem sequer iguala ao fato de ter a fé nEle!

Crer em Cristo, tomá-lo como Salvador e Senhor é uma atitude moldada ou oportunizada conforme a circunstancia em que esse ser humano nasce, cresce, se desenvolve e morre. No Brasil, primeiramente o catolicismo, trouxe a todos, um Evangelho memorial, ou seja: a história de Cristo, seu nascimento, vida, morte e ressurreição tudo isso materializado pela liturgia, a instituição visível da igreja, tudo isso questionável sob o olhar mais lúcido da Reforma protestante. Mas ninguém pode negar que esse não deixa de ser o Evangelho, ainda que o crente que tenha um certo trabalho para entendê-lo corretamente, aceitá-lo, guardá-lo em seu coração e morrer salvo. Muitos certamente não chegaram a tanto embora se confessassem católicos e talvez cristãos. Isso no passado e isso hoje. Praticantes ou não, há uma distância prática e real entre o que dizemos sermos nós mesmos e o que realmente acontece em nosso coração.

Com a Reforma, através dos Luteranos, Calvinistas, Wesleyanos, Anabatistas e todos os demais incluindo os paraprotestantes, certas verdades ficaram mais claras a um grupo mais visível e perceptível de pessoas. A soberania de Deus, a plena verdade da Palavra de Deus, de toda a Bíblia, agora nas mãos e o centro da pregação religiosos , pastores de diversas igrejas. Fica mais claro e perceptível quem é crente e quem não é. Pelo abandono de vícios, afastamento do mundo  e busca de uma santidade vivida dentro do próprio mundo secular e não mais fugindo dele em monastérios isolados em cantões do mundo.

Depois vieram os pentecostais e por último os neopentecostais. Ha ainda os carismáticos católicos romanos, paraprotestantes como adventistas da Promessa entre outros, e Reformados pentecostais, Calvinistas pentecostais, Presbiterianos arminianos ( essa lista está longe de ser completa ou atualizada, trata-se apenas de uma amostra da pluralidade dentro do cristianismo atual ).

Todos com os seus costumes, singularidades, defesas as vezes estapafúrdias, afirmações, revelações, defesas de si mesmos e acusações aos demais. Muitas vezes o crente se arvora dentro desse dinâmico evento como acusador e defensor de cisco nos olhos do seu irmão.

Na maior parte das vezes, e as vezes, ou quase sempre, trata-se de uma ocupação, uma distração ou ainda uma estratégia para manter a sua fé viva, pois a recomendação que essa fé seja guardada até o seu último dia de vida. Desde um sina da cruz, uma joia que identifique o crente como cristão, um cântico, ir a certo templo, uma certa liturgia, um determinado estilo ou ênfase na pregação ou testemunho, etc.

O fato, a verdade é que qualquer crente, de qualquer igreja, de qualquer confissão, ocupa espaço de um outro adepto de outra religião como o Islã por exemplo, ou outra não cristã. A história sobre Jesus permanece viva independente até da presumida espiritualidade e correção teológica bíblica professada ou expressa.

Mas isso não seria um desprezo pela verdade? Cada ser humano faz de Jesus Cristo, ou escolhe que Ele seja reconhecido na sua plenitude ou engado em sua própria vida. À cada geração pela permanência de uma memória sobre a Sua vida fica aberta a possibilidade dessa nova geração ser salva ou não. 

Calvinistas acreditam sinceramente na predestinação, simplificadamente quem não foi predestinado ouvirá a mensagem mas não crerá nela; os predestinados façam o que fizerem, no último minuto crerão e serão salvos, mas na prática quando anunciaram a Bíblia como verdade absoluta e infalível, falaram de Jesus nas igrejas e fora delas, oportunizaram que em caso de estarem errados, a salvação arminiana aconteceu para milhões e milhões de pessoas em todo o mundo, e o mesmo acontece hoje.

Nos lugares onde apenas a igreja católica romana existiu ou exista, ou a igreja ortodoxa, ou outra qualquer, a história de Jesus Cristo e a sua obra redentora estão lá para quem quiser possa entender e crer, e ser salvo. Não há desculpas! O Evangelho está sendo pregado em todo o mundo.

A maior nação cristã hoje não são os EUA. A maior igreja cristã não é a Igreja catĺica romana. A igreja cristã que mais resistiu ataques contra a fé cristã não foi a protestante, a que sobreviveu Definitivamente, a maior, a melhor e mais sábia coisa, que um ser humano pode fazer após o ano primeiro ( D.C. ) é crer em Cristo! ficar famoso, rico, ser um ser humano benéfico aos demais seres humanos e à humanidade, ser justo, sem pecados grosseiros e terríveis, formar família, acumular poder, criar grandes coisas nesse mundo, todas essas coisas louváveis.

Crer em Cristo, tomá-lo como Salvador e Senhor é uma atitude moldada ou oportunizada conforme a circunstancia em que esse ser humano nasce, cresce, se desenvolve e morre. No Brasil, primeiramente o catolicismo, trouxe a todos, um Evangelho memorial, ou seja: a história de Cristo, seu nascimento, vida, morte e ressurreição tudo isso materializado pela liturgia, a instituição visível da igreja, tudo isso questionável sob o olhar mais lúcido da Reforma protestante. Mas ninguém pode negar que esse não deixa de ser o Evangelho, ainda que o crente que tenha um certo trabalho para entendê-lo corretamente, aceitá-lo, guardá-lo em seu coração e morrer salvo. Muitos certamente não chegaram a tanto embora se confessassem católicos e talvez cristãos. Isso no passado e isso hoje. Praticantes ou não, há uma distância prática e real entre o que dizemos sermos nós mesmos e o que realmente acontece em nosso coração.

Com a Reforma, através dos Luteranos, Calvinistas, Wesleyanos, Anabatistas e todos os demais incluindo os paraprotestantes, certas verdades ficaram mais claras a um grupo mais visível e perceptível de pessoas. A soberania de Deus, a plena verdade da Palavra de Deus, de toda a Bíblia, agora nas mãos e o centro da pregação religiosos , pastores de diversas igrejas. Fica mais claro e perceptível quem é crente e quem não é. Pelo abandono de vícios, afastamento do mundo  e busca de uma santidade vivida dentro do próprio mundo secular e não mais fugindo dele em monastérios isolados em cantões do mundo. marxismo não foi a igreja ocidental.

Talvez pareça e seja de fato bom estar supostamente " na igreja" ou denominação mais biblicamente correta, a mais atualizada em relação às verdades bíblicas. É bom supor que sabemos mais e melhor, que Deus nos revela e nos mostra o melhor do melhor que possa ser mostrado e dado por Ele a cada um de nós. Assim como aparentemente a nosso ego é bom pertencermos à maioria ( muitos teimam em ser católicos romanos só por isso ) ou à uma minoria mais correta! É bom supostamente pertencermos  a uma"igreja" ou denominação com menos ou nenhum escândalo, do que defender e convidar pessoas para a supostamente ( com ou sem razão ) mais mal falada. Todas essas são razões humanas, vaidosas e espúrias. Afinal só há uma igreja, a í a nós e visível somente a Deus, dela devemos fazer parte, e ela, essa igreja é formada por pessoas nas mais diversas situações e igrejas ao longo da história, diante das perseguições, dando testemunhos ainda que mínimos, dependendo da qualidade da confissão em tempos de opressão, mortes e aniquilamento.

Devemos ser gratos por onde, e pela maneira pela qual fomos despertados em certa altura da vida para termos a nossa fé e fazermos dela como a principal conquista e realização de toda a nossa vida. Se alguém não tem a sua fé em Cristo, seja em qual igreja for como a primeira coisa, a mais importante, a única de valor eterno em sua pŕopria vida, essa pessoa está em uma situação que eu duvidaria da sua salvação.

Para qualquer cristão, em qualquer igreja ou denominação do mundo, com pouca ou muita compreensão: Jesus Cristo é sempre o Tudo, o Único, a morte é preferível à negação dEle. Não há definitivamente outra opção! É essa confissão que nos faz crentes e cristãos verdadeiros. Seja um católico, um ortodoxo, um protestante, um reformado, um calvinista, um pentecostal, um neopentecostal ou mesmo paraprotestante! Não é o que você entende sobre Jesus, ou a extensão e a qualidade dessa compreensão, mas sabendo sobre quem Ele foi, o que fez e quem Ele é, o que Ele é para cada um de nós?

Nós o amamos? temos sede de encontrarmos com Ele. Cremos que Ele fara exatamente o que disse em relação a nós? que estaremos com Ele onde Ele está? que nos ressuscitará no último dia? Guardamos essa esperança e fé de modo que no momento que fecharmos os olhos consciente ou inconscientemente ( por morte súbita ) estaremos seguros por sua fidelidade e promessa?

Se a resposta for "SIM" não importa o que você faça liturgicamente para preencher décadas de vida, ocupando o seu tempo, cantando ou dançando, deixando a barba e os cabelos crescerem, sendo "enturmado" com as pessoas de seu tempo, um tipo de crente moderninho, mas ainda com a fé intacta, apenas por simpatia às pessoas à sua volta. Disposto a confessar, testemunhar e o mais importante NUNCA negar a fé que te salva!

Muita coisa poderia ser escrita ou citada nessa postagem para levar você a entender que tantos milhões de cristãos em todo o mundo, escolheram, não em igrejas teologicamente perfeitas, a morrerem ( isso mesmo serem mortas! ) ao invés de negarem a sua fé em Jesus Cristo para eternidade... quase sempre a simples negação de sua fé, a traição aos seus irmãos, lhe garantiriam nesse mundo, no seu tempo, época e lugar a sobrevivência, e eles não fizeram isso!

Nós, no Brasil, com a liberdade religiosa, com as nossas grandes igrejas e denominações, ou em outras igrejas pequenas mas com história de séculos, não importa, não podemos ser como os fariseus, batermos em nossos peitos e dizermos a nós mesmos que a nossa vida cristã seja a melhor vida cristã possível, e que estamos fazendo muito em fazermos o que fazemos.

Nunca estaremos fazendo o suficiente! nem diante de Deus e nem comparativamente aos cristãos que viveram em circunstâncias tão adversas, que tinham tão pouco, como conhecimento de Deus, conhecimento bíblico ou de testemunho. Nunca sabemos o suficiente! Nunca fazemos o suficiente! Nunca somos o suficiente!

Então qual a utilidade dessa postagem? levantemos, despertemos, não sejamos fariseus, como muitos modernamente têm se tornado! É fácil e prazeroso dizer que o outro está errado, que faz algo errado ( teologicamente, estrategicamente, liturgicamente ) mas fazer melhor do que o  outro consegue fazer aí poucos tem essa percepção e se propõem a fazer. Melhor é esconder o talento do que se arriscar a perder ou sofrer decepções e revezes.

Que o Senhor avive  a Sua própria obra entre nós na terra, conforme oração do profeta Habacuque.

Por Helvécio S. Pereira



O melhor documentário entretanto, condizente com essa postagem e definitivamente elucidador ( o que eu desejaria que o leitor visse :


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29 Mai 2010
UM LIVRO OBRIGATÓRIO PARA CATÓLICOS E EVANGÉLICOS ACERCA DA ERRÔNEA CULTURA DO CULTO A MARIA. Recebi por indicação do irmão Jorge Fernandes Isha, um e-book gratuito, de leitura obrigatória para os evangélicos e para ...
16 Fev 2010
Judas era o mais culto, de origem e status social diverso dos demais, de outra cidade, e foi substituído não pelo apóstolo dentre os discípulos eleito pelos demais, por própria escolha de Jesus, após a morte de Estevão, Saulo, discípulo de Gamaliel, provavelmente o mais preparado ...Melquesedeque, Maria , José, e tantos outros. Deus se dá a conhecer plenamente a cada um que o ama. O ue Ele fará na história as vezes não noscompete saber, as vezes sim. Essa é a diferença. ...
19 Mar 2010
Tal qual os fariseus, põem não poucos impencilhos que vão desde reparações a pregação simples e com pouca ligação com a hermeneutica e pregação convencionais, a música, letra das canções, a ordem do culto, forma dos apelos e ... Essa pessoa , esse novo crente, como filho ou filha de Deus de fato, tem agora uma nova vida, como Madalena, Zaqueu, o Gadareno, o Centurião, Nicodemos,o ladrão da cruz, Marta e Maria, Lázaro ( não necessariamente nessa ordem ), e tantos outros. ...
04 Mar 2011
Nesse aspecto seria legítimo um católico cultuar Maria como N.Senhora, um muçulmano a Maomé como seu legítimo profeta, um budista como objeto de culto, e assim por diante. Todoslçegitimamente amparados por sentimentos sinceros e ...
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